segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O que Publicam os Principais Jornais do País, nesta segunda feira

O Globo

Manchete: Lula admite que palanques duplos podem prejudicar Dilma
Presidente afirma ser difícil pedir votos para candidatos diferentes

O presidente Lula admitiu ontem que as disputas regionais entre seus aliados e a dificuldade para costurar palanques únicos nos estados causarão problemas para a candidatura à Presidência da chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. "É sempre muito complicado, parece fácil colocar no papel, muito simples teorizar, mas, na prática, você não tem como fazer dois discursos pedindo votos para dois candidatos diferentes", disse Lula, após votar ontem, ao lado de Dilma, nas eleições internas do PT. Dilma defendeu a participação de envolvidos no mensalão no novo diretório do partido. (págs. 1 e 3)

Um conto natalino: Dilma inventa apagão em árvores

Ao comparar os problemas de abastecimento de energia enfrentados hoje e no governo FH, a chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, sofreu um apagão: disse que em 2001 e 2002, devido ao racionamento, as árvores de Natal, como a da Lagoa Rodrigo de Freitas, não foram iluminadas. Só que, nesses dois anos, a árvore permaneceu acesa. (págs. 1 e 4)

Rio reúne melhores e piores índices do país
Os contrastes vistos no dia a dia do Rio de Janeiro se refletem claramente nos indicadores socioeconômicos. Enquanto o estado ocupa o segundo lugar do país no ranking de população com mais anos de estudo, aparece na 18ª colocação em um serviço básico: abastecimento de água. O Rio tem ainda a terceira maior taxa de mortalidade do Brasil, ficando atrás apenas de Pernambuco e Paraíba. (págs. 1 e 13)

Foto legenda: Protesto ecumênico contra Ahmadinejad
Manifestantes de vários credos e cores se reúnem em Ipanema em protesto contra o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que chega hoje ao Brasil. (págs. 1 e 17)

Ancelmo Góis: Paes vai liberar coco na areia da praia (págs. 1 e 10)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Lula cobra alianças nos Estados para eleger Dilma
Após votar nas eleições do PT, ele pede prioridade ao 'projeto nacional'

Num recado para o PT e seus aliados fazerem concessões nas alianças estaduais em benefício da virtual candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) ao Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que, nas eleições de outubro de 2010, "deve prevalecer o projeto nacional".

Após votar na eleição do PT, ele disse que divergências na base aliada nos Estados não podem criar "impeditivo para a ministra Dilma ter dois ou mais candidatos apoiando sua candidatura".

Declarou, porém, ser preciso "levar em conta as realidades locais, porque os interesses locais são legítimos".

Lula e Dilma apoiam a candidatura do ex-senador José Eduardo Dutra a presidente do PT. Dutra é o provável eleito. O resultado deve sair até amanhã.

O ex-ministro José Dirceu deve voltar a ocupar cargo no comando do partido. A ex-prefeita Marta Suplicy defendeu a volta dos envolvidos no mensalão: "O PT tem que parar de ficar ajoelhado no milho". (págs. 1 e Brasil)

Visita ao Brasil do presidente iraniano é indesejável
José Serra
Especial para a Folha

É desconfortável recebermos no Brasil o chefe de um regime ditatorial. Afinal, temos um passado recente de luta contra a ditadura.

O presidente Ahmadinejad, do Irã, acaba de ser reconduzido ao poder por eleições fraudulentas. A fraude foi tão ostensiva que dura até hoje no país a onda de revolta desencadeada. Passados meses, participantes de protestos são brutalizados por fascistas. (págs. 1 e A3)

Entrevista da 2ª: País ficará velho antes de ficar rico, diz Delfim Netto
O ex-ministro da Fazenda Delfim Netto, 81, afirma que será cada vez mais difícil financiar o inchaço de gastos públicos no Brasil.

