terça-feira, 6 de abril de 2010

O que Publicam os Principais Jornais do País, nesta terça feira

O Globo

Manchete: Ao lado de Garotinho, Dilma ataca os 'falsos cordeiros'
Tucanos respondem dizendo que pré-candidata do PT faz terrorismo

Pré-candidata do PT à Presidência, a ex-ministra Dilma Rousseff participou da convenção do aliado PR e se reuniu a portas fechadas com o ex-governador Anthony Garotinho. "É um parceiro antigo", disse ela. "Somos amigos históricos", devolveu ele. Tom muito diferente Dilma usou para atacar a oposição, especialmente o PSDB do ex-governador José Serra, revelando a linha que adotará na campanha: tachar a oposição de "anti-Lula" e "falsos cordeiros". No estilo evangélico de Garotinho, usou urna fábula para chamar Serra, sem citá-lo diretamente, de "lobo em pele de cordeiro". Mais cedo, em entrevista, ela já tinha responsabilizado Serra pelo "apagão" no governo FH. O PSDB classificou o discurso de Dilma de descompensado e terrorista. (págs. 1, 3 e 4)

Foto legenda: Dilma afaga Garotinho, na convenção do PR, em Brasília: "Um parceiro antigo", segundo ela

Foto legenda: Águas de abril
O Rio é uma ilha: Carros são arrastados pelas águas numa rua no Maracanã, onde o canal transbordou. O temporal de ontem alagou avenidas, cortou a energia elétrica em vários pontos e ainda paralisou trens da SuperVia. Os cariocas ficaram mais uma vez ilhados. (págs. 1 e 12)

Vou de quê?

Nos aeroportos, metade dos voos com atrasos

Metade dos voos previstos entre meia-noite de domingo e 19h40m de ontem sofreu atrasos no Aeroporto Santos Dumont por causa do mau tempo. O Aeroporto Internacional Tom Jobim também teve transtornos. Em São Paulo, o Aeroporto de Congonhas chegou a registrar 70% de atrasos nos voos. (págs. 1 e 12)

No metrô, pane e uma hora de interrupção

No dia em que a concessionária Metrô-Rio ampliou o horário da ligação direta da Pavuna a Botafogo até meia-noite, a falta de energia numa subestação interna provocou a interrupção dos trens por uma hora, nas estações Cardeal Arcoverde, Siqueira Campos, Cantagalo e General Osório. (págs. 1 e 18)

Nas estradas, mais 34% de mortes no feriadão

O número de mortes nas estradas federais aumentou 34% na Semana Santa, em comparação com 2009. Houve 25% mais feridos e 26% mais acidentes. No Rio, porém, as mortes diminuíram. Desta vez, a Polícia Rodoviária disse que a culpa foi da chuva, mas, no carnaval, tinha responsabilizado o sol. (págs. 1 e 11)

Multas: empresas jogam nos dois lados
As mesmas empresas que fornecem pardais para o município - e ficam com um percentual do dinheiro das multas - equipam também as Jaris, que julgam recursos contra as infrações. O Código de Trânsito Brasileiro determina que as Jaris devem ter apoio administrativo e financeiro apenas do órgão ao qual estão vinculadas - no caso, a Secretaria Municipal de Transportes. (págs. 1 e 13)

Abastecer com álcool volta a valer a pena
Para o consumidor, já começa a ser um bom negócio encher o tanque com álcool em vez de gasolina. Com a entrada da safra da cana, os preços do álcool combustível nos postos do Rio já caíram até 13,6% nas duas últimas semanas. (págs. 1 e 19)

Acordo adia retaliação contra EUA
Com sinal verde da Organização Mundial do Comércio, o Brasil começaria amanhã a retaliação por subsídios ao algodão americano. O prazo passou para o dia 22, após negociações. Os EUA aceitaram criar um fundo para beneficiar produtores brasileiros. (págs. 1 e 25)

Talibãs voltam a atacar alvos americanos
Dois atentados suicidas levados a cabo por militantes talibãs deixaram 49 pessoas mortas e mais de cem feridas no Paquistão. Um dos ataques atingiu o Consulado dos EUA na cidade de Peshawar, em retaliação a bombardeios americanos. (págs. 1 e 26)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Rodoanel reduz tráfego de caminhões em 43%
Prefeitura prevê melhora na cidade toda; para economista, efeito é limitado

A abertura do trecho sul do Rodoanel aliviou o trânsito de caminhões na avenida dos Bandeirantes (zona sul de SP), caminho para o sistema Anchieta/Imigrantes e o porto de Santos.

