quarta-feira, 25 de julho de 2012

O que Publicam os Principais Jornais do País, nesta QUARTA-FEIRA, 25-07-2012 (Sinopse Radiobras)


O Globo

Manchete: Nunca antes... - Lucro de bancos cai pela primeira vez em 10 anos
Queda de juros e calote reduzirão ganhos do setor. Itaú Unibanco lucra 5,65% menos

Maior banco privado do país, o Itaú Unibanco registrou lucro líquido de R$ 6,7 bilhões no primeiro semestre, o que representa um recuo de 5,65% em relação ao mesmo período do ano passado. Na véspera, o Bradesco já tinha informado aumento de apenas 2,5% nos seus ganhos. O presidente da consultoria Austin Rating, Erivelto Rodrigues, diz que 2012 vai ser um ano difícil para os bancos, com queda de juros e spreads, com inadimplência em alta. “O resultado das instituições financeiras este ano ficará muito próximo do que era em 2011, se não abaixo, interrompendo um ciclo de forte crescimento dos lucros dos grandes bancos nos últimos dez anos.” Devido ao crescimento do calote, o Itaú Unibanco está reduzindo sua carteira de financiamento de veículos. (Págs. 1 e 21)
Gastos no exterior recuam 10%
Com o dólar em alta, os turistas brasileiros estão gastando menos no exterior. Em junho, cifra foi de US$ 1,7 bilhão, 10% abaixo do mesmo mês de 2011. A cautela maior do turista e um ritmo mais lento da economia — que reduz a compra de importados — melhoraram o desempenho das contas externas: o déficit com o exterior caiu 2,7%. (Págs. 1 e 22)
Arrecadação federal também sofre queda em junho (Págs. 1 e 22)

Catalunha pede socorro inimaginável à Espanha
Depois de Valência e Múrcia, foi a vez de a Catalunha pedir socorro ao governo federal. Com dívida total de € 42 bilhões, a região, que tem rivalidades históricas com o governo de Madri, não está conseguindo cumprir os limites de déficit e tem € 5,76 bilhões em vencimentos a serem honrados no segundo semestre. O governo catalão admitiu dificuldades financeiras, mas não aceita usar o termo “resgate”. (Págs. 1 e 23)
Orgulho e bolso vazio
Um “mal trago”, como se diz entre os catalães. Após demitir médicos e reduzir subsídios para compra de remédios, agora a Catalunha pede socorro a Madri. E assim Barcelona vive entre a perplexidade e a depressão, conta Chico Amaral, radicado na cidade desde 2001. (Págs. 1 e 23)
Ataque do tráfico faz Bope voltar ao Alemão
Tropas do Bope e do Choque voltaram a ocupar, por tempo indeterminado, favelas do Complexo do Alemão, após o ataque do tráfico que matou uma PM da UPP da Favela Nova Brasília. Na comunidade, de onde o Exército saiu há três semanas, voltou a imperar a lei do silêncio. O comandante-geral das UPPs disse que a situação é preocupante, mas a pacificação é irreversível. (Págs. 1 e 12 a 14)
Defesa do Rural no mensalão vai contradizer PT
Os advogados do Banco Rural alegarão no STF que os recursos que abasteceram as contas de Marcos Valério eram públicos, contrariando a tese do publicitário e do PT de que o dinheiro era privado, oriundo de empréstimos dos bancos Rural e BMG. (Págs. 1 e 3)
Governo dará reajuste linear para servidor
No início de agosto, o governo vai anunciar que dará, em 2013, um reajuste linear a servidores do Executivo com salários achatados, além de aumento diferenciado para militares. À proposta para os professores melhorou. (Págs. 1 e 9)
Síria usa caças russos contra Aleppo
O regime sírio atacou ontem a periferia de Aleppo — segunda maior cidade síria, capital econômica do país e patrimônio mundial da Unesco — com caças MiG, de fabricação russa, e helicópteros. (Págs. 1 e 27)