Para ele, o mais grave é a sustentação do sistema de Seguridade Social e da Previdência. Segundo Delfim, o Brasil ficará velho antes de ficar rico. "A população brasileira vai começar a diminuir em 2035 ou 2040. Temos a mais rápida redução da taxa de fertilidade do Ocidente", afirma. (págs. 1 e A16)

Merenda escolar em SP continua com falhas após novos contratos
Relatórios de fiscalização revelam que persistem problemas na merenda escolar da rede municipal de SP. As falhas incluem alimentos vencidos e a presença de pombos nos refeitórios. Os problemas foram flagrados neste semestre, após a gestão Gilberto Kassab (DEM) assinar novos contratos de fornecimento. A prefeitura diz estar mais rigorosa e que falhas são "pontuais". (págs. 1 e C1)

38 poluidoras deram R$ 61 mi para campanhas
Um grupo de 38 indústrias que emitem grande quantidade de gases-estufa doou R$ 60,8 milhões a candidatos nas eleições de 2006.

Dos 719 políticos que receberam esses recursos, mais da metade são dos Estados, como governadores e deputados estaduais. (págs. 1 e A15)

Empresas fazem exaltação nacionalista em comerciais
Ambev, GM, Bradesco, Vale e Embratel criaram publicidade enaltecendo o momento do país. Elas afirmam que não há objetivo político. (págs. 1 e A8)

Cotidiano: Em SP, Sting reúne público de 14 mil, sobre a lama (págs. 1 e C9)

Editoriais
Leia "Mais altos e gordos", que analisa novo perfil físico dos brasileiros; e "Não há atalho no câmbio', sobre real valorizado. (págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Lula já admite dois palanques para Dilma
Presidente diz que racha do PT com PMDB não pode prejudicar a ministra e, em alguns Estados, a tendência será apoiar dois candidatos

Depois de votar na eleição para o comando do PT, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que a ministra Dilma Rousseff poderá apoiar mais de um candidato aliado nos Estados em 2010. Lula afirmou que disputas entre PT e PMDB não podem prejudicar a campanha de Dilma à Presidência. "O importante é que, se houver divergência na base aliada nos Estados, isso não seja impeditivo para a ministra Dilma ter dois ou mais candidatos." A ministra disse considerar
"normal" a volta de petistas envolvidos no mensalão, como José Dirceu, a postos importantes na direção do partido. (págs. 1 e A4)

Brasil quer Irã em acordo nuclear
Lula tentará convencer Ahmadinejad a aceitar limites do pacto de Viena

O governo enfrenta hoje uma prova de fogo na política externa. Lula recebe seu colega iraniano Mahmoud Ahmadinejad e vai reiterar a posição de que o país tem direito à tecnologia nuclear, mas deve aceitar os limites do acordo de Viena. A visita provocou protestos. No Rio, 800 pessoas saíram às ruas para condenar o iraniano por negar o Holocausto. Lula disse ontem que sua intenção é "conversar sobre a paz". (págs. 1, A6 e A7)

Foto legenda: Protestos em Ipanema - Cartão vermelho para Ahmadinejad

Pessoa física domina 30% dos negócios na Bolsa de SP
A Bolsa de Valores de São Paulo registrou em outubro o número recorde de 555 mil contas de investidores individuais. Eles já respondem por 30% do volume negociado. "As pessoas físicas são hoje a menina dos olhos para empresas, corretoras e outros agentes do mercado" diz o diretor-presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto. Para empresas, a visão de longo prazo do novo investidor ajudou a segurar o valor de suas ações durante a crise. (págs. 1, B1 e B3)

Energia: Sting apoia Raoni contra Belo Monte
Líder indígena disse que seu povo não foi ouvido sobre hidrelétrica no Rio Xingu. (págs. 1 e B7)

Fuvest tem questões sobre gripe suína e crise mundial
A primeira fase da Fuvest, realizada ontem em 109 locais, teve questões sobre gripe suína e crise econômica mundial. Candidatos a 10.797 vagas, a maioria na USP, reclamaram da dificuldade das perguntas de matemática e de física. A prova teve 90 questões de múltipla escolha de português, matemática, história, física, geografia, química, biologia e inglês. O índice de abstenção foi de 5,95% dos 128.144 inscritos, o maior desde o vestibular de 2006. (págs. 1 e A16)

Fornecedora de merenda admite fraude
A Coan, contratada pela Prefeitura de São Paulo, envolveu-se com laranjas, empresas de fachada e sonegação, diz o Ministério Público. (págs. 1, C1 e C3)

Link: Um 'museu' de grandes novidades
Ritmo acelerado de inovação e onipresença do digital no cotidiano trazem frescor à arte tecnológica. (págs. 1)