A Folha constatou redução de 43% entre as 16h e as 17h, horário que a Companhia de Engenharia de Tráfego considera de pico. Ontem, circularam 816 caminhões nos dois sentidos; em 22 de março, também uma segunda-feira, foram 1.427.

Foi o primeiro grande teste dos efeitos do Rodoanel, cujo trecho sul foi aberto para o tráfego na quinta.

A CET registrou ontem queda de 18% na lentidão média em toda a cidade, das 7h às 19h, na comparação com 22 de março. A prefeitura espera reduzir o trânsito em até 12%; para o economista Ciro Biderman, da FGV, porém, o efeito positivo é temporário. (págs. 1, C1 e C4)

Total de mortes nas rodovias estaduais e federais no feriado de Páscoa subiu. (págs. 1 e C5)

Foto legenda: À esquerda, trânsito na av. dos Bandeirantes perto do aeroporto de Congonhas no fim da tarde de 22 de março, antes da abertura do Rodoanel; à direita, o mesmo trecho no final da tarde de ontem

Por Dilma, presidente manda acelerar obras
Em reunião ministerial, o presidente Lula mandou sua nova equipe acelerar a conclusão de obras e enfatizou que vai fazer campanha para Dilma Rousseff (PT). "Ninguém vai me segurar", disse.

No primeiro ato público após deixar o governo, Dilma chamou os tucanos de "anti-Lula" e "lobos em pele de cordeiro". O PSDB promete partir para o debate ético com os petistas. (págs. 1 e Brasil)

Foto legenda: Carros-bomba matam 4 no Paquistão
Dois veículos explodiram em frente ao consulado dos EUA em Peshawar (norte do país); o Taleban assumiu a autoria da ação, a mais violenta contra missão americana em quatro anos (págs. 1 e A16)

Promotoria vê 'indústria de incêndios' em favelas de SP
Promotores afirmam que, desde outubro, seis incêndios em favelas de SP foram fabricados para que moradores recebam verba da prefeitura ou "furem a fila" em programas habitacionais, informa Rogério Pagnan.

A Folha recebeu a informação de que o fogo atingiria a favela Rocinha Paulistana e a registrou em cartório em dezembro; o incêndio ocorreu no mês seguinte. A prefeitura diz que apoia a investigação. (págs. 1 e C8)

Vetar 'pulseira do sexo' é inútil, diz especialista
A psicóloga e sexóloga Maria Claudia Lordello, da Universidade Federal de São Paulo, diz ser contrária à proibição das "pulseiras do sexo". Para Lordello, elas são só uma justificativa dos agressores para cometer crimes: "Se não fossem elas, seria outro motivo". (págs. 1 e C7)

Dinheiro: Proposta americana faz Brasil adiar início de retaliação comercial (págs. 1 e B1)

Venezuela quer gastar US$ 5 bi em armas russas
Após visita à Venezuela, o premiê da Rússia, Vladimir Putin, anunciou à indústria bélica de seu país que o presidente Hugo Chávez prometeu gastar US$ 5 bilhões na compra de armas russas. Segundo militares da Rússia, há interesse em submarinos e tanques. (págs. 1 e A14)

Análise: Imagem de Serra como 'pós-Lula' preocupa o PT
A ordem na campanha de Dilma Rousseff é "tirar a pele de cordeiro dos lobos do PSDB", relatam Valdo Cruz e Fernando Rodrigues. Para os petistas, José Serra está sendo bem-sucedido ao se colocar como pós-Lula, e não anti-Lula. (págs. 1 e A4)

Editoriais
Leia "Sinais de retomada", sobre a economia dos EUA; e "Empate na Bolívia", acerca das eleições regionais no país. (págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: EUA oferecem ajuda a algodão brasileiro e País adia retaliação
Brasil aceita ampliar prazo até que americanos implementem propostas negociadas

A dois dias de iniciar a retaliação aos EUA por conta dos subsídios ao setor do algodão, o governo prorrogou o prazo para 22 de abril, para estender o diálogo com Washington. O Brasil espera que os americanos adotem medidas já negociadas, entre as quais a criação de um fundo no valor de US$ 147,3 milhões anuais para financiar projetos do setor de algodão brasileiro. As propostas são consideradas provisórias, mas podem servir para uma solução definitiva para a disputa na Organização Mundial do Comércio, que deu ao Brasil o direito de retaliar os EUA. (págs. 1 e Economia B1)