Prêmios Nobel de Química farão pesquisa na UFRJ (Págs. 1 e 30)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Governo quer plano de teles para Copa e Olimpíada
Exigência é condição para que seja liberada venda de linhas de celular

Como condição para liberar as vendas das operadoras de celular TIM, Oi e Claro, o governo exigiu que elas apresentem um plano de investimentos que leve em conta o crescimento da demanda na Copa de 2014 e na Olimpíada de 2016.
A Vivo, que não foi punida, também terá de oferecer um plano para os eventos, mas poderá continuar vendendo linhas mesmo sem proposta aprovada, segundo João Rezende, presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). (Págs. 1 e Mercado B1 e B4)
Justiça arquiva inquérito contra ex-ministra Erenice Guerra
Inquérito que apurou tráfico de influência na Casa Civil na gestão da ex-ministra Erenice Guerra foi arquivado pela Justiça Federal. O advogado dela afirmou que a Justiça não encontrou provas de que sua cliente tenha cometido crime. O Ministério Público não se pronunciou. Erenice perdeu o cargo de ministra da Casa Civil em 2010, em meio à disputa presidencial. (Págs. 1 e Poder A8)
Jefferson faz desafio ao STF e diz não aceitar condenação
Às vésperas de ser julgado no STF com mais 37 réus do mensalão, o ex-deputado Roberto Jefferson, delator do caso, diz que será absolvido das acusações. “Não aceito uma condenação.” Ele diz que o ministro Joaquim Barbosa, relator do processo, busca “aplausos em botequim”. (Págs. 1 e Poder A4)

Painel

PT quer que o TSE puna o uso de imagens do mensalão por adversários no horário eleitoral. (Págs. 1 e A4)
Governo cede e eleva proposta para professores
O governo federal cedeu aos professores universitários e apresentou proposta de reajuste maior para a categoria. O reajuste mais baixo será de 25% em três anos — era de 12%. Hoje deve ser publicado decreto com garantia de atendimento em setores públicos essenciais em caso de greve. (Págs. 1 e Cotidiano C3)
Fotolegenda: Tiros na UPP
Marcas na janela da unidade do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, onde morreu a policial Fabiana Aparecida de Souza, 30, atingida por uma bala de fuzil; o Bope voltou a ocupar a área por tempo indeterminado. (Págs. 1 e Cotidiano C5)
Fotolegenda: Armas bolivianas
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, com pistolas de Simón Bolívar, nos 229 anos de seu nascimento; ele apresentou imagem em 3D do herói. (Págs. 1 e Mundo A14)
15 é pouco: Ministro pede que país traga 20 medalhas (Págs. 1 e D1)

Inferno em Damasco
A vida ficou quase impossível na capital síria, relata a moradora R., 32, a Marcelo Ninio. “Faltam luz e água. O comércio fechou. Um cheiro de putrefação toma os bairros. As forças do ditador Assad nos impedem de sepultar os mortos, e cadáveres estão nas ruas.” Ontem, o regime usou aviões para bombardear Aleppo, a maior cidade do país. (Págs. 1 e Mundo A11 e A12)
Matias Spektor: País trabalha para evitar regulação do mercado de armas
Está sendo negociado nesta semana, na ONU, o Tratado de Comércio de Armas, primeira tentativa de regular o lucrativo mercado global de armamentos. O texto afeta em cheio os interesses das empresas do Brasil. E o governo trabalha para deixar o tratado livre de mecanismos intrusivos. (Págs. 1 e Mundo A14)
Editoriais
Leia “O PAC da lentidão”, sobre balanço de investimentos em infraestrutura, e "Arma indefensável”, acerca de exportação de bombas de fragmentação. (Págs. 1 e Opinião A2)



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O Estado de S. Paulo

Manchete: Arrecadação cai em junho e Receita já revê projeções
Lucro menor das empresas motivou queda de 6,55%, a primeira desde dezembro; governo vê 'viés de baixa’

