quarta-feira, 26 de novembro de 2008

O que Publicam os Jornais de Hoje

26 de novembro de 2008

O Globo

Manchete: EUA dão mais US$ 800 bi para estimular consumo
O Federal Reserve, o banco central americano, anunciou ontem um megapacote de US$ 800 bilhões com o objetivo de estimular o consumo. O anúncio foi feito no mesmo dia em que o governo divulgou uma retração de 0,5% na economia americana no terceiro trimestre. Foi a maior queda desde 2001. No segundo trimestre, tinha havido crescimento de 2,8%. O programa, no entanto, só deverá estar totalmente implementado em fevereiro de 2009. Do total, US$ 600 bilhões serão usados para compra de dívidas emitidas ou garantidas pelas empresas hipotecárias. Outros US$ 200 bilhões vão garantir dívidas de consumidores junto ao sistema financeiro. Com a confiança restituída, a expectativa é de que os bancos voltem a emprestar. (págs. 1, 21 e 22)

Chico - Dá-lhe Dilma!
- Nós entendemos serem necessárias medidas de apoio ao PAC. Então...tiramos os óculos e passamos um batonzinho! (pág. 1)

Ação da PF na Casa & Video prende 13
Uma ação conjunta da Receita Federal, da Polícia Federal e do Ministério Público prendeu ontem, no Rio, 13 pessoas, entre elas dois sócios da Casa & Video, na Operação Negócio da China, que há dois meses investiga esquema de importação ilegal. Segundo a PF, teriam sido sonegados R$ 100 milhões em impostos. (págs. 1 e 27)

Comissão põe limites à meia-entrada
A Comissão de Educação do Senado aprovou projeto que limita a meia-entrada para estudantes e idosos a 40% do total de ingressos para cada evento e tentará também coibir a falsificação de carteiras. (págs.1 e 8)

Santa Catarina vive caos, agora com saques
Em meio à tragédia que já provocou pelo menos 84 mortes, moradores de cidades atingidas pelas enchentes em Santa Catarina enfrentam caos, medo e insegurança. Casas abandonadas estão sendo saqueadas. Ladrões invadiram farmácias e supermercados para roubar não só comida ou remédios, mas também bebida alcoólica e cigarros. Em Itajaí, pelo menos três supermercados e quatro farmácias foram invadidos. O policiamento foi intensificado. De acordo com a Defesa Civil, pelo menos 54 mil pessoas foram obrigadas a deixar suas casas, que foram soterradas ou alagadas. Ainda há oito municípios isolados. (págs. 1, 3 e 4)

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Folha de S. Paulo

Manchete: SC vive calamidade com enchente
Com ao menos 84 mortos e 54 mil pessoas obrigadas a deixar suas casas devido às enchentes, Santa Catarina entrou em estado de calamidade. Sem água, luz e comida, moradores de Blumenau e Itajai realizaram saques. Pelo menos cinco supermercados de Itajaí, cidade em pior situação quanto ao desabastecimento de água., foram saqueados. A PM de Blumenau registrou oito casos de pequenos furtos de alimentos no comércio A principal meta da Defesa Civil ontem era garantir a distribuição de água potável nas áreas atingidas. Em Blumenau, carros-pipas começaram a chegar a abrigos para a população retirar uma cota de cinco litros por pessoa. Em Ilhota, Gerda Kari, 53, perdeu mãe, pai, marido, filho e filha, grávida, além do carro e de quatro vacas, relata Vinicius Queiros Galvão. Só restou o filho de 22 anos, ´´minha familia foi levada pela chuva``, contou. O número de mortos na tragédia ``deve aumentar muito´´, segundo avaliação do coordenador do SAT (Serviço Aerotático) no Estado, delegado Jonas Santana, que trabalha no resgate de moradores isolados. Das 14 cidades catarinenses que registraram mortes devido ás chuvas, apenas Itajaí assinou convênio com a União no governo Lula para ações relativas à prevenção de desastres e ao controle de enchentes. (Págs. 1 e Cotidiano )

Ìndex / Crise no Brasil
Custo de empréstimo sobe e já preocupa o governo. (págs. 1 e B6)

Confiança do consumidor cai e é a menor desde 2005. (págs. 1 e 5)

GM e Volkswagen decidem ampliar férias coletivas. (págs. 1 e B6)


Brasil
STF abre novo inquérito contra Paulinho sobre desvio de dinheiro. (págs. 1 e A4)

Vinicius Torres Freire – Banco aumenta ganho e faz juro subir
O principal motivo da alta feia dos juros em outubro não foi a taxa pela qual os bancos obtêm fundos, mas o aumento brutal do “spread”. “Spread” é, grosso modo, o ganho dos bancos no crédito. O custo do dinheiro subiu bem menos que a aversão deles a emprestar. (Págs. 1 e B4)


Editoriais
Leia “No ataque”, sobre nomeação de Obama; e “Alerta em Santa Catarina”, acerca de riscos climáticos.

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O Estado de S. Paulo

Manchete: EUA: mais US$ 800 bi para reativar crédito
O governo americano anunciou mais um pacote para estimular a economia. Serão usados US$ 800 bilhões para reativar o crédito aos consumidores e às pequenas empresas, com preocupação especial de dar fôlego ao mercado imobiliário. "É muito importante que o crédito esteja disponível porque a economia está desacelerando de forma dramática", disse o secretário do Tesouro, Henry Paulson. A primeira parte do programa prevê o uso de US$ 100 bilhões para a compra de dívidas das agências imobiliárias Fannie Mae e Freddie Mac. Mais US$ 500 bilhões serão aplicados na aquisição de títulos financeiros baseados em hipotecas imobiliárias. O objetivo é fortalecer as duas agências para que elas reduzam os juros cobrados dos compradores de imóveis.

Além disso, reservados US$ 200 bilhões para empréstimos a detentores de papéis financeiros baseados em financiamentos de automóveis, crédito estudantil e dívidas de cartão de crédito. (págs. 1 e B1 a B6)

SC já estima que número de mortos passe de 100
A Defesa Civil de Santa Catarina já estima em mais de cem o total de mortos no Estado por causa das inundações. Até a noite de ontem, 83 mortes tinham sido confirmadas e havia 36 pessoas desaparecidas. O número de desabrigados chega a 60 mil. Sete municípios estão formalmente em estado de calamidade pública, mas no Vale do Rio Itajaí-Açu, onde o quadro é mais dramático, a chuva diminuiu e o nível das águas parou de subir. Quinze helicópteros estão sendo usados na resgate de pessoas que ficaram em locais isolados pela cheia. O presidente Lula deve visitar amanhã as áreas atingidas. (págs. 1, C1, C3 e C4)

58% dos abusos ocorrem em casa
Governo lança cartilha sobre impacto da violência na saúde. (págs. 1 e C5)

Operação decide barrar a reforma tributária
A oposição anunciou o bloqueio das votações na Câmara até que seja fechado acordo sobre mudanças na reforma tributária. PSDB e DEM avaliam que o texto torna mais complicado o sistema de impostos. (págs. 1 e A4)

Rede de lojas do RJ sonegou R$ 100 milhões, afirma polícia
A Polícia Federal prendeu ontem 13 pessoas em operação fraudulenta de produtos chineses envolvendo a rede de varejo Casa & Vídeo, que tem 70 lojas, 61 delas no Rio. Durante os dois anos de investigação com Receita Federal, Ministério Público Federal e Justiça Federal, a PF calcula que tenham sido sonegados cerca de R$ 100 milhões em tributos. Na operação, foram apreendidas 80 carretas carregadas de mercadorias. (págs. 1 e B10)

Meia-entrada terá cota de 40%
Aprovado em comissão do Senado, projeto vai à Câmara. (págs. 1 e A18)

Relator apóia investigação da PF sobre Paulinho
O Conselho de Ética da Câmara começa a decidir hoje o destino do deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), que pode ter o mandato cassado e se tornar inelegível até 2018. A base para o parecer do relator, Paulo Piau (PMDB-MG), é o relatório da Operação Santa Tereza, da Polícia Federal. Para Piau, é "líquido e certo" o esquema armado para desviar recursos do BNDES. Caso passe no conselho, a cassação terá que ser votada no plenário da Câmara. (págs. 1 e A6)

Siderúrgicas cortam produção
Empresas brasileiras de siderurgia e mineração estão reduzindo a produção por causa da crise financeira internacional. Depois de Vale, Arcelor Mittal e Usiminas, ontem foi a vez de a Gerdau anunciar mudanças de planos. A siderúrgica decidiu antecipar a redução das atividades para trabalhos de manutenção programadas em duas subsidiárias, a Açominas e a Siderperú. A companhia prevê que no quatro trimestre deste ano as vendas de aço vão ficar 24% abaixo das registradas no mesmo período do ano passado. O setor siderúrgico abastece indústrias que estão entre as mais atingidas pela turbulência econômica - como as montadoras de automóveis, que colocaram seus trabalhadores em férias coletivas. (págs. 1 e B14)

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Jornal do Brasil

Manchete: US$ 800 bi
O novo pacote anunciado pelo Banco Central americano e pelo Departamento do Tesouro já contou com a participação da equipe do presidente eleito Barack Obama. Serão US$ 800 bilhões destinados ao mercado imobiliário, origem da crise: US$ 600 bilhões para comprar dívida relacionada a hipotecas e ativos imobiliários e US$ 200 bilhões para dívidas de consumidores. O governo brasileiro também tenta aumentar o crédito: o BC liberou R$ 6 bilhões ao BNDES. (págs. 1 e A2 a A5)

Órgão fundiário racha governo
A criação de um órgão para coordenar a regularização fundiária na Amazônia, proposta pelo ministro Mangabeira Unger, da Secretaria de Assuntos Estratégicos, provocou um racha no governo. A reação partiu do Incra, que teria suas funções esvaziadas. (pág. 1 e País, pág. A7)

Brasil não fala mais em calote
A relação com o Equador continua crítica, mas a diplomacia brasileira deixará de tratar como calote a recusa do presidente equatoriano Rafael Correa em pagar um empréstimo ao BNDES, relativo a uma obra suspensa da construtora Odebrecht. (pág. 1 e Economia, pág. A19)

Plano contra apagão aéreo
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou uma operação para impedir tumultos nos aeroportos no fim do ano. Entre 18 de dezembro e 7 de janeiro, as empresas aéreas serão obrigadas a ter aviões e tripulações reservas. Ordem é garantir a pontualidade. (pág. 1 e País, pág. A13)

PF prende donos das lojas Casa & Video
A Polícia Federal prendeu ontem os irmãos Luigi Fernando e Attílio Milone, proprietários da Casa & Video, sob as acusações de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e formação de quadrilha. (pág. 1 e Cidade, pág. A15)

Presidente da Rússia
Dmitri Medvedev diz a Sérgio Cabral que vai duplicar comércio com Brasil. (pág. 1 e Internacional, pág. A21)

Senado aprova cota de 40% para meia-entrada
A UNE critica o Senado, afirmando que a Casa cedeu à pressão de empresários e lobistas para aprovar o limite - 40% do total de entradas disponíveis - para a venda de ingressos pela metade do preço. (pág. 1 e País, pág. A12)

Marlan: CNJ apura denúncias
As operações do advogado Marlan de Moraes Marinho Júnior, características de tráfico de influência no Judiciário do Rio, reveladas em reportagem do JB, começam a ser apuradas hoje Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). (pág. 1 e País, pág. A10)

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Correio Braziliense

Manchete: Ação para desafogar saúde pública no DF
Os governos do Distrito Federal, de Goiás e a União montaram uma força-tarefa para reduzir a pressão do Entorno sobre os hospitais públicos brasilienses. Reunidos em Águas Claras, o governador José Roberto Arruda, o colega Alcides Rodrigues e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, definiram um conjunto de ações com o objetivo de oferecer atendimento médico a 1,5 milhão de moradores dos municípios goianos que recorrem à rede pública do DF. A primeira medida é a liberação de R$ 10 milhões em equipamentos para o Hospital Regional de Santo Antônio do Descoberto (GO), anunciada por Temporão. Depois, um acordo possibilitará mais investimentos em Águas Lindas, Novo Gama, Valparaíso e Cidade Ocidental. Arruda também renovou com o ministro o pedido de recursos para a construção de unidades de saúde no DF. Essas dariam o pronto atendimento, fariam uma triagem de pacientes e encaminhariam os casos mais graves para os hospitais. (págs. 1 e 28)

Reajustes voltam à estaca zero
Oposição vence governo no Senado, aprova duas emendas e projeto de lei que reajusta salários de 91 mil servidores federais é mandado de volta à Câmara.
Agora, só resta ao Palácio do Planalto tentar derrubar benefícios concedidos a fiscais da Previdência e a servidores do baixo escalão do Ipea. (págs.1 e 19)

Depois da chuva, a fome
Com os serviços públicos, o transporte e o abastecimento em colapso por causa dos temporais dos últimos dias, população de Santa Catarina é levada a uma onda de saques. Em Itajaí, fome faz moradores invadirem atacadão em busca de comida. Em várias cidades, o preço do pão chegou a R$ 3 por unidade. Contagem de mortos sobe para 84 e desabrigados já são 54 mil. Governo federal promete R$ 40 milhões de ajuda (págs. 1, 10 e 11)

US$ 10 bi em negócios com russos
Em visita oficial ao Brasil, presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, se declara disposto a dobrar o comércio entre os dois países e também a aumentar cooperação na área de alta tecnologia — nas palavras dele, nos ramos “espacial, de aviação, militar-industrial e energético, inclusive no campo nuclear”. (págs.1 e 22)

Crédito de veículos ressuscita
Com dinheiro que pegaram do governo, bancos de montadoras reduzem juros e voltam a oferecer empréstimos com prazo de pagamento de 60 meses. “Estamos sentindo que a poeira começa a baixar”, comemora Ricardo Lima, presidente do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos (Sincodiv-DF). (págs.1 e 15)

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Valor Econômico

Manchete: Fundos aproveitam baixa de ações e vão às compras
A crise afugentou muitos investidores, mas para alguns gestores que investem em ações e participações o mercado não oferecia tantas oportunidades há muito tempo. Fundos locais como Orbe, HSBC, Tarpon, Gávea, Fama e Pólo e alguns estrangeiros, como o Skagen e o Aberdeen, têm adquirido participações relevantes em companhias para as quais projetam um futuro mais promissor. Fundos de pensão também aproveitam a temporada de promoções: a Petros, por exemplo, elevou para 5,5% sua participação no capital da Lupatech.