Consulado dos EUA é alvo de atentado no Paquistão
Militantes do braço paquistanês do Taleban atacaram o Consulado dos EUA em Peshawar. Morreram seis paquistaneses, além dos cinco terroristas suicidas. A ação usou um caminhão-bomba e lança-foguetes, mas o consulado não foi destruído. O serviço de inteligência do Paquistão afirmou que o atentado foi bem planejado. Foram ouvidas três explosões na área, com um intervalo de 15 minutos entre elas. Um porta-voz da milícia extremista anunciou que haverá novos ataques contra interesses americanos. Em outro atentado no país, algumas horas antes, pelo menos 42 pessoas foram monas. (págs. 1 e Internacional A11)

Foto legenda: Destruição. Forças de segurança montam guarda diante das ruínas de um dos prédios atingidos por atentado ao Consulado dos EUA em Peshawar

Vale acusa siderúrgicas europeias de deslealdade
A Vale pediu à Comissão Europeia que investigue as siderúrgicas do continente por prática de concorrência desleal, informa o repórter David Friedlander. No pedido, a mineradora brasileira acusa as siderúrgicas europeias de agir de maneira orquestrada e ilegal nas negociações para reajuste do preço internacional do minério de ferro - o produto vendido pela Vale. (págs. 1 e Economia B15)

PSDB cobra de Dilma biografia de tesoureiro
O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), aceitou desafio feito pela pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff em entrevista ao Estado -, de trazer o debate ético para a campanha eleitoral. Guerra cobrou da ex-ministra que começasse esclarecendo o "dossiê dos aloprados" e a biografia do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, ligado à Bancoop. (págs. 1 e Nacional A4)

Falta de leitos de UTI atinge metade do País
Dados da Associação de Medicina Intensiva Brasileira mostram que mais da metade dos Estados tem menos leitos de UTI que o necessário. Faltam profissionais habilitados para trabalhar nas unidades. (págs. 1 e Vida A18)

SP multa Infraero por falhas em Congonhas (págs. 1 e Cidades C1)

Ilan Goldfajn: Incerteza certa
O sistema de governança atual gera incerteza em momentos críticos. Quando um presidente sai, há sempre dúvidas sobre a política futura. (págs. 1 e Espaço Aberto A2)

Arnaldo Jabor: O nariz cor-de-rosa
A vitória do velho Estado-pai seria a revolução dos oportunistas e dos incompetentes. (págs. 1 e Caderno 2 D12)

Visão Global: As desculpas da Sérvia
As reações à decisão do Parlamento sérvio de condenar o massacre de Srebrenica têm sido cínicas, escreve Tim Judah. (págs. 1 e Internacional A15)

Notas & Informações: BC e Tesouro - o contraste
Ao capitalizar o BNDES, o Tesouro assume riscos de operações tipicamente bancárias. (págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil

Manchete: Rio submerso
O temporal de proporções diluvianas que caiu no fim da tarde no Rio fez a cidade submergir. Tijuca, Maracanã, Rio Comprido, Praça da Bandeira e Centro ficaram alagados. Na Rua do Lavradio a correnteza lembrava um rio. Na Zona Sul o trânsito entrou em colapso. Segundo técnicos, a tromba d'água com precipitação de 40 mm em uma hora é típica em florestas equatoriais, mas raríssima em áreas como o Rio. (págs. 1 e Tema do dia A2 e A3)

Previ-Rio: comissão já abriu sindicância
A Procuradoria do Município deu início ontem ao trabalho da comissão de sindicância que investiga a aplicação de R$ 70 milhões do Previ-Rio em ações - R$ 61 milhões só na empresa Casual Dinning. A comissão é presidida pela Procuradoria e tem um membro da Controladoria, outro da Secretaria de Fazenda e um da Casa Civil. Os 19 vereadores oposicionistas querem uma CPI, pois não acham isenta a investigação da prefeitura. (págs. 1 e Cidade A13)

Foto legenda: Decolagem não autorizada
Sem previsão - O mau tempo durante todo o dia, em São Paulo e no Rio, afetou também a vida de quem precisou voar. Nos aeroportos de Congonhas e no Santos Dumont, os painéis passaram a segunda-feira com muitas previsões e poucos aviões saindo ou chegando. (págs. 1 e Tema do dia A3)

Alíquota do etanol cai a zero
A Câmara de Comércio Exterior anunciou que o governo brasileiro reduziu a alíquota do imposto de importação sobre o etanol, que era de 20%, a zero. A eliminação da taxação deverá vigorar até 31 de dezembro de 2011. (págs. 1 e Economia A19)