Amazônia: Cai a emissão de CO2 por desmate
Queimadas geram entre 2,5% e 5% do total de emissões de gases no País, diz Inpe. (págs. 1 e A14)

Notas e Informações: Novo Castro, mesma Cuba
A repressão sistemática aos críticos e dissidentes não arrefeceu com a substituição de Fidel por Raúl Castro. Tornou-se apenas menos ostensiva. (págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil

Manchete: Desperdício do Fla, alegria de Bota e Flu (pág. 1)

Menos feridos, mais letalidade
Há menos feridos por armas de fogo chegando aos hospitais públicos do Rio. Mas o dado não significa boa notícia: de acordo com o sindicato dos médicos, nos últimos cinco anos metade das vítimas atendidas nas ruas pelo Corpo de Bombeiros morreu no local. A explicação está no poderio bélico tanto de criminosos quanto de policiais. Com armas de maior calibre, as chances de sobrevivência dos baleados são quase nulas. (págs. 1 e Tema do dia A2 e A3)

Lula admite Dilma em dois palanques
A preferência do PT era pelo palanque único na campanha, mas o Planalto admite: em estados como Rio, Rio Grande do Sul, Bahia e Mato Grosso do Sul Dilma Rousseff terá de participar em mais de um. (págs. 1 e País A4)

YouTube para todo mundo ler
Duas novidades ampliam o interesse pelo YouTube. A primeira são as legendas automáticas, que entram em ação mesmo em vídeos não originalmente com o serviço. A segunda é uma ferramenta que permite a elaboração de legendas simplificadas. (págs. 1 e Vida, Saúde & Ciência A24)

Coisas da política
Sucessão é um rito com cardápio pronto. (págs. 1 e A2)

Outras páginas
Acidente ambiental, um ano de impunidade. (págs. 1 e A6)

Editorial
Lei contra a homofobia é assunto sério. (págs. 1 e A8)

Sociedade Aberta
Eduardo Santarelo
Secretaria Especial dos Direitos Humanos

A proposta iguala o segmento LGBT aos outros. (págs. 1 e A7)

Sociedade Aberta
Ronaldo de Freitas Mourão
Astrônomo
O clima e os eventos políticos e econômicos. (págs. 1 e A10)

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Correio Braziliense

Manchete: Senado aprova mudanças em concursos públicos
Projeto garante a nomeação imediata de quem foi selecionado para o serviço público dentro do número de vagas previsto no edital. É uma proteção para o concurseiro. A Proposta agora vai para votação na Câmara (págs. 1 e 9)

Lula prevê dois palanques para Dilma em 2010
Presidente vota nas eleições internas do PT e admite que disputas regionais podem fazer com que a ministra apoie candidatos diferentes nos estados. No DF, a tendência é que aliado de Chico Vigilante deva comandar o partido. (págs. 1, 3 a 5 e 29)

A vez de Minas no Festival de Brasília (págs. 1 e Diversão & Arte, capa e páginas 3 a 5 e 10)


Freira sob ameaça no Jequitinhonha
Irmã Geraldinha encara o medo de morrer numa emboscada de jagunços no Vale do Jequitinhonha (MG) e segue na luta em favor de 85 famílias de sem-terra. (págs. 1 e 6)

Agentes da Abin desconfiam do Irã (págs. 1 e 14)

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Valor Econômico

Manchete: Apenas 18% das ações novas sobem mais que o Ibovespa
Das 112 ofertas públicas iniciais de ações (IPO, em inglês) realizadas no Brasil desde 2004, quando a Natura abriu a fila das captações, só 20 (18%) superam o Ibovespa. A amostra, elaborada pelo Valor Data, inclui os bilionários lançamentos do Santander (R$ 13,2 bilhões) e da Visanet (R$ 8,4 bilhões), além das mais modestas Cetip e Tivit, todas em 2009. Na safra atual, nenhuma novata bate o Ibovespa. Abaixo da lista de casos bem-sucedidos, 40 têm desempenho entre 50% e 90% pior do que o índice.