Toda vez que um investidor ultrapassa a cota de 5% de uma classe de papéis em uma companhia precisa tomar essa informação pública. Desde o dia 20 de setembro, houve 65 comunicados de aquisições e participações relevantes à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Na sexta-feira, a Lojas Renner informou que o fundo Aberdeen, com sede no Reino Unido, aumentou de 9,94% para 15,01% sua participação no capital social da companhia, que tem controle pulverizado. Os fundos da Pólo Capital já informaram ter feito aquisições que resultaram em parcelas relevantes de companhias como Abyara (6,42%), Inpar (5,21%) e Telemig Celular (6,15%). O fundo norueguês Skagen comprou parte do Banrisul pela metade do preço pelo qual as ações do banco eram negociadas há um ano. Poucos gestores foram tão agressivos nas compras como a Tarpon, que nos últimos meses adquiriu ações da Cremer, Marisa e Daycoval.

O valor de mercado das companhias caiu bastante, em muitos casos mais de 50%. Quando a crise passar, muitos desses papéis hoje depreciados podem apresentar valorizações significativas. Marcos Duarte, sócio da gestora de recursos Pólo, diz que há pelo menos uma década não via as oportunidades que estão aparecendo nos últimos meses. "Há empresas que estão sendo negociadas por um valor de mercado abaixo do patrimonial e outras, pelo equivalente ao caixa", diz. Fabio Carvalho, sócio da Orbe Investimentos, afirma que a questão é de preço, uma vez que várias ações caíram 80%, 90% neste ano. A grande dúvida, diante da gangorra da crise, é saber se os preços não vão ficar ainda mais baixos. (págs. 1 e D1)

Resistência à privatização de aeroportos
Para levar adiante o projeto de conce­der aeroportos de grande porte à iniciati­va privada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá que driblar a forte resistên­cia do comando da Aeronáutica, que fez chegar ao Planalto sua contrariedade. A alegação dos militares para tentar dis­suadir o governo de iniciar as privatizações já em 2009, começando pelo Galeão e por Viracopos, se baseia no fato de que pelo menos nove aeroportos médios ou grandes têm sobreposição de pistas e ins­talações de operações comerciais com bases aéreas estratégicas. O compartilha­mento de pistas ocorre no Galeão, Gua­ru1hos, Brasília, Belém e na maior parte dos aeroportos do Nordeste. (págs. 1 e A3)

Contratações de crédito diminuíram em outubro
A média das contratações diárias de crédito recuaram 7,3% em outubro, mas a soma das carteiras das instituições fi­nanceiras chegou a avançar 2,9%. Os nú­meros do Banco Central indicam que não houve uma parada súbita nos finan­ciamentos. O total de crédito bancário atingiu R$1,187 trilhão ou 40,2% do Pro­duto Interno Bruto (PIB) - um recorde na série do BC, iniciada em 1995.

Se não houve parada brusca, há, porém, sinais claros de desaceleração. As concessões de empréstimos no mês so­maram R$ 157 bilhões, 3% abaixo dos R$ 162 bilhões de setembro. "O normal é as contratações aumentarem em ou­tubro, quando as empresas tomam cré­dito para formar estoques para o fim do ano e as famílias ampliam o consu­mo", explica o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes. Os dados preliminares de novembro, até o dia 12, mostram recuperação nas con­tratações, que cresceram 5,7% em rela­ção a outubro. (págs. 1 e C1)

Subsídios agrícolas
O Brasil dobrou a concessão de sub­sídios ao setor agrícola em 2005/2007, para R$ 14,7 bilhões (0,6% do PIB), em parte para atenuar o endividamento dos agricultores. Nos países da OCDE, as subvenções equivalem a 1% do PIB e somam quase USS 300 bilhões. (págs. 1 e Bl2)

Gasolina mais cara no Brasil que nos EUA
Com a queda das cotações do petróleo, os preços dos combustíveis ficaram bem mais altos no Brasil do que no mercado internacional, mesmo com o dólar na casa de R$ 2,30. Estimativas da MCM Con­sultores apontam que, na refinaria, a ga­solina estava na segunda-feira 31,4% mais barata na região da costa do Golfo do México, nos EUA, do que no Brasil. No caso do óleo diesel, a diferença era de 5,5%. Apesar disso, analistas não esperam que a Petrobras reduza os preços a curto prazo. A política da empresa para esses dois derivados do petróleo é de agir só quando a diferença entre a cotação inter­na e externa se mantém elevada por um período mais longo. (págs. 1 e A3)

Operação Negócio da China
A Polícia Federal prendeu ontem, em operação conjunta com a Receita, 13 pessoas supostamente envolvidas em crimes de sonegação, evasão e descaminho, entre eles os principais executivos da rede Casa&Video. (págs. 1 e B4)

Aquecimento no Nordeste
Estudo da Universidade Federal de Minas Gerais mostra que o aquecimento global terá grande impacto sobre o Semi-Árido nordestino e vai aumentar os fluxos migratórios. Até 2050, a perda de áreas pela agropecuária vai variar de 5% a 79%, conforme o Estado. (págs. 1 e A2)

Cerâmicas param em SC
O rompimento do Gasoduto Bo­lívia-Brasil, em razão das chuvas em Santa Catarina, obrigou a indústria ceramista do Estado a parar a pro­dução e dar férias coletivas aos funcionários. A reconstrução do trecho danificado deve durar 21 dias. (págs. 1 e B7)

Turismo parisiense
Pela primeira vez, o Escritório de Turismo de Paris traz ao Brasil um grupo de 25 empresários do setor. A intenção é atrair turistas de países emergentes e compensar a redução dos visitantes dos países ricos. "No primeiro semestre, os americanos diminuíram 20%", diz Paul Roll, diretor do escritório. (págs. 1 e B5)

Idéias
Rosângela Bittar: PT, ao contrário de seus adversários, tem permitido que novas lideranças tenham suas chances. (págs. 1 e A6)

Idéias
Edward Amadeo: política fiscal não deve tentar evitar queda da demanda sob risco de o déficit externo disparar. (págs. 1 e A11)

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Gazeta Mercantil

Manchete: Crédito recua 3% e juros chegam a 42,9% ao ano
Dados divulgados ontem pelo Banco Central (BC) mostram redução nas novas concessões de financiamento, reflexo da crise financeira global, que afetou o mercado de crédito em outubro. Os novos empréstimos recuaram 3% e os juros médios cobrados pelos bancos subiram 2,5 pontos percentuais. Dados parciais de novembro, porém, sinalizam recuperação de novos empréstimos. A novas operações somaram R$ 157,3 bilhões em outubro, frente aos R$ 162,2 bilhões em setembro. “Em momentos de crise, todo mundo fica mais conservador. A oferta de crédito caiu e as famílias também retraíram sua demanda por crédito”, afirmou o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes.

Para pessoas físicas, a queda nas concessões em outubro foi de 3,5%. O crédito para as empresas caiu 2,8%. O estoque de crédito em outubro somava R$ 1,186 trilhão, com alta de 2,9% sobre setembro, ou 40,2% do PIB.

A taxa média cobrada durante o mês de outubro chegou a 42,9% ao ano, o maior índice desde junho de 2006. (págs. 1 e B1)

Mais dinheiro para o BNDES
O Banco Central liberou ontem mais recursos do compulsório, no valor de R$ 6,2 bilhões, que serão abatidos sobre os depósitos a prazo, para compor o caixa do BNDES. O valor faz parte dos R$ 10 bilhões anunciados recentemente pelo banco de fomento. (págs. 1 e B1)

Equador garante compromissos com o Brasil
O ministro de Setores Estratégicos do Equador, Galo Borja, assegurou que o país sul-americano continuará pagando o crédito feito junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) até o pronunciamento da Justiça internacional de Paris sobre o caso. "O empréstimo é feito com pagamentos automáticos de Banco Central para Banco Central", afirmou. (págs. 1 e A10)

Petrobras e Aracruz fora do ISE
A nova carteira teórica de ações do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), divulgada ontem pela BM&FBovespa, surpreendeu o mercado com a exclusão da Petrobras do portfólio de companhias com práticas socioambientais responsáveis. A Aracruz, envolvida com perdas com derivativos cambiais, também ficou fora.

A saída da Petrobras é atribuída à não adesão a práticas de responsabilidade ambiental, segundo organizações não governamentais. Analistas, porém, afirmam que os efeitos sobre a ação da empresa devem ser pequenos. Em comunicado, a estatal informou que pediu esclarecimentos ao Conselho Deliberativo do ISE. (págs. 1 e B5)

Contas públicas
Superávit acumulado no ano é recorde. (págs. 1 e A4)

Pesquisa
Indústria da comunicação faturou US$ 1,8 trilhão no mundo em 2007. (págs. 1 e C1)

Mineração
A Kinross, dirigida por Burt, triplica produção no País. (págs. 1 e C9)

Em dificuldades, usineiros já atrasam pagamentos
O enxugamento do crédito tem feito com que algumas usinas, incluindo grupos tradicionais da região de Ribeirão Preto, atrasem o pagamento a fornecedores de cana. Fabricantes de equipamentos para a indústria sucroalcooleira também apontam casos de inadimplência da ordem de 36%. Além disso, 28,7% dos pedidos teriam sido postergados, o que representa compras num total de R$ 4,9 bilhões.

Para usineiros e seus fornecedores, os pedidos de recuperação judicial feitos neste mês pela usina Albertina, de Sertãozinho, e pelo Grupo Naum, de Goiás, indicam o início de movimento de aquisições e fusões.

Para Manoel Ortolan, que representa fornecedores de cana, a crise de caixa das usinas antecede a crise financeira mundial. Elas queimaram gorduras em 2007 e arcam com as conseqüências neste ano, diz Ortolan.

Nos EUA, os produtores de etanol também enfrentam dificuldades. A queda do preço da gasolina levou muitas usinas à insolvência. (págs. 1 e B12)

Opinião
Leonardo Trevisan: Discutir cotas educacionais exige notar que os alunos do ensino público fugiram da prova no programa de inclusão da USP. (págs. 1 e A2)

Fed volta a agir com aportes que somarão US$ 800 bilhões
O Federal Reserve (Fed, o BC dos Estados Unidos) prepara novas ações que destinarão até US$ 800 bilhões para destravar o crédito imobiliário e incentivar o consumo. A instituição anunciou ontem que vai comprar até US$ 600 bilhões em títulos dos bancos de financiamento imobiliário credenciados pelo governo. Os US$ 200 bilhões restantes servirão para apoiar empréstimos a consumidores e pequenas empresas. As medidas foram delineadas pelo atual presidente do Fed, Ben Bernanke, há seis anos, quando ele era diretor regional da instituição. O objetivo é evitar um colapso financeiro e pôr fim à ameaça de deflação no país. (págs. 1 e B3)

Recessão na OCDE será prolongada
A maioria dos 30 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) enfrentará uma recessão severa e prolongada, alguns até 2010, anunciou a organização ontem, recomendando medidas como redução das taxas de juros e injeções de liquidez na economia.