Talibã: consulado dos EUA atacado
Militantes do Talibã tentaram invadir ontem o consulado americano na cidade de Peshawar, no noroeste do Paquistão, onde soldados do governo travam duros combates com aliados da Al Qaeda. O ataque deixou oito mortos, entre eles dois guardas do consulado. (págs. 1 e Internacional A21)

Dilma com a língua afiada
No primeiro compromisso público após deixar a Casa Civil, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, disse que a oposição atua como "lobo em pele de cordeiro", por criticar o governo mas prometer dar continuidade a seus programas. (págs. 1 e País A5)

Coisas da política
A ambição restrita pelos riscos. (págs. 1 e A2)

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Correio Braziliense

Manchete: De volta à Câmara e com grana no bolso
Quinze deputados que exerciam funções no Executivo antes de se desincompatibilizar recebem R$ 16,5 mil — valor equivalente a um salário — como ajuda de custo no retorno ao Congresso. A verba é destinada exclusivamente a despesas com transporte e beneficia até parlamentares com residência em Brasília. A festa com o dinheiro público também se estende aos suplentes, que cedem lugar aos titulares, mas ganham o dinheiro extra conhecido como 14º salário no legislativo (págs. 1 e 7)

CGU: Graves suspeitas nos contratos do GDF (págs. 1 e 22)

Morte de jornalista: Médico deve ser levado a júri popular
Responsável pela lipoaspiração que provocou a morte de Lanusse Martins, em março, o cirurgião plástico Haeckel Moraes foi denunciado por homicídio qualificado. Para o Ministério Público, Haeckel agiu criminalmente ao descumprir as medidas de segurança acertadas previamente com a paciente. (págs. 1 e 23)

Apostar no aluguel é arriscado
Segundo pesquisa, valor cobrado dos inquilinos não paga o alto investimento feito nos imóveis no DF (págs. 1 e 32)

Dengue: Alerta para o contágio de crianças
De cada quatro casos da doença, um foi registrado em pessoas com idade de 0 a 15 anos, de acordo com o Ministério da Saúde. No DF, este ano, foram 107 ocorrências em meninos e meninas com até 9 anos de idade. A situação também é agravada pela dificuldade no diagnóstico do vírus nesse grupo. (págs. 1 e 29)

Petrobras vai abrir 8 mil vagas
Estatal pretende contratar 8,5 mil funcionários até 2013 para ampliar refinarias e executar projetos do pré-sal. (págs. 1 e 13)

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Valor Econômico

Manchete: Construtoras voltam a olhar para classe média
Após o lançamento do programa Minha Casa, Minha Vida, em abril de 2009, a baixa renda se tornou o alvo das construtoras. Desde as que já operavam nessa faixa até as que jamais haviam construído um prédio popular, todas passaram a fazer projetos para o segmento. Discretamente, porém, a festejada baixa renda começa a perder o charme. Numa espécie de hedge, o cíclico mercado imobiliário volta às origens e olha para os clientes de média e alta renda, especialmente em São Paulo, como principal foco de seus novos investimentos.

Nas grandes construtoras, a palavra de ordem é diversificar. A PDG Realty e a Rossi abriram unidades de negócios exclusivas para o mercado de média e alta renda. Outras, de menor porte, como Helbor e JHSF, desistiram da casa popular. "Ensaiamos entrar nesse mercado, mas a conta não fechou", diz Henry Borenztein, presidente da Helbor.
"Prefiro me concentrar no que sei fazer direito". (págs. 1 e B1)

Educação teria agência reguladora
Inspirados nas agências reguladoras de saúde, energia e petróleo, professores, pais, alunos, gestores públicos, sindicalistas e representantes de organizações sociais querem que o poder público aumente a regulação sobre a educação particular no país, em todos os níveis de ensino. Cerca de 3 mil delegados reunidos na 1ª Conferência Nacional de Educação, encerrada na quinta-feira, em Brasília, aprovaram proposta que, na prática, significa que a educação passe a ser interpretada legalmente como um bem público e que sua oferta pela iniciativa privada se dê por meio de concessão. (págs. 1 e A2)

Desemprego cai e muda de patamar
O mercado de trabalho iniciou o ano bastante aquecido. Em fevereiro, a taxa de desemprego ficou em 7,1%, com ajuste sazonal, a mais baixa da série iniciada em 2001, segundo cálculos da Rosenberg & Associados. Com a expectativa de crescimento expressivo da demanda, as empresas têm aumentado as contratações.