A arrecadação federal teve, em junho, a primeira queda mensal desde dezembro de 2011. O pagamento de impostos e contribuições federais somou R$ 81,1 bilhões, 6,55% a menos que em junho de 2011. A principal razão é a redução no lucro das empresas, que estão deixando de pagar Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. Diante desse novo cenário, a Receita reduziu a previsão de crescimento da arrecadação em 2012 para algo entre 3,5% e 4%. A estimativa anterior era de 4% a 4,5%. “O viés é de baixa. Mas o crescimento deve ser mais próximo de 4%”, disse a secretária adjunta da Receita, Zayda Manatta. Desde abril, a arrecadação vem desacelerando como reflexo do baixo desempenho econômico. (Págs. 1 e Economia B1)
GM estuda demissão de 1,5 mil
A General Motors pode anunciar nos próximos dias o fechamento da linha de montagem de três modelos na fábrica de São José dos Campos e a demissão de 1,5 mil trabalhadores. Ontem, a empresa decidiu parar as atividades em toda a fábrica e manter em casa os 7,5 mil empregados. (Págs. 1 e Economia B4)
Fotolegenda: Bombardeios se intensificam na Síria
Sírio se desespera diante de homem morto em Alepo. Intensos bombardeios do regime de Bashar Assad, possivelmente com aviões de caça, não impediram que rebeldes ganhassem terreno na segunda cidade e capital econômica do país, informa Andrei Netto, enviado especial. (Págs. 1 e Internacional A10)
Ministros do STF reagem a corregedora
Os ministros do STF Marco Aurélio Mello e Gilmar Mendes reagiram às declarações da corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon, sobre o mensalão. “Quem é ela para dizer que seremos julgados?”, questionou Marco Aurélio. (Págs. 1 e Nacional A4)”
Governo cede e eleva reajuste para professores
O governo apresentou ontem contraproposta de reajuste que varia de 25% a 40% para professores universitários e de institutos de pesquisa. Em greve há mais de dois meses, a categoria deve responder até o início da semana que vem se aceita o novo índice. (Págs. 1 e Vida A14)
Russomanno sobe tom contra PT
O candidato do PRB atacou Fernando Haddad no dia em que o Estado revelou reunião de seu coordenador com José Serra (PSDB). (Págs. 1 e Nacional A6)
Celso Ming
Continuam chegando

Enquanto os investimentos do governo patinam e os do empresário brasileiro seguem semiparalisados, os do estrangeiro chegam aos borbotões. (Págs. 1 e Economia B2)
Eliana Cardoso
Meu voto nos EUA

Tenho dupla cidadania e sou eleitora no Brasil e nos Estados Unidos. Lá eu voto em Barack Obama, e tenho boas razões para isso. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Notas & Informações
O mundo rosa de Tombini

Espalhar otimismo e alegria é a nova função do Banco Central do Brasil. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Delúbio faz piada a dez dias de o STF julgar o Mensalão
Sorridente e bem-humorado, Delúbio Soares chegou a fazer piada ontem à noite no auditório da CUT, no Conic, em Brasília, ao ser homenageado pela juventude do PT. Na hora em que foi chamado ao palco, os petistas o ovacionaram: “Delúbio, guerreiro, do povo brasileiro”. Enquanto isso, militantes distribuíam a revista de 78 páginas intitulada Defesa de Delúbio no STF. Um dos 38 réus no processo do mensalão, ele é acusado de corrupção e formação de quadrilha. O Supremo começa a julgar o caso na quinta-feira da semana que vem.

