sábado, 21 de novembro de 2009

O que Publicam os Principais Jornais do País, neste sábado

O Globo

Manchete: Cabral reage à mudança na regra de partilha do pré-sal
Governador vai a Brasília para tentar manter inalterado o que já foi licitado

Com o objetivo de impedir uma mudança na distribuição dos royalties e uma garfada nas receitas estaduais, o governador do Rio, Sérgio Cabral, vai terça-feira a Brasília para uma ofensiva na guerra política do pré-sal. Com o apoio da bancada fluminense, Cabral tentará barrar propostas que ampliam a nova divisão de arrecadação das riquezas do petróleo para áreas já licitadas do pré-sal, como querem governadores do Nordeste, e até do pós-sal – ideia defendida pelo deputado gaúcho Ibsen Pinheiro (PMDB). O governador se reunirá com o deputado Eduardo Henrique Alves (PMDB-RN), relator do projeto que cria o modelo de partilha do pré-sal, e alegará que as emendas significam mudar as regras no meio do jogo. Em 2008, o Rio arrecadou R$ 6,7 bi em participações governamentais. (págs. 1 e 23)

Lula critica ações de Israel

Presidente oferece mediação ao líder palestino Abbas

Ao receber o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, o presidente Lula criticou os assentamentos israelenses em território palestino, que, segundo ele, “devem parar imediatamente”. Lula ofereceu ajuda na mediação do conflito e disse que “ninguém pode ter a primazia de negociar a paz entre palestinos e judeus”. Ele receberá na segunda-feira, em Brasília, o presidente do Irá, Mahmoud Admadinejad, e retribuirá a visita no primeiro semestre de 2010, segundo diplomatas dos dois países. (págs. 1 e 28)

Lula: fator previdenciário não acabará

O presidente Lula descartou ontem o fim do fator previdenciário, que evita aposentadorias precoces, em discussão no Congresso. O tema, disse, não pode ser alvo de “hipocrisia do ano eleitoral”. (págs. 1 e 8)

Decisão sobre Battisti já está tomada

O presidente Lula disse ontem que só espera que o STF “entenda” o que decidiu sobre o ex-militante de esquerda Cesare Battisti para anunciar se o italiano será extraditado. Ele disse que já tem uma decisão. (págs. 1 e 3)

Governo terá pacote de medidas no câmbio

Para desestimular a entrada de mais dólares no país e diminuir a pressão sobre o dólar, Banco Central (BC) e Ministério da Fazenda anunciarão um pacote de medidas para modernizar e flexibilizar o câmbio no país. A ideia é evitar especulações sobre o assunto. Entre as mudanças está a criação de uma conta-investimento para empresas e pessoas físicas aplicarem no exterior. (págs. 1 e 24)

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Folha de S. Paulo


Manchete: Lula avaliará modelo misto para a banda larga no país

Casa Civil propõe gerência de estatal com operação de consórcio privado

A Casa Civil vai propor um modelo híbrido para a universalização da banda larga no Brasil, relatam Valdo Cruz e Humberto Medina. Será utilizada a rede pública de fibras óticas, administrada por uma estatal, mas a operação ficará a cargo de um consórcio privado.

A proposta fará parte do Plano Nacional da Banda Larga, que será levado na terça-feira ao presidente Lula. Ela é um meio-termo entre a intervenção estatal direta (rede e operação), apoiada pelo Ministério do Planejamento, e a solução de mercado defendida pela pasta das Comunicações.

A ideia é que o consórcio privado seja escolhido por licitação. Pelas regras propostas, ele não deve incluir só teles, mas também, por exemplo, provedores de acesso à internet ou empresas públicas. A regulação do serviço e a definição da política de preços ficariam com a estatal dona da rede pública, que deve ser a Telebrás.

Lula deseja vender a universalização do acesso à internet, com o barateamento da banda larga, como uma das obras de seu governo, que tentará eleger a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, como sua sucessora no ano que vem. (págs. 1 e B1)

Presidente do Brasil pede que Israel congele assentamentos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu as posições do colega da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, no embate com o atual governo de Israel. Os dois se reuniram num museu em Salvador.