Há intensa criação de vagas com carteira assinada - só no primeiro bimestre houve a geração de 390,8 mil postos formais. Com a consolidação de um crescimento econômico mais elevado e menos volátil, a desocupação parece ter mudado estruturalmente de patamar, muito abaixo dos dois dígitos que se observavam até 2006. Para analistas, a força do mercado de trabalho ajuda a pressionar a inflação, sendo um dos fatores que levarão o Banco Central a elevar os juros neste mês. (págs. 1 e A5)

No Cade, caso Embraport cria polêmica
Embraport, empresa não operacional que vai construir e explorar um terminal portuário em Santos (SP) para contêineres e etanol, tornou-se alvo de discussão no Cade. O que está em jogo é a concorrência no segmento de contêineres no porto. De um lado estão os novos controladores da Embraport: a DP World, de Dubai, e a Odebrecht Investimentos em Infraestrutura. De outro, os terminais de contêineres privatizados na década de 90 representados pela Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público (Abratec). Ao submeterem a compra ao governo, os novos donos pediram tramitação sumária, porque se trataria de mera "substituição de agente econômico". Para a Abratec, a operação merece análise cuidadosa do Cade, considerando-se o poder de mercado dos novos controladores. (págs. 1 e B8)

Ministério Público quer atuar na política
O Ministério Público começa a dispender esforços para reconquistar o direito de participar de atividades político-partidárias - inclusive com a permissão para que seus integrantes concorram a cargos eletivos. O MP pretende estancar as sucessivas derrotas que vem sofrendo no Congresso. Em março, foram dois reveses, que ocorreram sem que nenhum parlamentar, do governo ou da oposição, se insurgisse contra elas. O direito de participar de ações político-partidárias foi conferido pela Constituição de 1988, mas perdido na reforma do Judiciário de 2004. (págs. 1 e A14)

Sem interesse pelas letras financeiras
Três meses após serem criadas por medida provisória, as letras financeiras desapontam. As poucas sondagens de emissão do novo papel que chegam às mesas dos investidores apresentam volumes de no máximo R$ 50 milhões, bem distante dos R$ 15 bilhões que os bancos poderiam emitir por ano.

Um dos problemas é a dificuldade de concorrência com outras opções de investimento. "O investidor não está vendo vantagem em comprar uma letra em relação aos outros papéis emitidos pelos bancos", diz Gustavo Summers, superintendente de gestão de balanços do Santander. Da forma como foram regulamentadas, as letras não têm a retaguarda do Fundo Garantidor de Crédito e também não podem ser recompradas a qualquer momento. (págs. 1 e C1)

Em desvantagem frente aos Conservadores, Gordon Brown anuncia eleições no Reino Unido (págs. 1 e A11)

Euro cai à menor cotação em reais em quase oito anos e ajuste deve se acentuar, diz Daniel Tenengauzer (págs. 1 e C8)

Brasil adia retaliação
Possibilidade de avanço em negociação com os Estados Unidos sobre subsídios ilegais ao algodão fez o governo brasileiro adiar a entrada em vigor da retaliação contra produtos importados dos EUA. (págs. 1 e A3)

Japão muda paradigmas
Depois do fim da era dos empregos vitalícios, a revisão das pensões pagas pelas empresas japonesas a seus trabalhadores aposentados abala o último pilar do tradicional "contrato social corporativo" do país. (págs. 1 e A11)

TV digital atrai investimento
A Screen Service, fabricante italiana de transmissores de TV digital, já iniciou a produção dos equipamentos no Brasil. Os contratos fechados com emissoras brasileiras já ultrapassam R$ 20 milhões. (págs. 1 e B3)

Gravadoras ampliam o leque
A indústria fonográfica diversifica suas estratégias para aumentar as receitas. As ações vão desde parcerias com operadoras de celular e sites de internet até a participação na produção de shows. (págs. 1 e B3)

Disparada do ferro
Preços do minério de ferro no mercado à vista neste início de mês sinalizam que a commodity poderá ter novo reajuste de no mínimo 20% no terceiro trimestre. (págs. 1 e B7)

Inflação no campo
Os preços pagos aos produtores rurais paulistas tiveram em março a 11ª elevação quadrissemanal consecutiva, reflexo das fortes chuvas dos últimos meses, mantendo a pressão altista dos alimentos nos índices de inflação. (págs. 1 e B11)

Moinhos buscam alternativas
As chuvas que castigaram as lavouras de tribo no Cone Sul e prejudicaram a qualidade do cereal vão forçar os moinhos brasileiros a buscar matéria-prima mais cara fora do Mercosul. (págs. 1 e B12)