“O Supremo julga e tema última palavra”

O ministro Marco Aurélio Mello reagiu à declaração da corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon, de que o STF será julgado pela opinião pública conforme o resultado do julgamento. “Não estamos preocupados em formar a maioria ou a minoria”, disse. (Págs. 1 e 6)
Mistério: Testemunha liga morte de agente a caso Cachoeira
Wilton Tapajós foi executado com dois tiros na cabeça, uma semana atrás, em Brasília. Ele teve atuação destacada na operação que levou à prisão de Cachoeira. Em Luziânia (GO), contou um agente da PF ao depor ontem, em Goiânia, Wilton chegou a ser abordado por PMs quando investigava o aliciamento de soldados pelo esquema do bicheiro. (Págs. 1 e 2)
Teles: Venda de chip é investigada pela Anatel
Agência reguladora avisa que multará Oi, TIM e Claro se constatar o comércio de chips nas unidades da Federação onde essas operadoras estão proibidas de habilitar celular. (Págs. 1 e 13)
Aérea terá que pagar R$ 305 se extraviar mala (Págs. 1 e 13)

Aperte o cinto!
Pesquisa mostra que 57,6% das famílias brasileiras estão endividadas. Para sair do sufoco, o comerciante Paulo Valcário cortou gastos da filha Thaline. (Págs. 1 e 11)
Mais dinheiro para imóveis
O governo vai usar mais R$ 12 bilhões do FGTS para reforçar a oferta de casa própria dos programas habitacionais. (Págs. 1 e 11)
Concursos no GDF e no Bird
O banco internacional faz seleção para consultores. Já a Defensoria Pública abre vagas para procuradores. (Págs. 1 e 10)
Transparência? Só do salário alheio
Auditores da secretaria do GDF que divulga os salários dos servidores impedem a abertura dos próprios vencimentos. (Págs. 1 e 26)
Aumento maior para professores
Ministério do Planejamento eleva a oferta de reajuste para a categoria, em greve: o índice mínimo será de 25%. (Págs. 1 e 9)
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Valor Econômico

Manchete: Estados terão compensação para cortar ICMS da energia
A presidente Dilma Rousseff pretende convencer os governadores a aderir à redução da tributação do ICMS sobre energia elétrica - tal como o governo federal fará com o PIS/Cofins - mediante proposta que atenderia a uma antiga reivindicação dos Estados: diminuição do pagamento dos serviços das dívidas estaduais que foram renegociadas no fim dos anos 90 com a União. Além disso, haveria a troca do indexador aplicado nesses débitos.

Ao assinar os contratos de refinanciamento, os Estados concordaram com o limite de pagamento do serviço da dívida, que varia de 11,5% a 15% ao ano, conforme o caso. Há anos, os governadores pedem que esse comprometimento caia para a casa dos 9%. Reivindicam também a mudança do indexador da dívida do IGP-DI para o IPCA, desde que este, mais uma taxa fixa, não seja superior à Selic. (Pág. 1)
Os remédios vão voltar às prateleiras
Quase dois anos e meio depois de proibir a venda de medicamentos isentos de prescrição fora do balcão das farmácias, a Anvisa deve votar hoje o fim da resolução que criou essa norma ao estabelecer que todos os remédios devem ser oferecidos ao consumidor pelo balconista. A resolução 44 foi muito questionada pelas indústrias farmacêuticas e farmácias, e rendeu à Anvisa cerca de 70 processos, informou ao Valor Dirceu Barbano, presidente da agência. "Recorremos de muitos deles, ganhamos alguns e perdemos outros". Estudos da própria Anvisa concluíram que o consumidor não foi beneficiado, como se esperava. "Os consumidores não tinham o direito de escolha", disse Barbano. A diretoria da agência se reúne hoje e tudo indica que a resolução será anulada. (Págs. 1 e B5)
Lucros difíceis na união entre banco e varejo
O casamento entre bancos e redes de varejo para financiamento ao consumo ainda está longe de ser feliz. Desde 2004, os maiores grupos financeiros do país, em especial Bradesco e Itaú, investiram cerca de R$ 3,8 bilhões nessas parcerias, com resultados em geral pouco animadores até agora.