“A crise financeira está longe de acabar e essa recessão será a mais severa desde o início dos anos 1980”, informou a organização em sua sede em Paris. Nos EUA, o PIB deve aumentar 1,4% em 2008, caindo 0,9% em 2009. (págs. 1 e A12)

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Estado de Minas

Manchete: Consumidor paga o maior juro em 5 anos (pág.1)

Justiça garante a cliente da Caixa reivindicar as perdas (pág.1)

Mortos pela chuva em SC chegam a 84
Até o início da noite de ontem, o número de mortos pelas chuvas em Santa Catarina já passava de 80. Mais de 54 mil pessoas tiveram de deixar suas casas, nas cidades mais atingidas, como Itajaí, onde houve saques a supermercados e farmácias. Oito municípios continuavam isolados. (pág.1)

Minas tem 51 cidades sem médico
Segundo levantamento da UFMG, 51 municípios sofrem com a falta de profissionais de saúde que atendam em tempo integral. Muitas prefeituras precisam recorrer a médicos de outras cidades. (pág.1)

Confira quanto cada um dos 853 municípios de MG ganha ou perde de ICMS (pág.1)

Pressão para subir salário de Lacerda (pág.1)

Economia americana encolhe 0,5% no 3º trimestre e país anuncia novo pacote de US$ 800 bi para aumentar crédito (págs. 1 e 15)

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Jornal do Commercio

Manchete: Escolas não vão parcelar débitos
Sindicato avisa que, para renovar matrícula, atrasados devem ser pagos à vista e, de preferência, em dinheiro. Três colégios foram multados, ontem, por não colocar em local visível planilha de custos justificando reajuste de 2009, que será de 8% a 12%. (pág.1)

Casos de aids dobram na faixa dos 50 anos (pág.1)

Santa Catarina em estado de calamidade (pág.1)

Avião que caiu em San Martin estaria irregular (pág.1)

terça-feira, 25 de novembro de 2008

O que Publicam os Jornais de Hoje

25 de novembro de 2008

O Globo

Manchete: Crise força Obama a ocupar o vazio de poder nos EUA
Ao apresentar sua equipe eco­nômica para enfrentar a crise glo­bal, o presidente eleito dos EUA, Barack Obama, agiu como se já ti­vesse sido empossado, sinalizan­do ao mercado que decidiu ocu­par o vácuo de poder representado pela opaca atuação do presi­dente Bush. Obama afirmou que ele e a equipe já começaram a trabalhar na elaboração de um pa­cote agressivo de estímulo à economia, que seria proporcional ao tamanho da atual crise financeira e deve ficar pronto cinco dias an­tes de sua posse, em 20 de janei­ro. "Não temos mais um minuto a desperdiçar." E ressaltou que, an­tes de melhorar, a economia vai piorar: "Sabemos que não será fácil, a mudança não acontecerá da noite para o dia." Segundo Obama, que conversou ontem com Bush e Sen Bemanke, do Fed, o plano é elaborado em coordena­ção com o governo e com o Congresso. (págs. 1, 27 e 28)

No Ministério de Lula, a receita é propaganda
O presidente Lula reuniu 36 de seus 37 ministros - o maior gabinete da História do país - para unificar o discurso do governo na crise. A principal decisão: fazer uma campanha publicitária. (págs. 1 e 23)

Repetência no Brasil é 2ª maior da AL
O Brasil perdeu quatro posições e caiu para 80º lu­gar, entre 129 países, no ranking de monitoramento das metas de educação da Unesco. O país tem a segunda maior taxa de repetência latino-americana, 18,7% na escola primária. (págs. 1 e 9)

Juiz suspende indiciamentos do caso TAM
O juiz Hélio Narvaez, de São Paulo, suspendeu os dez indiciamentos feitos pe­la polícia na investigação do desastre da TAM que deixou 199 mortos. O juiz condenou o fato de os indiciamentos terem saído an­tes na Imprensa. (págs. 1 e 8)

Chuvas já deixaram 59 mortos em SC
Chega a 59 o número de mortos pelas chuvas em Santa Catarina. Cerca de 42 mil pessoas estão desabrigadas ou desalojadas. Os deslizamentos de barreiras provocaram interdições em 18 rodovias, e a mais atingida é a BR-101. Oito municípios estão isolados. O abastecimento de água, luz e gás está prejudicado. (págs. 1 e 3)

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Folha de S. Paulo

Manchete: EUA impedem quebra do Citigroup
Numa complexa operação financeira para salvar o segundo maior banco do país, os EUA injetaram US$ 20 bilhões no Citigroup e se comprometeram a honrar a maior parte de US$ 306 bilhões em papéis “podres”. No mês passado, o banco já recebera US$ 25 bilhões. O governo americano passará a ser o maior proprietário do Citigroup, com 7,8% em ações do banco. Terá controle sobre bônus dados a executivos e imporá limites ao pagamento de dividendos a acionistas. É a terceira grande operação-resgate nos EUA desde agosto.

O socorro ao Citigroup faz o total de dinheiro público americano gasto ou comprometido na atual crise financeira, que se iniciou no mercado imobiliário, encostar nos US$ 5 trilhões. É o equivalente a quatro vezes o total de riquezas produzidas pelo Brasil durante um ano. A operação repercutiu positivamente nos mercados do mundo: Nova York encerrou com valorização de 4,93% e Bolsas como as de Londres e Frankfurt subiram mais de 9%. No Brasil, a Bovespa fechou o dia com alta de 9,40% e o dólar caiu 5,4% para R$2,325. (págs. 1 e Dinheiro)

Morte em razão da chuva chegam a 64 em Santa Catarina
As chuvas em Santa Catarina já deixaram ao menos 64 mortos desde sexta. È a pior enchente no Estado desde 1974, quando 199 pessoas morreram. O ito cidades estão ilhadas, e cerca de 43 mil pessoas foram obrigadas a deixar suas casas. Estima-se que tenha sido atingido pelo 1,5 milhões de pessoas, um quarto da população catarinense. A principal causa das mortes são os deslizamento de terra, sobretudo na vale do Itagi. Em, Blumenal, os moradores estão sem aguá potavel e já há sinais de desabastecimento fr alimento. A chuva também danificou uma tubulação do gasoduto Brasil-Bolivia, deixando parte de Santa Catarina e todo p Rio Grande do Sul sem gás natural. (Págs. 1 e C 1 e C 6 )

Anac vai liberar desconto sobre passagem aérea internacional. (págs. 1 e B10)

Justiça proíbe indiciamentos no caso da TAM
A Justiça proibiu o indiciamento de dez nomes ligados à Anac, à Infraero e a TAM no inquérito sobre o acidente que matou 199 pessoas em 2007. Para o juiz Hélio Narvaez, a veiculação dos nomes na mídia antes do indiciamento representa “eventual violação” do direito dos investigados. (págs. 1 e C8)

PF afasta delegado Protógenes Queiroz do setor de inteligência. (págs. 1 e A6)

Editoriais
Leia “O calote do Equador” acerca da dívida com o BNDES; e “Cotas de imperfeição”, sobre reserva de vagas. (págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Pacote de Obama vai priorizar emprego
A equipe do presidente eleito dos EUA, Barack Obama, está elaborando um programa de estímulo fiscal de US$ 500 bi­lhões a US$ 700 bilhões para os próximos dois anos. Será um dos maiores pacotes de gastos públicos desde a de­pressão dos anos 30 e deverá ser implementado "o mais rá­pido possível", anunciou Oba­ma. O plano incluirá a criação de 2,5 milhões de empregos até 2011, além de financiamen­to para obras públicas e pro­moção de energia alternativa. Está previsto também um cor­te de impostos para as classes média e baixa. Obama confir­mou que seu secretário do Te­souro será Timothy Geithner, um dos responsáveis pelos pa­cotes de combate à atual crise financeira. (págs. 1 e A9 a A11)

Língua Portuguesa - 'Estado' adota nova ortografia em janeiro
Acordo ortográfico foi assinado pelo presidente Lula em 29 de setembro. (págs.1 e A17)

Mantega diz que não descarta reduzir IOF
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o governo dispõe de um "arsenal de medidas contra a crise". Ele não descartou reduzir impostos, como o IOF. (págs. 1 e B5)

Venda de aviões da Embraer para Equador é suspensa
O Brasil decidiu suspender a au­torização para que o BNDES fi­nanciasse a venda de 24 aviões Supertucanos para o Equador, um negócio de US$ 261 milhões. A medida é nova retaliação à de­cisão de Quito de não pagar US$ 243 milhões ao BNDES, di­nheiro investido em usina ques­tionada pelos equatorianos. No Planalto, a intenção é não atra­palhar o negócio, mas o Equa­dor terá de encontrar outra for­ma de financiamento. (págs. 1 e A15)

O calote do Equador
O presidente do Equador, Rafael Correa, padece da doença infantil do populismo - que leva seu portador a considerar ilegais e ilegítimos todos os empréstimos tomados por seu país. (págs. 1 e A3)

Até quando?
Rubens Barbosa: A política brasileira na América do Sul ignora bases elementares. ( págs. 1 e A2)

Mercados disparam após anúncio de socorro ao Citi
O governo dos EUA anunciou um plano de socorro ao Citi­group, o segundo maior banco americano. O programa prevê injeção imediata de US$ 20 bi­lhões e dá garantias de até US$ 306 bilhões para ativos “tóxicos”. Com a medida, as ações do Citi dispararam qua­se 58%, após terem perdido 60% na semana passada em ra­zão das incertezas. A bolsa de Nova York subiu 4,93%, e a Bo­vespa, 9,4%. (págs. 1 e B1)

Já são 58 os mortos em SC
A enchente causada pela chuva deixou até a noite de ontem 58 mortos e mais de 42 mil desabrigados em Santa Catarina. O governo estadual estima que 1,5 milhão de pessoas sofreram algum tipo de prejuízo com a cheia. As principais estradas estão fechadas e oito cidades continuam isoladas. Há risco de novos deslizamentos em Blumenau.
(págs. 1,Cl,C3 e C4)


SP terá um terço da nova rede nacional de pesquisa
O Brasil vai anunciar a criação de uma rede de pesquisa estratégica com mais 90 ins­titutos científicos de todas as regiões do País, informa o re­pórter Herton Escobar. A maior parte desses institutos (35) fica no Estado de São Paulo. (págs. 1 e A16)

Número
R$ 520 milhões serão investidos na formação da rede de pesquisa científica. (pág.1)

Reforma tributária - Governo de SP abre guerra a projeto
Relatório propõe destruição da indústria, diz auxiliar de José Serra. (págs. 1 e A4)

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Jornal do Brasil

Manchete: Na crise, bancos são os que mais lucram
Pesquisa da consultoria Economática mostra que o lucro de 15 bancos atingiu R$ 6,92 bilhões no terceiro trimestre e superou, pela primeira vez, o resultado de todos os setores da economia (excetuando Vale, Petrobras e Eletrobrás). Na última reunião ministerial do ano, o governo definiu em 4% a estimativa de crescimento para 2009 e prometeu campanha de incentivo ao consumo. Nos EUA, Barack Obama anunciou a equipe que enfrentará a crise. (pág. 1, Tema do dia, págs. A2 e A3 e País, pág. A11)

Brasil é foco de Obama na América Latina
Assessores do presidente dos EUA, Barack Obama, disseram ao jornal argentino La Nación que suas prioridades na América Latina serão Brasil e México. Obama planejaria, inclusive, vir ao Brasil em abril. (pág. 1 e Internacional, pág. A22)

"Governo terá de desistir de MP"
Para o presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho, o governo terá de desistir da MP das Filantrópicas e enviar um projeto de lei. "Eu sofreria uma derrota com honra, o governo sairia vitorioso com desonra". (pág. 1 e Coisas da Política, pág. A2)

TAM: anulados indiciamentos
O juiz Helio Narvaez anulou a decisão da Polícia Civil de São Paulo de indiciar 10 pessoas pelo acidente com o avião da TAM que causou 199 mortes. O juiz justificou a anulação, alegando que os nomes vazaram para a imprensa antes do indiciamento formal. (pág. 1 e País, pág. A10)

Bilheteria
Produtores culturais e estudantes, que prometem lotar as galerias do Senado, enfrentam-se hoje na votação da lei da meia-entrada, polêmica que se arrasta desde os anos 90. (págs. 1 e B1)