Contas fechadas
Fundo de pensão da Prefeitura do Rio de Janeiro (Funprevi) segue sem fiscalização da Secretaria de Previdência Complementar desde 2006 por força de liminar obtida na Justiça. (págs. 1 e C3)

Ações emergentes
Fundos de ações com foco em mercados emergentes encerraram o trimestre com captação líquida de US$ 7,5 bilhões, mais que o dobro do registrado em igual período de 2009, mas abaixo do fim do ano passado. (págs. 1 e D3)

Ideias
Delfim Netto: um futuro governo bem-sucedido deve ser construído sobre bons alicerces do passado. (págs. 1 e A2)

Ideias
Luiz Gonzaga Belluzzo: mudança cambial na China, se vier, será
“lenta, gradual e segura". (págs. 1 e A13)

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Jornal do Commercio

Manchete: Famílias penam com mobilização no IML
Operação-padrão adotada por legistas de Pernambuco complica a vida de parentes das vítimas de mortes violentas. (pág. 1)

Foto legenda: Chesf (pág. 1)

Silicone francês tem venda proibida no Brasil pela Anvisa (pág. 1)

Cresce o número de mortes nas rodovias do Estado no feriado (pág. 1)

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segunda-feira, 5 de abril de 2010

O que Publicam os Principais Jornais do País, nesta segunda feira

O Globo

Manchete: Tesouro pode arcar com novo aporte no BNDES
Capitalização do banco financiaria projetos do PAC-2 e da Copa

O governo estuda formas de injetar recursos no BNDES para financiar obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2), bem como projetos para Copa, Olimpíadas e pré-sal. Uma das opções seria a capitalização via recursos do Tesouro Nacional, que, devido à crise global, arcou com o aporte de R$ 100 bilhões no banco, no ano passado, e mais R$ 80 bilhões este ano. Outra possibilidade é a emissão de debêntures no mercado. Nos dois casos, o Tesouro arcará com o custo, pois na emissão de títulos o BNDES pagaria juros maiores do que recebe quando empresta para as empresas. (págs. 1 e 15)

Apoio ao Papa marca a Páscoa no Vaticano
Decano do colégio dos cardeais defende Bento XVI e diz que sua liderança é 'inquebrantável'

O Papa Bento XVI recebeu na missa do domingo de Páscoa, na Praça de São Pedro, apoio de 400 mil padres e bispos, por meio do cardeal Angelo Sodano, decano do Colégio dos Cardeais. Ele disse que a liderança do Papa é "inquebrantável", e se referiu a denúncias de abuso sexual como "fofoquinha". Ingleses recolhem assinaturas contra a visita do Papa. (págs. 1 e 21)

África do Sul teme onda de violência racial
O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, pediu ao país calma, diante dos temores de que o assassinato do líder racista branco Eugene TerreBlanche detone uma onda de violência racial. A ultradireita defendeu boicote à Copa. (págs. 1 e 22)

Linha Amarela: mais 15 anos de concessão
Pelo direito de explorar o pedágio até 2037, a concessionária Lamsa fechou acordo com a prefeitura do Rio para investir R$ 241,5 milhões em obras destinadas a reduzir os engarrafamentos na Linha Amarela e em seus acessos. (págs. 1 e 10)

TV Brasil paga 2,6 milhões por programa sobre África
A TV Brasil contratou a produtora Babbon para produzir 32 programas sobre a África. Dirigida pelos jornalistas Luiz Carlos Azenha e Henry Daniel Ajl, a série custará à TV pública R$ 2,6 milhões. O valor inicial foi acrescido de R$ 494,7 mil, em fevereiro. (págs. 1 e 4)

Vendas do iPad surpreendem e chegam a 700 mil (págs. 1 e 20)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Dilma reage a Serra e diz não temer embate ético com tucanos
Ao 'Estado', pré-candidata petista elogia atuação da PF e da Controladoria-Geral

Em sua primeira entrevista após deixar o governo, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, disse com exclusividade ao repórter Leonencio Nossa que o foco sobre a questão ética - proposto pelo pré-candidato do PSDB, José Serra - não assusta o PT. "Esse debate é muito bom para a gente", afirmou, dando como exemplo "tudo o que foi feito" nas operações da Controladoria-Geral da União com a Polícia Federal. "Acabamos com a figura do engavetador-geral". Segundo Dilma, os rivais terão é que mostrar propostas. "O Serra que me desculpe, mas ele não foi só ministro da Saúde. Foi ministro do Planejamento. Planejou o quê, hein?" (págs. 1 e Nacional A4)