Uma das mais antigas alianças, a operação entre Itaú e Pão de Açúcar, estruturada em 2004, perdeu fôlego em 2011 e começou 2012 com prejuízo de R$ 15,5 milhões no primeiro trimestre. A operação só saiu do vermelho em 2008. Em 2010, o lucro caiu 20%, para R$ 74,9 milhões. Em 2011, os ganhos foram de R$ 10,2 milhões. O Itaú investiu na parceria R$ 455 milhões em 2004 e R$ 600 milhões em 2009. (Págs. 1 e C1)
Os planos da Hitachi
O presidente mundial da Hitachi, Hiroaki Nakanishi, pôs o Brasil no grupo de 11 regiões-chave para o grupo japonês, que reúne mais de mil empresas. Ele disse que planeja elevar as receitas da companhia no país para US$ 1,5 bilhão em 2015 e que vai investir US$ 300 milhões em três anos. (Págs. 1 e B1)
O pesado custo ambiental de Tapajós
A determinação do governo de construir a última grande hidrelétrica do país poderá impor um custo ambiental sem precedentes. A usina de São Luiz do Tapajós, que teria potência de 6.133 MW, menor que Belo Monte (Rio Xingu), exigirá construção de uma muralha de 3.483 metros de comprimento e 39 metros de altura no coração da Amazônia. E seria erguida em uma das áreas mais protegidas da região: o Parque Nacional da Amazônia, no imenso complexo da bacia do Tapajós, o maior mosaico de biodiversidade do planeta.

O que está em jogo é a inundação de uma área de 1.368 km quadrados de floresta. Com a usina de São Luiz - e também Jatobá, segunda planejada para o rio -, o Brasil adicionaria 8.471 MW à sua matriz energética. Em Belo Monte, onde o lago é de 516 km quadrados, a potência atingirá 11 mil MW. (Págs. 1 e A12)
Tucanos fazem falta às forças do Afeganistão
A Base Aérea de Shindand, no Afeganistão, tem uma pista de quase 2.500 metros, um quartel-general novinho e uma motivada turma de candidatos a piloto. Mas, por culpa de Washington, o complexo não tem aviões de guerra.

A nascente Força Aérea afegã devia ter recebido US$ 355 milhões em aeronaves feitas sob medida para o combate à guerrilha. Equipados com metralhadoras, mísseis e bombas, esses aviões seriam turboélices robustos e mais baratos de operar. Mas os afegãos não vão receber os aviões no prazo. (Págs. 1 e B9)
Previdência privada pode ser penhorada
Os planos de previdência privada conhecidos como VGBL e PGBL não estão livres de penhoras para o pagamento de dívidas dos seus titulares. Em decisões judiciais cada vez mais frequentes, pessoas físicas com débitos trabalhistas ou outros tipos de pendências não têm conseguido proteger os valores existentes nesses planos. Tribunais trabalhistas e o Superior Tribunal de Justiça os consideram como investimentos comuns não protegidos pela regra que impede a penhora de salário, rendimento de aposentadoria e seguro de vida. (Págs. 1 e E1)
Economia global caminha para um longo período de baixo crescimento (Págs. 1 e A9)

IPI reduzido para automóveis pode ser prorrogado (Págs. 1 e A2)

Rosa Cardoso diz que país precisa cumprir tratados sobre direitos humanos (Págs. 1 e A6)

Queda na arrecadação federal
A receita tributária do governo federal em junho apresentou uma queda nominal de 1,96% em comparação com o mesmo mês do ano passado, e de 6,55% em termos reais. O resultado foi afetado pela desaceleração e pelo desempenho do Refis. (Págs. 1 e A2)
Reação federal à greve
O governo reage à greve dos servidores federais. Em reunião com representantes sindicais, pediu trégua de 15 dias. E a Advocacia-Geral da União começou a analisar a possibilidade de entrar com ações judiciais contra entidades sindicais. (Págs. 1 e A4)
Leve recuperação na China
A atividade econômica na China dá sinais de recuperação em julho, numa mostra de que a política de estímulo está funcionando. Já a zona do euro continua deslizando para a recessão e os EUA têm ligeiro declínio na atividade. (Págs. 1 e A9)
Pemex volta a crescer
A estatal mexicana Pemex, quarta maior produtora de petróleo do mundo, deve reverter neste ano a tendência de declínio de sua produção e obter o primeiro crescimento em oito anos. (Págs. 1 e A9)
BNDESpar na Recepta Biopharma
A BNDESpar está comprando 16% do capital da Recepta Biopharma, primeira empresa brasileira a conduzir testes clínicos em pacientes com tumor de ovário com uma droga em desenvolvimento. (Págs. 1 e B5)