Apesar da volta das emissões ser recente no país e o histórico ser pequeno, esses resultados levantam dúvidas sobre o comportamento das novas companhias no decorrer do tempo. Em seu livro "investindo em Ações no Longo Prazo", o professor Jeremy Siegel, da Universidade da Pensilvânia, transcreve um teste que fez com 8.606 IPOs lançados entre 1968 e 2001, sob a hipótese de os investidores terem adquirido as ações no lançamento e mantido os ativos em carteira até 2003. De total de empresas examinadas, o retorno em 79% dos casos foi pior do que um índice representativo de empresas de segunda linha. A conclusão de Siegel é que grandes vencedoras como Cisco e Wal-Mart não podem compensar os milhares de IPOs perdedores. (págs. 1, D1 e D2)

Plano ajuda Camargo a sair da Itaúsa
A Itaúsa, maior acionista do Itaú Unibanco e controladora da Duratex, Itautec e Elekeiroz, vai ajudar a Camargo Corrêa a se desfazer do seu investimento de cerca de R$ 2 bilhões em ações ordinárias da holding. Assembleia geral extraordinária da Itaúsa, no dia 30, deverá aprovar a conversão de ações ordinárias em preferenciais pelos investidores. Com a conversão, a Camargo Corrêa ficará com papéis mais líquidas, que poderão ser vendidos no mercado.

A Camargo Corrêa possui 10,31% das ações ordinárias da ltaúsa e 0,16%
das preferenciais, o que lhe confere 4,06% do capital total da holding. A empresa pretende vender as ações para obter recursos que sustentarão parte do seu plano de investimentos até 2013; de R$ 26,9 bilhões. O programa elegeu os setores de cimento, energia e concessões rodoviárias como prioritários. (págs. 1 e D3)

Investimento público perde ritmo
O governo federal investiu R$ 22,7 bilhões neste ano até outubro, valor 21,9% maior que o dispendido em obras e outros projetos públicos em igual período no ano passado. Embora superior ao observado no setor privado, o investimento público cresceu menos do que em igual período de 2008, quando aumentou 50,75% na comparação com os primeiros 10 meses de 2007. Os números são da organização não governamental Contas Abertas, especializada no acompanhamento dos gastos públicos com base em dados do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi).

Para alguns analistas, a dificuldade gerencial do governo e os entraves legais e ambientais são as principais razões para a baixa execução do investimento público. Para outros, o forte aumento nos gastos correntes (pessoal e custeio da máquina, entre outros) tira espaço do investimento. Em 2008, o governo federal foi responsável por pouco mais de 5% de todo o investimento realizado na economia. Neste ano, as inversões federais devem responder por uma fatia maior, porque houve uma queda expressiva pelo lado do setor privado. (págs. 1 e A3)

Foto legenda: Guerra por talentos
Steve Ingham, presidente mundial da Michael Page, gigante da área de recrutamento, diz que recomeçou a “guerra por talentos” que havia sido interrompida pela crise. Ele afirma que o Brasil é um bom destino para quem quer acelerar a carreira em um banco de investimentos. (págs. 1 e D10)

Candidato uruguaio busca eleitor na Argentina
Cartazes afixados na avenida Corrientes, uma das mais movimentadas de Buenos Aires, capital da Argentina, conclamam os uruguaios a viajar para seu país para votar no segundo turno das eleições presidenciais, no próximo domingo.

O principal esforço para atrair os votos dos aproximadamente 250 mil uruguaios que vivem na Argentina é do candidato da Frente Ampla, o ex-guerrilheiro tupamaro José "Pepe" Mujica, que está até subsidiando
a viagem dos eleitores para o Uruguai. (págs. 1 e A8)

Estatal angolana entra na exploração de óleo no país
A Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol), estatal africana, vai fazer uma aposta de US$ 180 milhões no Brasil. Ela está a um passo de assumir o controle da companhia brasileira Starfish Oil & Gas, na qual já detém uma fatia de 18% adquirida em uma emissão privada de ações. O diretor-geral da Sonangol Pesquisa e Produção no Brasil, Candido Cardoso, não confirma o valor e diz que
“faltam alguns aspectos legais” para concluir a operação.