Lula disse concordar com a exigência de Israel congelar a expansão das colônias judaicas na Cisjordânia para retomar o diálogo com os palestinos. O brasileiro pediu a Abbas que recue da decisão de não se candidatar na próxima eleição. (págs. 1 e A12)

Ford brasileira anuncia que vai investir R$ 4 bi

A Ford anunciou investimentos de R$ 4 bilhões na ampliação da capacidade produtiva e na modernização de suas fábricas no Brasil até 2015. A maior parte (R$ 2,8 bilhões) será aplicada no Nordeste. (págs. 1 e B3)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Ministro do STF diz que não se dobrou a pressões

Ayres Britto afirma que não recusou ao deixar para Lula decisão sobre Battisti

O ministro Carlos Ayres Britto, cujo voto no Supremo Tribunal Federal garantiu ao presidente Lula e prerrogativa de decidir o destino de Cesare Battisti, negou ter cedido a pressões a favor do ex-ativista, condenado na Itália por homicídio. “Eu sou imune a pressão”, disse em entrevista ao Estado. “Não estou nem ai. Estou me lixando para os que pensam que me dobram.” Ayres Britto afirmou que seu voto foi coerente com seu posicionamento em caso anterior e que a decisão de extraditar alguém é política – o Supremo deve se militar a “ver se os pressupostos legais da extradição estão presentes”. Lula pediu que Battisti suspenda greve de fome, qualificada de “pressão”, e disse que ainda não tomou a decisão sobre se irá extradita-lo. (págs. 1, A4 e A6)

Sistema elétrico usa peças obsoletas

Estudo do Operador Nacional do Sistema Elétrico sobre os disjuntores da rede do País mostra problemas em 48% desses dispositivos, que dão proteção contra sobrecarga. Segundo especialistas, o ritmo da substituição dos equipamentos não tem acompanhado a expansão do sistema nacional, o que eleva risco de danos. (págs. 1, B1 e B4)

Abbas pede mediação de Lula, que critica Israel

O presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, pediu ontem a Lula que o Brasil assuma o papel de mediador no conflito com Israel, dizendo que o presidente brasileiro é “muito capaz”. Lula criticou Israel por causa da expansão de assentamentos. (págs. 1 e A7)

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Jornal do Brasil


Manchete: Calor eleva em 10% o consumo de energia

O verão deu as caras mais cedo este ano no Rio e um dos sinais mais evidentes está nas contas de luz. Segundo a Light, o gasto de energia elétrica na primeira quinzena de novembro já está 10% maior que no mesmo período de 2008. A demanda reflete também a explosão de vendas de aparelhos de ar-condicionado, o item mais procurado nas últimas duas semanas. A maioria das lojas está sem estoque para entrega imediata. (págs. 1 e Economia, A18)

Lula aposta na “simpatia” de Dilma (págs. 1 e País, A4)


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Correio Braziliense


Manchete: Sem concorrência, gasolina é cara no DF

O Ministério da Justiça elaborou um diagnóstico categórico sobre o mercado de combustíveis no Distrito Federal. O parecer da Secretaria de Direito Econômico denuncia uma “estrutura oligopolizada e pouco competitiva” e defende a revogação da Lei nº 294/2000, que proíbe a instalação de postos de gasolina em supermercados. Segundo o governo federal, “a lei impede que os consumidores do DF tenham a opção de preços mais competitivos, do exercício do direito de escolha e da comodidade e de se ganhar mais tempo”. A posição do ministério se junta a parecer da Procuradoria-Geral da República que considera inconstitucional a lei distrital, por ferir o interesse público e impedir a livre concorrência. O STF pode colocar um fim nessa prática lesiva na capital federal.Por ano, os motoristas de Brasília pagam R$ 4 milhões a mais do que os consumidores do restante do país por causa da diferença de preço. (págs. 1 e 47)

Partidos - PT faz uma eleição nada republicana

O Partido dos Trabalhadores vai às urnas amanhã em meio a uma violenta troca denúncias entre as várias correntes. Filiação em massa, compra de votos e participação no mensalão são algumas das acusações. (págs. 1, 2 a 5)

PIB - BC e Tesouro pedem 3,3% de superávit

Técnicos esperam que o governo se comprometa com o índice para evitar pressões sobre a política monetária. Na avaliação das duas instituições, qualquer resultado abaixo do previsto pode provocar aumento da inflação em 2010. (págs. 1 e 20)

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