Da Vale para a Votorantim
Em mais uma sinalização de que a mineração está no centro de sua estratégia de crescimento, a Votorantim contratou Tito Martins, importante ex-executivo da Vale, para o comando dessa área do grupo. (Págs. 1 e B7)
Crescem exportações de frutas
No primeiro semestre deste ano, as exportações brasileiras de frutas frescas chegaram a 271,2 mil toneladas, com crescimento de 8,6% sobre 2011. Em receita, esses embarques renderam US$ 206,3 milhões, uma alta de 5,6%. (Págs. 1 e B12)
Juros do crédito imobiliário
O barateamento da principal fonte de recursos do crédito imobiliário não se refletiu na maioria das taxas dos bancos. Os juros foram reduzidos só pela Caixa Econômica e pelo Banco do Brasil. (Págs. 1 e D1)
Ideias
Heloisa Magalhães

Rio tem 4 anos até a Olimpíada para avançar na profissionalização, na prestação de serviços e infraestrutura de turismo. (Págs. 1 e A2)

Fernando Filgueiras

Da conjuntura do mensalão restará um debate a respeito dos valores que devem pautar a gestão da República. (Págs. 1 e A6)
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Estado de Minas

Manchete: A receita da morte
Pesquisa mostra que imprudência e alta velocidade são maiores causas de acidentes com óbitos e feridos em BH

O levantamento, com dados da BHTrans e do Detran-MG relativos a 474 ocorrências de julho a setembro de 2011, revela que em 44,8% dos desastres com mortos ou internados em hospitais houve mau comportamento de motociclista, condutor jovem (18 a 29 anos), pedestre ou ciclista. O excesso de velocidade foi registrado em 23,5% dos acidentes graves. O Estado de Minas percorreu a capital e comprovou motoristas trafegando a mais de 100 km/h em locais onde o máximo permitido é 60km/h, como na Avenida Nossa Senhora do Carmo. Curiosamente, o abuso de álcool aparece em apenas 1,8% dos casos na pesquisa. Mas, no IML, de 70 mortes necropsiadas, 20% apontavam alto consumo de bebida alcoólica. (Págs. 1, 19 e 20)
Gripe suína avança em BH
Duas pessoas já morreram este ano na capital vítimas do vírus H1N1 e outros 223 casos suspeitos de influenza aguardam resultados. (Págs. 1 e 22)
Agronegócio: Milho em alta pressiona custo do frango
Mesmo às vésperas de uma colheita recorde no Brasil, o preço da saca de milho disparou, saltando de R$ 18 para R$ 26 em 15 dias, com as notícias de quebra de safra nos EUA, maior produtor mundial. E deve refletir no frango, cujo quilo, resfriado, se mantém em julho nos frigoríficos a R$ 3,37, em média. (Págs. 1 e 13)
Bope caça assassinos de PM no Rio
Batalhão de Operações Especiais ocupará o Complexo do Alemão por tempo indeterminado à procura de traficantes que mataram uma militar durante tiroteio na favela carioca. (Págs. 1 e 7)
Mensalão: Ministro do Supremo rebate crítica do CNJ
Marco Aurélio Mello considerou inoportuna declaração de que STF será “julgado” no caso. (Págs. 1 e 5)
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Jornal do Commercio