Câncer de pulmão bate 90% de cura
Com os avanços nos tratamentos, chegam a 90% as chances de cura do câncer de pulmão, se diagnosticado em fase inicial. No entanto, no Brasil a descoberta costuma ocorrer nos estágios mais avançados, reduzindo o índice de sucesso para 40%. (pág. 1 e Vida, Saúde & Ciência, pág. A24)

Brasil e Espanha mais unidos
Em conferência em Madri promovida por JB e Gazeta Mercantil, empresários do Brasil e da Espanha comemoraram, mesmo na crise, sucesso da parceria de desenvolvimento. (pág. 1 e Economia, pág. A18)

Chuvas provocam 59 mortes em SC
Até a noite de ontem a Defesa Civil de Santa catarina já havia registrado 59 mortes por causa das tempestades na região. Cerca de 42 mil pessoas estão desalojadas e desabrigadas. O município que mais óbitos registrou foi Ilhota (14), seguido por Blumenau (13), onde ainda há risco de novos deslizamentos. Cerca de 160 mil pessoas também estão sem energia elétrica. (págs. 1 e A10)

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Correio Braziliense

Manchete: Temporais matam 63 e arrasam Santa Catarina
É a pior catástrofe natural já enfrentada pelo estado. Ruas inteiras estão debaixo d'água em Joinville (C). Na vizinha Jaraguá do Sul (E), milhares de pessoas perderam as casas. Outras tantas, a própria vida. O cenário aterrador se repete em Blumenau (D), varrida pela lama. Itajaí está com 90% dos imóveis submersos. O abastecimento de energia e água potável entrou em colapso. Como os deslizamentos de terra afetaram praticamente todas as estradas catarinenses, pelo menos oito municípios estão isolados. Dezenas de pessoas ainda estão sob areia, água e destroços. Segundo a Defesa Civil, há 63 mortos e 43 mil desabrigados. O governo federal editou uma medida provisória liberando recursos para o socorro. O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, foi despachado para acompanhar in loco os trabalhos e chegou ontem à noite a Florianópolis. (págs. 1, 10 e 11)

Lula encomenda gastança contra a crise em 2009
Em reunião com os ministros, presidente Lula manda que eles preparem pelo menos R$ 101 bi em gastos para o ano que vem, cobra corte de impostos e pede até uma campanha publicitária para instigar a população a manter as despesas em alta.(págs. 1, 14 e 15)

Supersalário de R$ 14 mil
Advocacia-Geral da União divulga edital e anuncia 86 vagas para advogado federal. Ancine também abre seleção, com 55 postos e remuneração de R$ 9.552. (págs. 1 e 18)

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Valor Econômico

Manchete: Tesouro dos EUA fica sócio do Citi e alivia mercado
A Bolsa de Nova York disparou ontem, puxando outros mercados como a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) com a revelação dos detalhes do plano de resgate do Citigroup e com a confirmação da equipe econômica do presidente eleito dos EUA Barack Obama. O índice Dow Jones subiu 4,93% e o Ibovespa, 9,4%.

As autoridades americanas vão fazer uma injeção direta de capital de US$ 20 bilhões e garantir contra perdas US$ 306 bilhões dos US$ 2 trilhões em ativos do gigante americano. Os ativos garantidos incluem principalmente créditos e títulos vinculados a financiamentos de imóveis residenciais e comerciais. Anteriormente, o governo havia capitalizado o Citigroup em US$ 25 bilhões.

Para o mercado, a ação do governo americano - materializada por meio do Federal Reserve (Fed, o banco central), pela agência garantidora de depósitos, a Federal Deposit Insurance Company (FDIC), e pelo Tesouro - sinaliza a intenção de ajudar a estabilizar o sistema financeiro como um todo. Acredita-se que outros bancos poderão ter ajuda semelhante.

Em troca do resgate, o Citi vai emitir ações preferenciais que darão ao governo participação ao redor de 8% no capital do banco. Também vai limitar o pagamento dos executivos e implementar um programa destinado a tornar os créditos imobiliários mais acessíveis a tomadores em dificuldades.

O Citi teve US$ 20 bilhões em prejuízos nos últimos doze meses. Na semana passada, anunciou um plano para demitir 52 mil funcionários e eliminar bilhões de dólares em custos. Mas os investidores continuaram preocupados com a saúde financeira do Citigroup, que controla um dos maiores bancos do mundo e presta serviços a cerca de 200 milhões de clientes em mais de uma centena de países. As ações do banco chegaram a cair 60% na semana passada, reduzindo seu valor de mercado a cerca de US$ 20 bilhões.

O socorro do governo foi bem recebido pelos investidores. As ações do banco dispararam ontem. Elas chegaram ao fim do dia em alta de 58%, mas ainda estão longe de recuperar o brilho e o valor de mercado que exibiam antes da crise. (págs. 1, C5 e D2)

Perdas da previdência
A queda da bolsa em outubro, superior a 24%, afetou o resultado dos fundos de previdência com ações, que tiveram perda média de 6,22% no período. No ano, até o fim de outubro, a rentabilidade estava negativa em 7,8%, ante um ganho de 10,04% do juro interbancário (CDI). (págs. 1 e D1)

Exportação à Europa corre riscos
Dezembro chega com a ameaça de uma nova barreira para exportações do Brasil à Europa. Na segunda-feira termina o prazo fixado pela União Européia para que as empresas façam o “pré-registro” no sistema Reach (Registro, Avaliação, Autorização e Restrição de Químicos), de controle da liberação de substâncias químicas nas mercadorias. Exportações brasileiras de até US$ 2 bilhões estão sujeitas a registro, segundo o Ministério do Desenvolvimento. A exigência atinge mais de 50 mil substâncias e se estende a manufaturas que contenham esses produtos em sua composição e os liberem no ambiente -como brinquedos ou sandálias aromatizadas. (págs. 1 e A4)

Gás natural caro favorece o óleo
A queda brusca nos preços do petróleo fará com que o óleo combustível fique mais barato do que o gás natural nacional se a Petrobras não renegociar valores com as distribuidoras. Empresas já estudam migrar para o óleo.

Estudo da consultoria Gás Energy mostra que nos Estados onde o preço do gás é repassado imediatamente para as tarifas ele já está mais caro do que o óleo e deve continuar assim durante o próximo ano. Em São Paulo, a pressão do custo é absorvida pela Comgás, que reajusta preços uma vez por ano. A companhia já pediu uma revisão extraordinária das tarifas ao governo estadual.

A distorção é decorrência da fórmula que está sendo aplicada pela Petrobras. Além de uma parcela fixa, em média de US$ 2,5 por milhão de BTU, existe uma parcela variável que considera uma cesta de óleos, mas que é indexada a uma média trimestral do preço do petróleo. Em novembro é feito reajuste com base no preço do petróleo de julho, agosto e setembro - período em que ele chegou ao pico de quase US$ 150 por barril. Nas contas das indústrias ligadas à Abrace, que reúne os grandes consumidores, o gás terá aumento de 30% no mês. (págs. 1 e Bl)

Enchentes param parque têxtil de SC
As indústrias têxteis de Blumenau e Brusque, em Santa Catarina, suspenderam atividades ontem por conta da enchente do fim de semana, que causou a morte de pelo menos 58 pessoas e deixou mais de 42 mil desabrigadas. Empresas como Teka, Hering, Buettner, Coteminas, Dudalina e Karsten não funcionaram por causa da falta de energia e de trabalhadores, que não conseguiram chegar ao trabalho. As perdas do parque fabril de Blumenau são estimadas em US$ 5 milhões por dia de paralisação. (págs. 1, B8 e B12)

Idéias
Delfim Netto: Agora é hora de medi­das de crédito e fiscais fortes, tempesti­vas e bem coordenadas. (págs. 1 e A2)

Idéias
Joaquim Levy: Pela primeira vez a ver­dadeira taxa de juros é a Selic. (págs. 1 e Al0)

Mato Grosso investe em infra-estrutura, incentivos fiscais e verticalização para crescer. (págs. 1 e Valor Estados)

Batalha aérea
O Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias ameaça ir à Justiça contra decisão da Anac que libera as tarifas dos vôos internacionais para regiões como Europa e América do Norte a partir de 2010. Única empresa atingida pela medida, a TAM defende prazo adicional de dez meses. (págs. 1 e B6)

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Gazeta Mercantil

Manchete: Material de construção vai crescer mais este ano
A crise está longe ainda de chegar ao mercado de construção civil. Ontem, a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) refez, pela quarta vez neste ano, as projeções de crescimento do setor, elevando a previsão inicial de 12% para 28% em 2008, a um faturamento estimado de R$ 100 bilhões. A revisão se deve ao registro de elevação de 36,5% nas vendas acumuladas até outubro, na comparação com o ano anterior. “Nós sabemos que há uma crise e isso vai nos afetar em algum momento. Mas os efeitos demoram um pouco mais para chegar à indústria da construção porque há ainda muitas obras em andamento”, avalia Melvyn Fox, presidente da associação.

A venda de produtos básicos, utilizados na estrutura das construções, como cimento, aço e tubulações, aumentou 40,2%. O faturamento das vendas internas de materiais de acabamento, acumulado até outubro, apresentou crescimento de 20,11% em relação ao mesmo período do ano passado.

O setor de embalagens de aço cresceu 2,6% até outubro deste ano, em relação ao mesmo período de 2007. O crescimento foi puxado pelo segmento de latas de tintas. A Duratex também informou que opera a 90% da capacidade e decidiu postergar o investimento de R$ 450 milhões em uma nova linha de painéis de madeira, mas mantém os R$ 925 milhões que vão elevar em 125% a capacidade de painéis de MDF e 33% a capacidade da Deca, empresa do grupo.

Fabricantes do setor como Tigre e Amanco, de tubos e conexões, e Basf, da marca Suvinil, já informaram a perspectiva de manutenção do crescimento também para 2009, quando os números devem ser menores do que os de 2007 e 2008. Na previsão da Abramat, o crescimento de 2009 fica em 6%. (págs. 1, C6, A6 e INVESTNEWS.COM.BR)

Mantega nega pacote e prevê desaceleração
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, descartou ontem a possibilidade de o governo editar um “pacote” de medidas para amortecer o impacto da crise mundial sobre a economia brasileira, mas reconheceu a necessidade de se adotarem políticas anticíclicas para garantir um crescimento de 4% em 2009. Segundo o ministro, essa taxa representará apenas uma desaceleração, porque a economia brasileira continua sólida e está “sob controle”. (págs. 1 e A4)

Calote
O ministro Celso Amorim alertou que a decisão equatoriana afeta a Aladi. (págs. 1 e A13)

Espanha e Brasil ampliam integração
O Brasil e a Espanha são protagonistas de uma das mais importantes parcerias comerciais no mundo globalizado. O país ibérico é hoje a segunda nação que mais investe no Brasil, atrás apenas dos Estados Unidos.

Em 2007, o investimento bruto espanhol foi de € 1,37 bilhão, quase 50% a mais que no ano anterior. Desde 2002, o volume acumulado de investimentos de empresas espanholas no Brasil passa de US$ 40 bilhões em recursos aplicados principalmente nos setores de infra-estrutura e serviços.

Dentro deste cenário de integração econômica, a Gazeta Mercantil, com apoio do JB e da Casa Brasil, em parceria com o IE Business School, realizou ontem a Conferência “Espanha-Brasil: parcerias, negócios e investimentos”, em Madri.

O evento contou com a participação dos mais importantes empresários do setor privado de ambos os países. O encontro representou uma oportunidade para incrementar as relações entre as duas nações e identificar novas oportunidades de negócios e integração.

Para Silvia Iranzo, secretária de Estado de Comércio da Espanha, o Brasil é um parceiro estratégico e privilegiado. “Desde que assinamos o plano estratégico de cooperação entre as duas nações, avançamos muito e criamos mecanismos para o desenvolvimento”, declarou.