Quatro anos depois

Com a experiência de quem foi derrotado por Lula, Geraldo Alckmin avalia que a candidatura Serra tem uma estrutura bem melhor do que a dele quatro anos atrás. "Temos mais chance". diz ele. (págs. 1 e Nacional A6)

Sindicatos conseguem redução de jornada
Enquanto permanece estacionada no Congresso a Proposta de Emenda Constitucional para a redução da jornada legal de 44 para 40 horas semanais, cerca de 32% dos trabalhadores formais do País já vivem sob este regime. Sindicatos de categorias mais organizadas vêm ampliando a conquista dos acordos com redução de jornada sem corte de salários. Só neste ano, o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi das Cruzes e Região fechou acordo com 22 empresas, a maioria prevendo redução gradual de jornada. (págs. 1 e Economia B1)

Pregador do Vaticano pede desculpa por homilia
Acuado pelas reações à pregação que fez na missa da Sexta-Feira Santa, o frade Raniero Cantalamessa desculpou-se por ter comparado a investigação de casos de pedofilia na Igreja com a perseguição aos judeus. Disse que lera trechos da carta de um amigo judeu. (págs. 1 e Vida A12)

"Se tivesse imaginado que provocaria polêmica, jamais teria tornado pública (a carta)"
Frei Cantalamessa - Casa Pontifícia

A Azul decola com 12 estrangeiros no comando (págs. 1 e Negócios N1)

Morte de líder infla rancor racial na África do Sul (págs. 1 e Internacional A8)

Terremoto no México é sentido na Califórnia (págs. 1 e Internacional A11)

Câmara prepara criação de 4 tribunais federais (págs. 1 e Nacional A7)

Fato Relevante: O luxo no Brasil
O consultor Carlos Ferreirinha diz a Clayton Netz que o mercado de alto luxo no Brasil pode se tornar referência no mundo. (págs. 1 e Negócios N2)

Notas & Informações
Os crimes anunciados do MST

Ao radicalizar o "Abril Vermelho", é bem provável que o MST não pense nas eleições. (págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil

Manchete: Previ-Rio: Além de CPI, a intervenção
Coleta de assinaturas começa hoje, e Ministério da Previdência vai intervir

Começa hoje na Câmara Municipal a coleta de assinaturas para a instalação da CPI do Previ-Rio, que vai investigar as aplicações e a gestão dos recursos do Instituto de Previdência e Assistência da Prefeitura do Rio. O Ministério da Previdência prometeu intervir com análise do balanço e da situação atuarial da instituição carioca, cujos gestores aplicaram R$ 70 milhões em um fundo privado ligado ao grupo Garcia & Rodrigues, o que contraria o estatuto. A Procuradoria Geral do Município conseguiu bloquear a aplicação na Justiça, mas segurados e parlamentares temem que a aplicação irregular dos recursos prejudique o pagamento de pensões. (págs. 1 e Cidade A16)

Polícia do Rio na mira de ministério
Reduzir o número de mortos em operações policiais no Rio é um dos objetivos da força-tarefa criada pelo Ministério da Justiça para atuar no estado. Ocorrências registradas como “auto de resistência” ou "mortes a esclarecer" serão investigadas pelo grupo, que deverá chegar ao Rio até amanhã. (págs. 1 e País A4)

Tensão racial na África do Sul
O assassinato de Eugene TerreBlanche, líder ultradireitista sul-africano que apoiou a manutenção do apartheid, reacendeu a tensão racial num país que está a 67 dias de sediar a Copa do Mundo. Polícia crê em crime comum, mas direitistas já falam em vingança. (págs. 1 e Internacional A23)

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Correio Braziliense

Manchete: Mais rigor no controle das cirurgias plásticas
Morte da servidora Kelma Gomes sete dias após lipoescultura numa clínica de Goiânia leva o Ministério Público do DF a discutir mudanças nas regras e nos procedimentos. Promotor propõe que médicos e clínicas assinem um Termo de Conduta (págs. 1 e 22)

Diárias: Mantega ganhou sem viajar
Ministro teria recebido verba para hospedagem quando estava em Brasília ou em São Paulo, onde fica sua casa. (págs. 1 e 10)

Palestina: Mais um capítulo na crise das fronteiras
Palestinos anunciam estado independente para 2011, mas Israel diz que só reconhece marcos temporários. (págs. 1 e 16)

Eleição indireta: prazo acaba na quarta-feira (págs. 1 e 21)

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Valor Econômico

Manchete: 'Efeito Petrobras' leva empresas a antecipar ofertas
A megaoferta de ações da Petrobras deve enxugar a liquidez do mercado no segundo semestre, dificultando emissões de outras empresas em um momento que já é de seletividade por parte dos investidores. A operação da estatal deve ser realizada assim que o Congresso aprovar os projetos do pré-sal.