Manchete: Racionamento d'água para 500 mil pessoas
Obras de melhoria do Sistema Pirapama vão afetar o abastecimento em bairros do Recife, Jaboatão, Cabo, Camaragibe e São Lourenço. Intervenção começa amanhã e só termina na terça-feira. (Págs. 1 e Cidades 1)
Nova oferta para os professores
Proposta para acabar greve das federais tem reajustes de 25% a 40%. Avaliação no Estado será amanhã. (Págs. 1 e Cidades 2)
AACD oferece atendimento a vítima de moto
Convênio firmado com o governo abre espaço para acidentados que tiveram a medula atingida. (Págs. 1 e Cidades 4)
Greve da Anvisa impede navios de atracar em Suape
Já havia 13 embarcações na fila de entrada. Governo federal vai cortar ponto de todos os grevistas. (Págs. 1, Capa Dois e Economia 1)
Mais rigor
Anatel diz que operadoras deve impedir venda de chips por camelôs. (Págs. 1 e Economia 6)
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Zero Hora

Manchete: Greve dos caminhoneiros - Justiça proíbe os bloqueios em estradas federais no RS
Advocacia-Geral da União obteve liminar contra interrupções previstas para hoje. Brigada Militar e Polícia Rodoviária Federal estão em alerta. (Págs. 1 e 14)
Polos rodoviários: Com fim dos contratos, saiba o que irá mudar nos pedágios
Como ficará a cobrança de tarifas em 11 praças do Estado, que serão assumidas pelo governo a partir de 2013. (Págs. 1 e 6)
Preocupação em Triunfo: CEEE deve gastar até R$ 40 mi para limpar área contaminada
Parte do solo de uma antiga usina será removida devido à presença de substâncias cancerígenas. (Págs. 1, 4 e 5)

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Brasil Econômico

Manchete: Governo vai acionar BB e Caixa para derrubar tarifas bancárias
Do mesmo modo que fez com as taxas de juros, a presidente Dilma Rousseff determinou aos bancos estatais que saiam à frente na redução dos custos dos serviços, apurou o BRASIL ECONÔMICO. A expectativa é que o setor privado siga o mesmo caminho. (Págs. 1 e 4)
Sonda mira aquisições e clientes mais endinheirados
Com faturamento anual de R$ 1,8 bilhão, a rede de supermercados paulista busca oportunidades em regiões mais nobres, num raio de 150 quilômetros da capital, onde já possui 24 unidades. (Págs. 1 e 16)
GM paralisa produção e pode demitir 2 mil trabalhadores
Montadora impediu, ontem, o ingresso de funcionários na unidade de São José dos Campos (SP) e interrompeu negociações sobre a dispensa de parte dos 7,5 mil operários; Fazenda vai chamar empresa para se explicar. (Págs. 1 e 22)
Olimpíada terá 100 chefes de Estado
Abertura pela rainha Elizabeth será sexta-feira. Futebol feminino do Brasil enfrenta Camarões hoje. (Págs. 1 e 38)
Até a rica Catalunha pede ajuda a Madri
Bolsa espanhola cai mais 3% e atinge o menor nível desde abril de 2003. O Ibovespa recuou 0,75%. (Págs. 1 e 34)
Fiesp atira contra custo da energia
Paulo Skaf diz que estados e União se beneficiam ao adiar as novas concessões e, assim, mantêm em alta as receitas de impostos. (Págs. 1 e 6)
Falta de projetos afeta orçamento
Presidente da Engevix, Cristiano Kok atribui atrasos na execução a falhas de planejamento. Prazos são curtos e preços baixos. (Págs. 1 e 10)
Lucro do Itaú cai 8%, para R$ 3,3 bi
Assim como o Bradesco, banco da família Setubal sentiu os efeitos da alta na inadimplência; volume de crédito pode cair até 16,8%. (Págs. 1 e 30)
Menos imposto, mais lucro
Redução do IPI ajudou Via varejo a retornar ao azul no 1º semestre, disse Rafael Klein ao BRASIL ECONÔMICO. (Págs. 1 e 17)
Exclusivo
Roger Agnelli, ex-presidente da Vale, vai criar empresa de comércio exterior, em associação com a Sertrading. (Págs. 1 e 3)
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