Para Haroldo Lima, presidente da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o Brasil será menos afetado pela crise internacional e se tornará um destino atraente para novos investimentos. “O potencial econômico do País é muito grande”, afirmou. (págs. 1, A8 e A9)

Recursos externos
Investimento direto estrangeiro é recorde. (págs. 1 e A4)

Bolsas têm forte alta em dia de otimismo
Em clima de euforia, as bolsas de valores reagiram às notícias consideradas positivas, como o salvamento do Citigroup e o anúncio da equipe do presidente eleito dos EUA, Barack Obama. O Ibovespa fechou em alta de 9,40%. O Dow Jones ganhou 4,53% e o Nasdaq, 6,33%, enquanto o FTSEurofirst 300 disparou 8,89%. (págs. 1 e B2)

Opinião
Costábile Nicoletta: Projetos de lei para repatriar dinheiro remetido ilegalmente para fora do País afrontam quem paga corretamente seus impostos. (págs. 1 e A2)

Montadoras ajustam estoques
Desde que a crise se acentuou, as montadoras se empenham na equação para adequar a produção à demanda em queda. Estoques nas fábricas e revendas fecharam outubro em 38 dias, maior volume dos últimos tempos. (págs. 1 e C3)

BBVA amplia operações no Brasil
O Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (BBVA) amplia atuação no Brasil e deve iniciar as atividades como banco de investimento, focado em serviços de tesouraria. (págs. 1 e B3)

Chuvas inundam lavouras em SC
A colheita das culturas de inverno e a semeadura da safra de verão estão parcialmente comprometidas em Santa Catarina. A área cultivada com arroz irrigado está quase toda coberta por até dois metros de água. (págs. 1 e B11)

Liminar suspende licença de Jirau
A Justiça Federal suspendeu, ontem, por meio de liminar, a licença de instalação concedida pelo Ibama para a hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira. (págs. 1 e A12)

Instabilidade afeta venda interna de minério de ferro
O agravamento da crise internacional no mês de outubro refletiu nas vendas de minério de ferro no mercado interno. No mês, as vendas somaram 2,9 milhões de toneladas, queda de 33,37% em relação ao mesmo mês de 2007. Em dez meses, as vendas totalizaram 38,75 milhões de toneladas, 11,9% abaixo das 44,03 milhões de toneladas de igual período do ano passado.

Já as vendas de pelotas caíram 26,89%, para 471 mil de toneladas. No acumulado do ano, porém, a alta é de 17,73%, para 5,48 milhões de toneladas comercializadas.

Os dados são do Sindicato Nacional da Indústria da Extração do Ferro e Metais Básicos (Sinferbase), com base nas informações fornecidas pela Companhia Vale do Rio Doce (Vale), que não se pronunciou sobre o assunto.

No País, as principais compradoras do minério da Vale, a Usiminas e a ArcelorMittal, já anunciaram medidas de redução da produção.

As exportações de minério de ferro para a China totalizaram 7,58 milhões de toneladas, alta de 5,92% em relação a outubro do ano passado. (págs. 1 e C5)

Aracruz recorre à Justiça contra ex-diretor
Os acionistas da Aracruz Celulose aprovaram, em assembléia realizada ontem, entrar com ação na Justiça contra o ex-diretor financeiro da companhia, Izac Zagury, apontado como responsável pelos prejuízos registrados com operações de derivativos cambiais.

Apesar de a decisão da Aracruz não ser a única nos últimos dias, representantes da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e especialistas afirmam que os recursos judiciais devem ser a última opção. “O momento é de negociação”, afirma o ministro Sydney Sanches. “Os derivativos são bens disponíveis e podem ser negociados”, define o ministro, que ontem participou de reunião de especialistas, na sede da Fiesp, em São Paulo. (págs. 1 e A12)

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Estado de Minas

Manchete: Sinais de vida na UTI
Ação coordenada reanima mercado global. (pág. 1)

Novo índice social mostra MG acima da média nacional. (pág. 1)

ICMS cresce para 363 cidades e cai em 488. (pág. 1)

Chuva causa pelo menos 63 mortes em Santa Catarina. (pág. 1)

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Jornal do Commercio

Manchete: João da Costa livre da cassação
TRE entendeu que houve campanha antecipada e uso da máquina da Prefeitura, mas não viu motivo para perda do mandato e optou por multa de R$ 58,5 mil para o prefeito eleito, que enfrenta outros três processos. João Paulo não sofreu punição. (pág. 1)

Lula dá prioridade ao crescimento e pede um PAC 2 a Dilma (pág.1)

Número de mortos pela chuva chega a 63 em Santa Catarina (pág.1)

Passagem aérea (pág.1)

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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

O que Publicam os Jornais de Hoje

24 de novembro de 2008

O Globo

Manchete: Obama fecha equipe de economia com novas medidas
Com a escolha de Lawrence Summers para a direção do Conselho Econômico Nacional, o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, completou sua equipe econômica, que deve ser anunciada oficialmente hoje. Ao lado de Timothy Geithner, futuro secretário do Tesouro, Summers liderará o grupo que levará adiante um plano para combater a crise econômica com medidas mais ambiciosas do que as prometidas na campanha. Ontem, líderes do Partido Democrata sinalizaram que outro pacote de ajuda poderia ser aprovado em janeiro. A presidente da Câmara, Nancy Pelosi, disse que o partido está preparado para aprovar um plano das proporções do New Deal, de pelo menos US$ 300 bilhões. Um porta-voz de Obama disse que não dará cheque em branco às montadoras, e o governo avalia novo socorro ao Citigroup. (págs. 1, 17 e 22)

Venezuela vota em clima de tensão
Numa decisão de última hora, o Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela prorrogou ontem o horário de fechamento das urnas. A oposição disse que foi uma manobra do governo para tentar evitar uma derrota nas eleições para governador, prefeito e vereador, consideradas um teste para a popularidade de Hugo Chávez. O clima no país era de incerteza e tensão. A oposição acusou os militantes chavistas de levarem gente para votar. (págs. 1 e 23)

Governo vai suspender projetos com Equador
Depois de chamar de volta o embaixador no Equador, o governo brasileiro vai suspender projetos de cooperação nas áreas de saúde, educação e energia. Além disso, o Brasil deve rever toda a relação diplomática com os equatorianos. (págs. 1 e 18)

Um barco na esquina
Uma equipe da Defesa Civil percorre, de barco, uma rua alagada em Itajaí, Santa Catarina: as chuvas dos últimos dias deixaram 20 mortos e oito mil desabrigados no estado. O governo decretou emergência. (págs. 1 e 5)

LBV recupera certificado e ganha anistia com MP
Uma brecha jurídica levou à anulação do processo sobre irregularidades na Legião da Boa Vontade. Com isso, a LBV recuperou, há dois anos, seu certificado de entidade filantrópica e ainda foi beneficiada com recente anistia fiscal pela MP do governo. (págs. 1 e 3)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Chuvas provocam 20 mortes em SC
Pelo menos 20 pessoas já morreram em Santa Catarina devido às chuvas que atingem o Estado há quatro meses e se intensificaram nos últimos dias. A maioria foi vítima de soterramento. (...) (págs. 1 e C1)

Filas marcam as eleições locais na Venezuela
Sem incidentes graves e com comparecimento de eleitores considerado acima do esperado, a Venezuela foi às urnas ontem para renovar governadores, prefeitos e legislativos regionais.

Em razão das longas filas, centros de votação ficaram abertos horas depois do horário preestabelecido (págs. 1 e A9)

Citigroup pode ter US$ 100 bi dos EUA
Em meio a uma crise de confiança que derrubou o valor de suas ações em 60% na semana passada, o Citigroup pode receber uma injeção de mais de US$ 100 bilhões do governo americano, disse ontem a TV CNBC. É o valor do PIB de 2007 do Peru, sétima maior economia da América Latina. (...) (págs. 1 e B1)

Comércio de luxo não sente os efeitos da crise até agora
Num primeiro momento, o comércio de luxo será beneficiado pela crise, avalia o empresário Carlos Jereissati, que controla o Iguatemi e outros shoppings no país. “As pessoas deixam de investir no longo prazo e gastam no médio prazo”, diz.

Eliana Tranchesi, sócia da Deslu, afirma que seus clientes só deixarão de comprar “coisas grandes”, como avião, carro e jóias. (págs. 1 e A14)

Editoriais
Lei “Clima de campanha”, sobre propostas ambientais nos EUA; e “Piora incipiente”, acerca de crise no Brasil. (págs 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Governo quer novo pacote contra a crise
O governo discutirá hoje, em reunião ministerial, um novo pacote contra a crise econômica. Entre as medidas previstas estão cortes do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para setores em dificuldades, como agricultura, indústria automobilística e construção civil, manter investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e até uma campanha publicitária para que o brasileiro não deixe de consumir. “Manteremos os investimentos e queremos fomentar a produção”, diz o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. A avaliação no Planalto é de que a crise só chegará ao País com maior intensidade em 2009, quando, pelos cálculos oficiais, a perda de receita será de R$ 8 bilhões, no mínimo. Mas o presidente Lula ainda quer que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça 4% no ano que vem. (págs. 1 e B1)

Obama anuncia equipe econômica
O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, anunciará hoje os principais nomes de sua equipe econômica, que vão liderar os esforços para resgatar o país da pior crise em 70 anos. (...) (págs. 1 e A12)

Filas atrasam resultado das eleições venezuelanas
Os venezuelanos compareceram ontem em peso nas eleições regionais, convertidas pelo presidente Hugo Chávez em mais um plebiscito sobre seu governo. Houve filas imensas. Com a proibição de boca-de-urna, os primeiros resultados só eram esperados de madrugada. (págs. 1 e A10)

Tragédia no Sul: 20 mortos e 15 mil desabrigados
Pelo menos 20 pessoas morreram no fim de semana em virtude das chuvas em Santa Catarina, que deixaram 15 mil desalojados e desabrigados e 4 municípios isolados.(...) (págs. 1 e C1)

Pesquisa mostra que 455 cidades não têm médico
Pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais feita a pedido do Ministério da Saúde indica que 455 cidades do País não têm nem um médico em seus serviços de saúde. Com isso, moradores são obrigados a se deslocar para outros municípios para ter acesso ao atendimento básico. O Brasil tem hoje 1,15 médicos por mil habitantes, pouco acima do mínimo aceito pela Organização Mundial de Saúde (1 por mil). (...) (págs. 1 e A14)

Assembléias pressionam por aumento de 50% nas verbas
Levantamento do Estado indica que os governadores teriam de desembolsar R$ 386,7 milhões a mais em 2009 para acalmar os deputados estaduais. Ignorando a crise global, os parlamentares querem elevar em até 50% suas verbas. Os políticos alegam que são cobrados nos redutos. (págs. 1 e A4)

Notas e informações – “O Brasil e as cotas russas”
O governo russo mais uma vez deu preferência à União Européia e aos EUA nas cotas de importação de carne para 2009. O Brasil ficou na categoria “outros”. (págs. 1 e A3)

Artigo – O fim de um ciclo
Ribamar Oliveira: Crise causa reversão do círculo virtuoso da nossa economia. (págs. 1 e B2)

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Jornal do Brasil

Manchete: Milícias chegam à Região dos Lagos
Mesmo que ainda embrionária, a ação das milícias na Região dos Lagos – especialmente em Cabo Frio, Araruama e Iguaba Grande – não se limita à exploração de territórios por meio da venda de proteção patrimonial ou de TV a cabo clandestina. A área, já dominada por facções do tráfico de drogas da capital, tornou-se cenário de violência e mortes relacionadas a disputas entre diferentes bandos milicianos. As denúncias estão sendo apuradas pela CPI das Milícias e serão encaminhadas às Polícias Civil e Federal. (págs. 1, Cidade e A14)

Crise gera cautela nas classes C e D
A população das classes C e D acredita que sentirá a crise quando o desemprego alcançar sua família. Por isso, já adota consumo cauteloso. (págs. 1, Tema do dia, A2 a A4)

O custo dos ex-presidentes
Os ex-presidentes brasileiros custam R$ 3 milhões por ano à União, dinheiro que pagaria o Bolsa Família a 16.400 famílias de baixa renda. (págs. 1, País, A6 e A7)

Segurança reforçada
O Exército está nas ruas do Rio para fazer a segurança do presidente Lula e do líder russo Dmitri Medvedev, que fica na cidade até quarta-feira. Sua vinda marca também o início da parceria jornalística entre o JB e a ‘Rossijskaya Gazeta’, o principal jornal da Federação Russa. (págs. 1, Cidade, A15 e Especial A12 e A13)

Equador critica atitude do Brasil
O presidente do Equador, Rafael Correa, procurou arbitragem internacional para revisar o contrato entre seu governo e a construtora brasileira Odebrecht. E criticou o Brasil, por “transformar uma questão comercial em um impasse diplomático”. (págs. 1, Economia e A18)

Hugo Chávez consolida poder
Os venezuelanos foram às urnas nas eleições regionais que são uma prova de fogo para o projeto socialista do presidente Hugo Chávez. Analistas acreditam que o governo manteve o controle da maioria dos 22 estados, mas sem uma vitória retumbante. (págs. 1, Internacional e A20)

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Correio Braziliense

Manchete: Empresas dão golpe nos terceirizados
Servir aos órgãos públicos nem sempre é garantia de ter os direitos trabalhistas respeitados. É o que revela o aumento de 38,7%, em um ano, do número de denúncias no Ministério Público do Trabalho contra empresas que prestam serviços terceirizados à administração pública federal com a contratação de pessoal.
Maiores reclamações são de atrasos ou não pagamento de salários e de benefícios como os vales-transporte e refeição, da falta de recolhimento do FGTS e da contribuição ao INSS. Sem receber, funcionários contratados para seis ministérios por meio da empresa Conservo já ameaçam cruzar os braços. (págs. 1 e 9)