A negociação começou em agosto e envolve cerca de 80 acionistas da Starfish. Com a compra do controle, a estatal angolana passa a ser operadora de blocos no mar brasileiro, onde ainda não produz petróleo nem gás. A própria Starfish se prepara para iniciar a produção em terra, no Rio Grande do Norte. A aquisição no Brasil faz parte da estratégia de internacionalização dos negócios da empresa angolana, que já tem presença na Europa. O principal alvo é Portugal, onde é acionista da Galp Energia, com 15%, e do banco Millennium BCP. A imprensa portuguesa noticiou recentemente a possibilidade de o grupo africano se tornar sócio da Energias de Portugal (EDP). (págs. 1 e B1)

Marina diz que agenda verde é opção de poder
A senadora Marina Silva (PV-AC) acredita que sua entrada na corrida presidencial fez com que o desenvolvimento sustentável — “fadado a passar ao largo de 2010”, segundo ela, — virasse eixo dos dois principais candidatos: o governador José Serra (PSDB) aprovou lei para reduzir as emissões de CO2 em São Paulo e Dilma vai chefiar a delegação brasileira à Conferência de Copenhague. Em entrevista, Marina diz que a agenda ambiental não é profissão de fé, mas uma alternativa de poder. (págs. 1 e A12)

Sting e Raoni voltam a se encontrar e discutem a construção da usina de Belo Monte, no Pará (págs. 1 e A2)

Receita perde menos no Brasil
A crise econômica e as desonerações tributárias para combater seus efeitos derrubaram a arrecadação no Brasil desde novembro de 2008, mas uma comparação com outros países mostra que a perda foi muito menor para os cofres do governo brasileiro, segundo estudo elaborado pela própria Receita Federal. (págs. 1 e A5)

TI mira Copa e Olimpíada
Empresas brasileiras de tecnologia da informação (TI) se unem para identificar oportunidades de negócios com a realização da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016 no Brasil. Alguns alvos são os serviços de informações aos visitantes estrangeiros e tecnologias sem fio. (págs. 1 e B2)

Combate à pirataria
Com o apoio da Receita e da Polícia Federal, a Associação Brasileira da Indústria Óptica (Abióptica) lança uma campanha para coibir a venda de óculos piratas e contrabandeados no país. Segundo a entidade, esses produtos ilegais ocupam 40% do mercado nacional. (págs. 1 e B4)

A estratégia do Marqués
Com a queda nas vendas para os EUA em razão da crise, a tradicional vinícola espanhola Marqués de Riscal aposta nos mercados emergentes da América Latina. “Para ganhar volume, desenvolvemos um produto específico para o Brasil e o México", diz Jose Luiz Muguiro, herdeiro e diretor-geral da empresa. (págs. 1 e B5)

Papel de destaque
Com produção de 10 milhões de toneladas de papel por ano, superior a toda produção e consumo brasileiro, a Asia Pulp & Paper já preocupa as empresas brasileiras. A companhia dobrou as exportações para o país entre 2007 e 2008 e vai crescer 30% neste ano. A meta para 2010 são mais 35%, para 110 mil toneladas. (págs. 1 e B8)

Preços trazem pequeno alívio
A recente recuperação das cotações do suco de laranja no mercado internacional só trará benefícios à cadeia produtiva do setor no Brasil a partir o segundo trimestre de 2010. Apesar da melhora, as indústrias projetam uma queda de 20% na receita proveniente das exportações neste ano. (págs. 1 e B12)

Debênture do BNDESPar
Começa amanhã o período de reservas na oferta de debêntures do BNDESPar. Metade da operação, de R$ 1 bilhão, foi dirigida ao varejo, com aplicação mínima de R$ 1 mil. O pedido pode ser feito até 10 de dezembro nas agências do BB, CEF e Bradesco ou nas corretoras participantes. (págs. 1 e D2)

Ideias
Rômulo S. R. Sampaio: interesses divergentes apontam para certo pessimismo em relação a Copenhague. (págs. 1 e A10)

Ideias
Luiz C. M. de Barro.: nosso "software" econômico está ultrapassado. (págs. 1 e A11)


Ideias
Pascal Lamy: países pobres foram os maiores prejudicados pela contração do comércio internacional. (págs. 1 e A11)

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Estado de Minas

Manchete: Vale a pena ser temporário (pág. 1)

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Jornal do Commercio

Manchete: Concurso da PM é marcado por fraudes
Confusão, ontem, na primeira etapa do concurso da Polícia Militar de Pernambuco: denúncias de vazamento de gabaritos, candidatos usando documentos falsos, prisões. Mas governo descarta anular provas. (pág. 1)

São 3.500 vagas (pág. 1)

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