Concursos - 254 vagas são para portadores de deficiência
Seleções com inscrições abertas e editais aprovados em todo o país garantem cotas de 5% a 20% para pessoas com deficiência. Mas inclusão ainda é tímida no setor público. Candidatos devem ficar atentos às exigências. (págs. 1 e 10)

Meio Ambiente - O DF está à beira do colapso, alerta Ibama (págs. 1 e 17)

Equador - Senado brasileiro convoca embaixador (págs. 1 e 14)

Chuva mata 20 no Sul
Governador de Santa Catarina decreta estado de emergência e pede ajuda federal. Há mais de 15 mil desabrigados. (págs. 1 e 7)

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Valor Econômico

Manchete: Apesar da crise, empresas investem em tecnologia
Grandes companhias que atuam no Brasil, lideradas pelos bancos e operadoras de telecomunicações, planejam manter – e em alguns casos até ampliar – os orçamentos de tecnologia da informação (TI) em 2009. No Bradesco, os investimentos vão ficar em torno de R$ 2 bilhões, a mesma soma reservada para o exercício atual. No Banco do Brasil, a perspectiva é investir R$ 1,2 bilhão na área, acompanhando os gastos deste ano. (...) (págs. 1 eB3)

Obama tenta conter tensão dos mercados
O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, apresenta hoje a escalação completa da equipe econômica do seu governo numa tentativa de conter a nova onda de nervosismo dos mercados. (...) (págs. 1 e A13)

Incentivos custam R$ 76 bilhões
A Receita Federal deixará de arrecadar neste ano R$ 76 bilhões em razão de isenções, anistias, subsídios, reduções de alíquotas ou deduções em impostos. Esses gastos tributários, que beneficiam empresas e pessoas físicas, representam 2,77% do Produto Interno Bruto (PIB). As desonerações, que se intensificaram sobretudo a partir de 2005, foram o instrumento de redução da carga tributária usado pelo governo para dar a determinados segmentos da economia ganhos de competitividade. A cifra representa mais que o triplo do orçamento destinado à área da educação e uma vez e meia o gasto do governo federal com políticas de saúde pública. (...) (págs. 1 e A3)

Enaex discute alternativas para driblar a crise e elevar exportações (págs. 1, A8 e A9)

Melhora a posição brasileira no ranking da competitividade global (págs. 1 e Gestão de Qualidade)

Apagão brasiliense
Problemas no fornecimento de energia elétrica causam prejuízos de milhões de reais às empresas instaladas no Distrito Federal. A estatal CEB, distribuidora local, culpa a falta de investimentos na rede de distribuição durante o governo anterior. (págs. 1 e A2)

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Gazeta Mercantil

Manchete: Atento, consumidor não deixou de comprar
O entusiasmo das classes C e D com o crédito fácil, que estimulava as compras, deu lugar a um consumidor mais criterioso e ponderado, reflexo da crise financeira internacional. Por enquanto, essa preocupação não se refletiu em queda de vendas no varejo nem na indústria. (...) (págs. 1, A8 e A9)

Governo Lula endurece com Equador e convoca Porto
Autoridades brasileiras se reúnem nesta semana para definir os próximos passos a serem tomados para solucionar o problema relacionado à decisão do governo equatoriano de aplicar calote na dívida com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de US$ 243 milhões, para a construção da hidrelétrica de San Francisco. No sábado, o embaixador do Brasil no Equador, Antonino Marques Porto, retornou ao País, convocado por Brasília. (...) (págs. 1 e A16)

Venda de carne domina negociações com Medvedev
A política de cotas de importação de carnes pela Rússia será um dos pontos principais da pauta brasileira com o presidente russo, Dmitry Medvedev, que estará hoje no Brasil em visita oficial. A preocupação recai, sobretudo, entre os exportadores de carnes de frango e de suíno, itens cuja importação a Rússia declaradamente busca substituir por produção interna, o que significa que haverá cada vez mais disputa por cada quilo da cota tarifária de importação. (...) (págs. 1 e B12)


Empresas tentam evitar mais perdas
Surpreendidas com a alta do dólar ao final do terceiro trimestre, as empresas brasileiras tentam evitar novas perdas contábeis comprando dólar futuro para proteger os juros de dívida em moeda estrangeira, casos da BR Malls e da Brasil Telecom Participações.

A preocupação se justifica porque, só em outubro, o dólar comercial avançou 13,4% frente ao real. (págs. 1 e B1)


Obama anuncia hoje sua equipe econômica
O presidente eleito dos Estados Unidos Barack Obama, anuncia hoje, em Washington, a equipe econômica que irá elaborar um plano na tentativa de tirar o país da pior crise financeira em décadas. Dois nomes, entretanto, já foram escolhidos. Timothy Geithner será o secretário do Tesouro e Lawrence Summers vai dirigir o Conselho Econômico Nacional. (págs. 1 e A16)

Ex-presidentes custam R$ 3 mi
Segundo a ONG Contas Abertas, os ex-presidentes da República custam mais de R$ 3 milhões por ano aos cofres públicos. Por decreto, o presidente Lula ampliou de seis para oito o número de servidores disponíveis para a segurança dos ex-presidentes. (págs. 1 e A10)

Recomendação é cortar juros
O pesquisador sênior do Peterson Institute for International Economics, de Washington, John Williamson, recomenda ao Brasil cortar a taxa de juros ainda este ano, uma vez que “o risco de inflação desapareceu”. Ele elogiou a participação dos emergentes na recente cúpula do G20. (págs. 1 e A13)

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domingo, 23 de novembro de 2008

O que Publicam os Jornais de Hoje

23 de novembro de 2008

O Globo

Manchete: Mitos Cariocas – Cariocas dizem que só 9% respeitam sinal de trânsito
Teste em 20 cruzamentos confirma pesquisa sobre comportamento. (págs. 1, 14 e 15)

Desemprego e êxodo na terra do automóvel
Com a crise que ameaça a sobrevivência de GM, Ford e Chrysler, cem mil americanos foram demitidos só este ano. Na região de Detroit, sede das três gigantes, 500 mil empregos foram perdidos na década, já existem 80 mil sem-teto e há êxodo de mão-de-obra, relata José Meirelles Passos. (págs. 1, 27, 28 e Miriam Leitão)

Tribunal cobra R$ 87 milhões da Funasa
De 2005 a 2008, o Tribunal de Contas da União abriu 268 processos para apurar irregularidades e superfaturamento de preços em contratos da Funasa, controlada pelo PMDB. O TCU cobra a devolução de R$ 87,4 milhões aos cofres públicos. (págs. 1 e 3)

Eleição local vira plebiscito sobre Chávez
Em clima de tensão, os venezuelanos escolhem hoje 22 governadores e 328 prefeitos, em eleição regional que acabou tomando as feições de um novo plebiscito sobre o presidente Hugo Chávez. Pesquisas apontam favoritismo de candidatos chavistas. (págs. 1 e 33)

Passagem aérea a preço da de ônibus
O empresário brasileiro radicado nos EUA David Neeleman, dono da empresa aérea Azul, que começa a operar no Brasil em dezembro, promete tarifas até 75% menores e “equivalentes às dos ônibus”. E em vez da barrinha de cereal, os vôos terão self-service. Ele diz que o lobby de Sérgio Cabral que impediu vôos no Santos Dumont, levando a sede da Azul para SP, vai custar ao Rio R$ 1,4 bilhão por ano. (págs. 1 e 30)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Preconceito racial diminui no país
A manifestação de preconceito de cor contra negros teve queda no país, segundo pesquisa Datafolha que repetiu perguntas feitas aos brasileiros em 1995.
Neste ano, 3% dos entrevistados afirmaram ter preconceito – eram 11% há 13 anos, quando o levantamento deu origem ao caderno especial “Racismo Cordial”. (...) Há, porém, forte percepção de que o Brasil é um país racista. Para 91% dos entrevistados, os brancos têm preconceito contra negros. (...) Indicadores de salário e escolaridade entre a população negra tiveram melhora, e houve queda no grau de concordância com frases racistas. Segundo o Datafolha, o preconceito é menor quanto maior for o nível de escolaridade. (pág. 1 e Especial)

Janio de Freitas - Fusão de Teles é a transação mais inescrupulosa de que me lembro
O favorecimento à Oi/Telemar e à Brasil Telecom é uma transação mais inescrupulosa do que todas de que possa lembrar. Na armação do negócio com o governo, até o mínimo escrúpulo das urdiduras encobertas ficou como coisa do passado. Há mais de meio ano está escancarada a participação do próprio Lula, que mudou por decreto as regras impeditivas da fusão. (págs. 1 e A15)

Bernardo acusa bancos privados de esconderem dinheiro na crise
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, diz em entrevista que os bancos privados estão escondendo dinheiro por causa da crise. (...) Para ele, o setor não é “bom parceiro” do sistema produtivo.
Bernardo diz que o Banco Central tem espaço para reduzir juros porque a pressão da inflação “se diluiu”. (pág. 1 e B8)

Com máquina estatal, Chávez faz oposição perder fôlego
Com o uso da máquina estatal – proibido por lei – e o crescimento nos últimos dias dos candidatos oficialistas, diminuíram as chances de vitória da oposição ao governo de Hugo Chávez nas eleições regionais de hoje, mostram pesquisas. (págs. 1 e A22)

Editoriais
“Igualdade distante”, que comenta pesquisa sobre racismo; e “Mais um teste”, acerca de pleito na Venezuela. (págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Crise em países ricos e queda de preços abalam exportação
A recessão nos países ricos está provocando queda nas exportações brasileiras e na cotação das matérias-primas, responsáveis por 65% das vendas do país ao exterior e por grande parte das reservas acumuladas nos últimos anos. De julho até a primeira quinzena de novembro, os preços em dólar das principais matérias-primas recuaram, em média, 42%. (...) (págs. 1, B1 a B4)

Eleição hoje testa projeto chavista de revolução
Os venezuelanos vão às urnas hoje para eleger governadores, prefeitos e legisladores regionais, numa votação que testará o projeto revolucionário do presidente Hugo Chávez. Se tiver vitórias significativas, ele promete aprofundar as mudanças, o que pode incluir a reeleição indefinida. Se sofrer derrotas importantes, poderá se ver pressionado a dividir o poder que acumulou. (págs. 1, A14 e A15)

Estudo detalha a miséria brasileira
A Região Norte concentra os municípios em que os pobres estão em pior situação no Brasil, indica mapa da pobreza montado pelo Ministério do Desenvolvimento Social. Os dados mostram que a miséria é maior onde o assistencialismo não se combina com políticas públicas. (...) (págs. 1 e A4)

Colunistas – Suely Caldas – “Tarda, não chega, mas pode chegar”
Lula tem 2 anos de mandato, popularidade e uma crise econômica. Deveria liderar uma reforma trabalhista. (págs. 1 e B2)

Notas e Informações – “Chávez, o oligarca”
As eleições de hoje definirão o futuro do regime chavista na Venezuela. A conquista de alguns Estados pela oposição seria um desastre para Chávez. (págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil

Manchete: Dor e revolta no canteiro de obras
Em Barro Alto, interior de Goiás, uma das mais graves revoltas de trabalhadores num canteiro de obras passou despercebida do restante do país.O enredo é de filme de ação. Confinados num alojamento da Anglo American – uma das gigantes do setor mineral – 2.500 trabalhadores viram começar um confronto entre um pedreiro e policiais: Edson Ferreira dos Santos foi jogado no chão e espancado. Revoltados, colegas incendiaram o local, que virou uma vila fantasma. Na confusão, só Edson acabou preso. Agora, a empresa promete melhorar o conforto e a segurança do alojamento. (págs. 1, A14 a A16)

Traficantes dominam a Região dos Lagos
As drogas rondam a Região dos Lagos desde os anos 70. Mas agora o negócio evoluiu a reboque da miséria e da favelização, e o crack é a bola da vez nos balneários. A nova sede de franquias de facções do crime organizado é Cabo Frio, onde houve duas mortes relacionadas ao tráfico esta semana. (pág. 1 e Tema do Dia, págs. A2 e A4)

Comissária da UE vê solução para Rodada Doha
Comissária para o Comércio da União Européia (UE), a belga Catherine Ashton, em entrevista exclusiva para o JB, afirma que a retomada da Rodada de Doha é a saída para a crise na economia global. Segundo ela, 80% das questões foram resolvidas na reunião de julho. (pág. 1 e Economia, pág. E1)

Vale investe no esporte de base
Vale está investindo US$ 10 milhões na montagem de um programa de formação e busca de talentos no atletismo, judô e natação. No Rio, os jovens treinarão em Deodoro. Até 2010, a expectativa é que mais de 30 mil jovens integrem o projeto. (pág. 1 e Esportes, pág. D8)

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Correio Braziliense

Manchete: Discriminação
Empresário homossexual é barrado na hora de doar sangue. Rejeição é amparada por norma da Anvisa. (págs. 1 e 34)

Dinheiro público
Wilson Lima mantém negócios com verba e servidor da Câmara. (págs. 1 e 12)

Pé no freio
Estados já preparam o remédio amargo contra a recessão. (págs. 1 e 25)

Calote – Correa afaga Lula, mas não diz se paga
Em telefonema ao Palácio do Planalto, o presidente do Equador, Rafael Correa, disse que Lula é um grande líder e lamentou que suas declarações sobre a dívida de US$ 597 milhões com o BNDES tivessem abalado as relações entre os dois países. Mas não conseguiu acalmar o colega brasileiro. (págs. 1 e 24)

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Valor Econômico

Manchete: Empresas hesitam entre poupar e fazer aquisições
Embaladas pelo crescimento econômico dos últimos anos, as companhias de capital aberto nunca apresentaram balanços tão sólidos. Elas colecionaram números recordes de vendas e lucros, recheando o caixa. Além disso, a onda de ofertas públicas de ações levantou recursos próximos a R$ 100 bilhões. No fim de setembro, havia R$ 170 bilhões no caixa das empresas, 38% a mais do que há um ano.

Para quem está sentado em uma pilha de dinheiro, a crise financeira mundial trouxe muitas tentações. Os ativos estão baratos e há o que escolher em todos os setores. O valor de mercado das empresas do mundo todo, num levantamento da Bloomberg, caiu de US$ 61,9 trilhões no fim do ano passado para US$ 29,6 trilhões neste mês. A questão é saber se é oportuno gastar o caixa, sem conseguir estimar quanto tempo vai durar o aperto de crédito global. “Se o caixa era rei" - como se costuma dizer no mercado financeiro - "agora é Deus", brinca um banqueiro de investimentos. "Para nós, a crise gerou mais oportunidades do que problemas", afirma José Rogério Luiz, vice-presidente da empresa de software de gestão Totvs. "Está no nosso DNA", diz, referindo-se às aquisições.

Mas a boa situação financeira de grande parte das empresas não é garantia de que elas vão se esbaldar em aquisições. Para Eduardo Redes, sócio da Ernest & Young, as próximas transações serão compras estratégicas, feitas por empresas com situação financeira robusta. "Outras companhias vão primeiro confirmar seus planos de negócios, diante da desaceleração da economia, para só depois pensar em consolidação".

Companhias que foram conservadoras no passado agora podem se beneficiar da queda nos preços dos ativos. Vale e CSN são exemplos disso. Ambas estiverem prestes a fechar grandes negócios no mercado internacional - Xstrata e Corus, respectivamente -, mas não concretizaram as operações. Agora, estão com recursos em caixa para enfrentar a crise ou comprar ativos. (págs. 1 e B1)

Equador rejeita dívida com BNDES
O Equador apresentou, na quarta-feira, um processo de arbitragem para interromper o pagamento do crédito de US$ 286 milhões concedido pelo BNDES para financiar a construção da usina hidrelétrica de San Francisco, a cargo da Odebrecht, que foi expulsa do país.

A ação foi levada à Câmara de Comércio Internacional, em Paris, e segundo o presidente do Fundo de Solidariedade equatoriano, Jorge Glass, é uma antecipação do relatório que será apresentado hoje pela Comissão de Auditoria da Dívida Externa.

Essa comissão sugere mover ações de nulidade do contrato de crédito assinado com o BNDES por "violações legais e constitucionais do processo”, segundo o jornal "El Universo", que informa que já foi apresentado à Promotoria um processo contra a Odebrecht. O Equador contesta dívidas de US$ 3,6 bilhões com outros países. O BNDES disse que não iria comentar o assunto. Na hipótese de calote do governo do Equador, quem assume a perda é o Tesouro brasileiro, gestor do Fundo Garantidor de Exportação. (págs. 1 e A7)

BB compra Nossa Caixa e busca liderança
O Banco do Brasil (BB) anunciou ontem a compra do banco estadual paulista Nossa Caixa por R$ 5,38 bilhões, que serão pagos em 18 parcelas, em dinheiro, a partir de março. O BB comprou 71% da Nossa Caixa e, no início de 2009, fará oferta pública para adquirir as ações de acionistas minoritários, pagando o mesmo preço oferecido ao governo estadual.

Com a aquisição, o BB passa a ter a maior rede do Estado de São Paulo, recupera a liderança em gestão de recursos de terceiros, ganha 1,1 milhão de contas de funcionários estaduais e fundos que podem alavancar o crédito em R$ 30 bilhões.

Com a Nossa Caixa, o BB também poderá recuperar a liderança em ativos. Os dois bancos somam R$ 512,4 bilhões em ativos em comparação com os R$ 575 bilhões da dupla Itaú-Unibanco, que anunciaram fusão há 18 dias. Analistas afirmam, entretanto, que Itaú e Unibanco podem perder até 25% em ativos com a superposição de clientes. Já BB e Nossa Caixa têm pouca superposição.

Em 200 anos, a Nossa Caixa foi a primeira aquisição do banco federal (os bancos do Piauí e de Santa Catarina foram incorporados ao BB). O presidente da instituição, Antônio Francisco de Lima Neto, não descarta novas compras. A aquisição da Nossa Caixa vai gerar ganhos de sinergia que podem chegar a R$ 4 bilhões em cinco anos.

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), pretende usar o dinheiro que receberá do Banco do Brasil para criar uma agência de fomento, montar uma rede hospitalar para deficientes físicos e fazer obras viárias. (págs. 1, C1 a C3 e C6)

Reforma tributária
Projeto de reforma tributária pode ir a votação na Câmara em duas semanas. Partidos de oposição falam em "potencial" para aumento da carga de impostos e prometem tentar obstruir o processo. (págs. 1 e A5)

Menos contratações
A crise já reduziu o ritmo das contratações formais em outubro. Segundo dados do Ministério do Trabalho, foram criadas 61,4 mil vagas com carteira assinada, menos de um terço dos 205,2 mil postos de preenchidos em outubro de 2007. No acumulado do ano, o saldo é de 2,1 milhões de empregos. (págs. 1 e A3)

Software "verde"
Em parceria com a Fatec Botucatu e a Faculdade de Agronomia da Unesp, a Embrapa Meio Ambiente desenvolveu o primeiro software nacional que calcula o impacto ambiental do uso de agrotóxicos no solo. O programa estará disponível gratuitamente no site do órgão em janeiro. (págs. 1 e B3)

Idéias
Márcio Garcia: Erros na política fiscal impedem Brasil de baixar ativamente os juros e elevar investimento público. (págs. 1 e A9)

Idéias
Claudia Safatle: BC descarta meta ajustada de inflação para 2009. (págs. 1 e A2)

Internacionalização de empresas avança
O Índice médio de internacionalização das 50 mais importantes multinacionais brasileiras aumentou de 12,5% em 2006 para 15,5% em 2007. 0 ranking dessas companhias, resultado de parceria entre a Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet) e o Valor, está em revista que circula para assinantes nesta edição. A empresa mais internacionalizada é a JBS-Friboi, com 81% da receita no exterior. Há 887 companhias brasileiras com presença relevante no exterior, com mais de US$ 10 milhões em investimentos. (Págs. 1 e Multinacionais Brasileiras)

Exportações para a Rússia
Produtores de carnes querem aproveitar a visita do presidente Dmitri Medvedev ao Brasil na próxima semana para tentar obter maior acesso ao mercado russo. Cotas enviadas à OMC privilegiam Estados Unidos e União Européia.(págs. 1 e B10)

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Gazeta Mercantil

Manchete: BB compra Nossa Caixa em negócio de R$ 7,6 bilhões
Depois de seis meses de negociações, o Banco do Brasil (BB) fechou ontem a compra da Nossa Caixa. O negócio avalia o banco paulista em R$ 7,56 bilhões, o equivalente a R$ 70,63 por ação. Dono de 71,25% da instituição, o governo de São Paulo receberá R$ 5,38 bilhões em 18 parcelas de R$ 299,24 milhões, corrigidas mensalmente pela Selic, com início de pagamento a partir de março de 2009, quando a incorporação dos ativos deverá ser iniciada.

A operação representa mais um capítulo no processo de consolidação do sistema financeiro brasileiro e sucedeu outras grandes negociações, como a fusão entre Itaú e Unibanco, no início do mês, e a aquisição pelo espanhol Santander do Banco Real, que pertencia ao holandês ABN Amro.

A incorporação da Nossa Caixa deve fazer com que as ações do banco estatal paulista disparem hoje na BM&FBovespa. O preço que será pago pelo BB representa um prêmio de 37,68% sobre a cotação da última quarta-feira. Para profissionais do mercado, o preço pago pelo banco estadual foi considerado caro.

A transação deverá gerar ganhos de sinergias entre R$ 2 bilhões e R$ 4 bilhões em cinco anos, prevê o presidente do BB, Antônio Francisco Lima Neto, informando que o valor pago é o de mercado, quando questionado sobre possíveis influências políticas que teriam sobrevalorizado os ativos. “Foi uma negociação feita em bases técnicas.”

Os próximos passos para a concretização do negócio serão a formalização do contrato de aquisição e as aprovações pelo Banco Central e pela Assembléia Legislativa de São Paulo. As demissões, se ocorrerem, não serão volumosas, segundo Lima Neto. O presidente da Nossa Caixa, Milton Luiz de Melo Santos, afirmou que espera a manutenção das parcerias realizadas pelo banco paulista na área de seguros. (págs. 1, B1, B3 e B4)

BrT já pode ser vendida à Oi
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto que altera as regras das telecomunicações e permite a uma telefônica operar em duas regiões, mediante alguma contrapartida. Com isso, a Oi poderá comprar a Brasil Telecom. Ainda falta a anuência da Anatel e do Cade. (págs. 1 e C2)

Feijóo, o líder símbolo de Lula
Eleito pelo presidente Lula como líder símbolo do Brasil, José Lopez Feijóo, 59 anos, diz que nova era de sindicalismo de resultados se aproxima. Flexibilização com patrões e fim da contribuição sindical compulsória são caminhos. “A estruturação produtiva será feita com ou sem nós.” (págs. 1 e C5)

Competição tende a aumentar
O processo de consolidação de bancos varejistas em grandes grupos no País não deve inibir a concorrência no segmento. Ela deverá ser estimulada por alguns motivos. Um deles tem relação direta com a própria consolidação. Como o espaço para adquirir outros bancos ou folhas de pagamento diminui, as instituições terão de buscar outras alternativas para avançar, melhorando a operação. Outro fator é a portabilidade das contas-salário, que entra em vigor a partir de janeiro do próximo ano. (págs. 1, B1 e B3)

Equador abre arbitragem para não pagar o BNDES
O Equador anunciou ontem a abertura de arbitragem para suspender o pagamento de US$ 243 milhões ao BNDES. Esta quantia foi aplicada na hidrelétrica San Francisco, construída pela Odebrecht e que teve suas operações interrompidas por falhas técnicas - motivo pelo qual o governo equatoriano resolveu, em setembro, expulsar a construtora. “Demos início a um processo jurídico para denunciar o crédito à Odebrecht junto à Câmara de Comércio Internacional de Paris”, disse Rafael Correa, presidente do Equador. Procurados ontem pela Gazeta Mercantil, o BNDES, o Itamaraty e a Odebrecht não comentaram o assunto. (págs. 1 e C6)

Indústria nacional reage à ameaça de produto chinês
Com a recessão na zona do euro e os EUA seguindo pelo mesmo caminho, as vendas da China para o Brasil devem ganhar maior foco, acreditam empresários. Apesar da alta do dólar, a queda nos preços das commodities e nos custos de energia, assim como os altos estoques, devem baratear os produtos chineses, diz Kevin Tang, diretor da Câmara de Comércio e Indústria Brasil China (CCIBC). “Vai haver uma grande mudança no eixo de consumo”, afirma.

O setor eletroeletrônico, que já perdeu a produção de DVD e áudio de pequeno porte para os importados, não quer perder competitividade em produtos como televisor e áudio de grande porte. “Existe um risco muito grande. Precisamos fazer uma reavaliação e eleger prioridades”, diz um executivo que prefere não ser identificado. (págs. 1 e C1)

Futuro garantido com investimento de longo prazo e baixo risco
Nem mesmo a crise financeira global parece ameaçar a evolução da previdência privada no Brasil. Em momento de incertezas sobre o desempenho das aplicações a curto prazo, ganham destaque os investimentos de longo prazo. Dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) revelam que, em setembro, os planos captaram R$ 2,4 bilhões, mais 23,2% em relação ao mesmo período de 2007. O Bradesco segue líder do setor com 35% de participação, como mostra o suplemento Previdência Privada. (pág. 1)

Dívida agrícola
Inadimplência no campo foi benéfica, diz Stephanes. (págs. 1 e B7)

Resistências à reforma tributária
A reforma tributária, aprovada ontem em comissão especial da Câmara, vai sofrer forte resistência dos governadores quando chegar ao plenário na próxima semana. (págs. 1 e A8)

Crise não afeta consumo de café
O diretor-executivo da OIC, Néstor Osório, acredita que a tradição do consumo diário e o baixo custo por xícara devem isolar o café do efeito da crise mundial e sustentar crescimento nos próximos cinco anos. (págs. 1 e B8)

Ford fortalece engenharia no país
A Ford estuda ampliar o centro de engenharia no Brasil. A desvalorização do real aumentou a competitividade do desenvolvimento local de veículos mundiais. (págs. 1 e C3)

Cai a produção mundial de aço
A produção mundial de aço ficou em 100,5 milhões de toneladas em outubro, 12,4% menor em relação a 2007, segundo a Associação Mundial do Aço (Worldsteel). (págs. 1 e C1)

Aviação comercial
Para Neeleman, da Azul, Brasil vai triplicar transporte aéreo de passageiros. (págs. 1 e C4)

Petróleo
Barril WTI despenca e fecha a US$ 49,62. (págs. 1 e C6)

Opinião
Klaus Kleber: Só por milagre a rodada de Doha pode ser concluída este ano. Não há ambiente político nos EUA e na Índia capaz de vencer o impasse. (págs. 1 e A2)

Empresas buscam unificar suas comunicações
A ordem do dia é a convergência. Para a consultoria Gartner, uma das dez tecnologias que terão mais impacto na estratégia de Tecnologia da Informação (TI) é a unificação das comunicações - voz e dados interligados. Como mostra o suplemento Telecomunicações, a integração entre telefones fixos e celulares, sistemas de mensagens de voz, áudio e vídeo está sendo estudada pelas empresas como uma solução para alavancagem de negócios e fácil localização de funcionários, que precisam estar conectados. (pág. 1)

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Veja

200 dias na cadeia
A (boa) vida dos acusados do Caso Isabella

Entrevista – Eunice Durham – Fábrica de maus professores – Uma das maiores especialistas em ensino superior brasileiro, a antropóloga não tem dúvida: os cursos de pedagogia perpetuam o péssimo ensino nas escolas. (págs. 17, 20 e 21)

Sob a linha-d’água da supertele – Lula assinou decreto que permite a criação da Oi-BrT. A fusão faz todo o sentido na luta de gigantes da telefonia, mas a guerra interna entre petistas contra e a favor mudou a face do partido e do governo. (págs. 62 a 66)

A origem do prestígio – Lula está convencido de que não há mais condições de reconduzir o diretor da Abin ao cargo, mas seu afastamento não será inglório. Ele prestou bons serviços. (pág. 68)

Tudo por dinheiro – O ministro Temporão denuncia corrupção na Funasa, gerida pelo PMDB. Depois, fuma o cachimbo da paz com os caciques do partido. É um caso exemplar da política nacional. (págs. 70 e 71)

Tião, o candidato da oposição – Senadores de oposição anunciam apoio à candidatura petista na tentativa de impedir que aliados de Renan Calheiros retomem o comando do Congresso Nacional. (pág. 72)

Cassado por comprar votos – O Tribunal Superior eleitoral afasta o governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima, que usou recursos públicos para se eleger em 2006 (pág. 74)

A fera penteada – A reforma tributária em tramitação na Câmara não desonera o contribuinte mas pode desembaraçar a selva de impostos. (págs. 76 e 77)

“Sem bolha nem recessão” – Apesar da deterioração da economia mundial. Mantega diz que o Brasil vai sofrer menos porque tem “gordura” para queimar. (págs. 78 e 79)

Sardinha de americano – Enquanto o G-20 tratava da crise na cúpula de Washington, americanos mais humildes já barateavam sua dieta e faziam explodir a venda de Spam. Spam? Não, nada tecnológico. É a presuntada que alimentou os pobres nos anos 30 e soldados na II Guerra. (págs. 82 e 83)

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Época

O que você precisa para ter sucesso
Um novo livro revela as lições dos gênios e vencedores para a sua vida

Como a venda da Nossa Caixa ajuda a candidatura de José Serra em 2010
Serra de bolso cheio – Com a venda da Nossa Caixa para o Banco do Brasil, o governador paulista poderá chegar a 2010 com um canteiro de obras em São Paulo. (págs. 40 e 43)

Da BrOi aos bois – Enquanto o governo libera a venda da Brasil Telecom à Oi, a PF acusa o dono do Opportunity de lavar dinheiro com gado. (págs. 44 a 47)

O universo paralelo de Fausto – O juiz que mandou prender Daniel Dantas rejeita uma promoção na carreira e é acusado de atuar como justiceiro. (págs. 48 a 50)

Este deputado deve ser cassado? – Por que o destino do mandato de Brito Neto e de outros 20 políticos pouco conhecidos tem causado tensão entre as cúpulas do Legislativo e do Judiciário. (págs. 76 a 78)

Entrevista – Blairo Maggi – “A bolha foi geral e o dinheiro sumiu” – O governador de Mato Grosso explica como a crise internacional prejudicou a agricultura de exportação. (págs. 80 e 81)

A solução verde para a crise – A França, o Reino Unido e agora os EUA anunciam uma revolução verde para combater as mudanças climáticas e ajudar na recuperação financeira do mundo. Será que vai funcionar? (págs. 96 a 99)

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ISTOÉ

Como ser mais criativo
Descobertas recentes revelam que qualquer pessoa pode gerar idéias geniais – 14 orientações para estimular seu potencial inovador

Satiagraha
Por que ninguém saiu bem dessa história

Entrevista – Ciro Nogueira – “Quero um Legislativo de pé e independente” – O deputado Ciro Nogueira arregaça a manga para ser presidente da Câmara e diz que vai mudar a relação com o Executivo. (págs. 6, 10 e 11)

Condenação para todos – A estratégia e as provas da Polícia Federal e do Ministério Público para prender o banqueiro Daniel Dantas... E as medidas da direção da PF para demitir e processar criminalmente o delegado Protógenes Queiroz. (págs. 36 a 39)

O Congresso fala grosso – E decide retomar o espaço perdido para o Executivo e o Judiciário. (págs. 40 e 41)

Vigor aos 78 anos – Derrotado na eleição municipal e com o filho investigado pela PF, o senador articula sua volta à presidência da Casa para ser o interlocutor privilegiado do governo. (págs. 44 e 45)

Meia Amazônia, não – Greenpeace lança campanha internacional contra lei que aumenta área das reservas florestais sujeita a ser desmatada. (pág. 48)

Cerco à classe média – Ao separar metade das vagas de universidades federais para alunos de escolas públicas, Câmara pune o mérito e a competência. (pág. 50)

A polêmica da próstata – Orientação do governo para que homens sem sintomas não façam o exame de toque irrita médicos. (pág. 88)

O BB ganha força – Com a compra da Nossa Caixa, o Banco do Brasil dá um passo para voltar a ser o primeiro. E Serra pavimenta o caminho para 2010. (págs. 94 e 95)

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ISTOÉ Dinheiro

Milionários aos 30 anos
A história de jovens empreendedores que, a partir do zero, fizeram seu primeiro milhão (e até bilhão) em tempo recorde. O que eles têm de genial?

Investimento
Conheça o fundo que rende 200% em plena crise

Cúpula global
As conquistas de Lula na reunião do G-20

Entrevista – Aloísio Araújo – “Os bancos terão de ser mais regulados” – De todos os economistas brasileiros, nenhum publicou tantos papers internacionais quanto o professor Aloísio Araújo, do Instituto de Matemática Pura Aplicada e da Fundação Getulio Vargas, que reuniu, nesta semana, quatro vencedores do Nobel, no Rio de Janeiro. Nas discussões, um tópico se destacou: a regulação bancária, em função da crise global. “À DINHEIRO, o professor, ele próprio especialista no tema, afirmou que já se formou um novo consenso: o de que o setor financeiro, sensível a crises de confiança, não pode se auto-regular. (...) (págs. 20 a 22)

O Brasil foi ouvido – As idéias que Lula levou a Washington, como a retomada da Rodada de Doha e o freio no protecionismo, foram os principais avanços na reunião do G-20. (págs. 30 a 33)

O que os russos querem do Brasil – Eles tentam vender aviões, mas a visita do presidente Dmitri Medvedev também visa colocar nos eixos uma relação comercial conturbada.(págs. 34 e 35)

O Brasil no olho do furacão – Na semana em que os mercados financeiros foram tomados por uma nova maré de pessimismo, empresas nacionais tocaram o sino da Bolsa de Nova York, numa demonstração de que, nos EUA, o show nunca pode parar. (págs. 36 a 38)

O semeador do futuro- Arnold Schwarzenegger, da Califórnia, fecha uma parceria com o Amazonas para preservar a floresta. (pág. 39)

As dores do quintal – Com 80% das suas exportações voltadas para os Estados Unidos, o México já é um dos países mais afetados pela crise internacional. (págs. 40 e 41)

Rio: um canteiro de obras – Com R$ 110 bilhões em investimentos, o Rio de Janeiro é hoje o Estado que tem o maior volume de obras públicas e privadas. (págs. 42 e 43)

O e-lixo vale ouro – Empresas lucram com o descarte de equipamentos eletrônicos e ajudam a recolocar milhões de toneladas de matéria-prima no mercado. (págs. 44 a 47)

O dólar congelado do Brasil – Alguns importadores fixam o câmbio de seus produtos para atrair consumidores e aguardar um cenário mais estável. (págs. 52 e 53)

A era da eficiência – O Brasil está na lanterninha da produtividade, segundo estudo da Proudfoot. Mas a crise pode empurrar as empresas locais para fora dessa posição. (págs. 78 a 80)

Liquidação na Bolsa – Afetadas pela queda dos mercados, empresas são negociadas na Bolsa abaixo de seu valor patrimonial. Vale a pena investir nelas? (págs. 94 a 96)

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CartaCapital

O ocaso da GM
* A montadora que estabeleceu os padrões modernos de financiamento e consumo está à beira da falência. O que a sua derrocada indica sobre o futuro da indústria automobilística e do capitalismo à americana?

* No Brasil, a venda de carros emperra e as previsões a respeito da economia em 2009 ficam mais pessimistas

Dinheiro domado:
O G-20 está mais perto de uma política conjunta de controle de capitais

Venezuela - Um balanço de 10 anos de Hugo Chávez no poder
Uma década de Chávez – Venezuela – Há mais acesso dos pobres à saúde e educação. Mas os consecutivos flertes com medidas autoritárias e falhas na gestão econômica têm afetado o poder e a popularidade do Comandante. (págs. 10 a 15)

Excesso ou falta? – Justiça – Enquanto a CPI das Escutas quer restringir os grampos telefônicos, a da Pedofilia pede mais interceptações legais. (págs. 24 a 26)

Linha de Frente – Wálter Fanganiello Maierovitch – O dia do fico – O juiz De Sanctis resistiu aos ataques, mentiras e factóides. Espera-se agora que ele faça justiça. (pág. 27)

O araponga agitado – Abin – Agora se sabe a razão de Nery Kluwe defender intensamente a saída de Lacerda. (págs. 28 e 29)

Supremo, mas em baixa – Direito- Pesquisa entre advogados indica uma pequena confiança no STF. (págs. 30 e 31)

O fim de uma era – EUA – A crise da GM é também a do modelo de sociedade de consumo que a empresa ajudou a construir em seu país. (págs. 34 a 38)

Sextante – Antonio Delfim Netto – O progresso da teoria – Há uma revolta das ciências escravizadas que põe em risco as simplificações do modelo neoclássico. Isso confirma a teoria de Keynes de que o espírito animal move os empresários. (pág. 39)

O Brasil em stand by – Crise – As medidas públicas não surtem efeito, e o cenário para 2009 piora. (págs. 40 e 41)

Crimes esquecidos – Entrevista – Relatora da ONU, a marroquina Najat M’jid afirma que o combate mundial à exploração sexual infantil é ineficiente. (págs. 42 e 43)