Embora a emissão ainda não tenha volume definido, a Petrobras estima que haja demanda para algo entre US$ 15 bilhões e US$ 25 bilhões. Na média, significa R$ 37 bilhões, volume que só perde para a soma das ofertas realizadas em 2007 e em 2009. (págs. 1 e D1)

Foto legenda: De novo nos trilhos
Recuperação da economia mundial dá novo fôlego à indústria de vagões de carga. A Amsted-Maxion vai quadruplicar as entregas neste ano em relação a 2009, diz Ricardo Chuahy, presidente. (págs. 1 e B6)

Argentina vibra com 'tsunami verde'
Os produtores argentinos ainda carregam as lembranças da pior seca em 70 anos, que destruiu a safra passada de soja (2008/2009). Hoje, porém, vivem dias de euforia. Às margens da Ruta 8, que sai de Buenos Aires em direção aos campos de soja mais produtivos da América do Sul, as colheitadeiras trabalham o dia inteiro para evitar que chuvas de abril estraguem uma safra até agora irretocável, daquelas que também ficarão na memória dos agricultores.

As estimativas iniciais, de uma colheita de 48 milhões de toneladas, foram crescendo até chegar à projeção atual de 53,5 milhões. Se confirmado, será um volume recorde para o país (a safra brasileira deve atingir 67,6 milhões). (págs. 1 e B16)

Artesia assume banco regional na Flórida
Os sócios da Artesia Gestão de Recursos compraram o controle do Community Bank of Manatee, um banco regional na Flórida, com cinco agências. Com uma injeção de US$ 11,5 milhões em capital novo, assumiram participação acionária de 60% do banco americano em dezembro. Na quinta-feira, a instituição anunciou novo investimento de US$ 4,7 milhões dos sócios. Agora bem capitalizado, o banco pode voltar a emprestar para pequenas e médias empresas da região e também financiar a compra de imóveis. Os investidores brasileiros, liderados por Marcelo Lima, mudaram o destino do banco, que tem US$ 260 milhões em ativos. Só no primeiro trimestre, 41 bancos regionais faliram nos EUA. (págs. 1 e C1)

Múltis investem na produção de vacinas no país
As grandes multinacionais farmacêuticas, que desenvolvem na Europa e nos EUA medicamentos inovadores, estão cada vez mais interessadas no segmento de vacinas no Brasil, principalmente por meio de parcerias com laboratórios estatais - um mercado que movimenta R$ 1 bilhão por ano no país e R$ 17 bilhões em todo o mundo, com taxas de crescimento de 16% ao ano, segundo a OMS. "O potencial de negócio é grande, a economia é crescente e o governo tem um programa sério de saúde", disse ao Valor, Susan Silbermann, presidente da Pfizer na América Latina.

Foto legenda: Susan Silbermann, presidente da Pfizer na AL: pesquisa em vacinas contra doenças tropicais

Ideologia tem pouco peso nas escolhas de usineiros
Os pré-candidatos do PT e do PSDB à Presidência entram na disputa pelo apoio do setor sucroalcooleiro em situação desigual. Beneficiado com refinanciamento de dívidas no Banco do Brasil e crédito farto do BNDES, o setor está satisfeito com Lula, garoto-propaganda do etanol no mundo. De 2002 ao ano passado, a produção de álcool aumentou 140%. Por isso, o setor tende a confiar na candidata oficial, Dilma Rousseff. "O governo Lula foi excepcional para o nosso negócio, fico até emocionado", diz o usineiro Luiz Guilherme Zancaner, um dos fundadores da direitista UDR.

José Serra, candidato do PSDB, agradou o setor ao manter a redução do ICMS sobre o etanol de 25% para 12%. Apesar disso, os produtores não gostam das medidas de proteção ambiental, que encurtaram prazos para o fim da queimada da cana em São Paulo, o que obriga a mecanização na colheita e a recapacitação de trabalhadores. Em áreas com declive, o prazo para o fim da queimada foi reduzido de 2017 para 2013. Nas planas, de 2021 para 2014. (págs. 1 e A14)

Natura promove assembleia à moda americana
Amanhã, centenas de pessoas vão invadir a sede da fabricante de cosméticos Natura, em Itapecerica da Serra, e também as instalações da empresa em Cajamar, ambas na Grande São Paulo, para a assembleia-geral de acionistas. A fim de atrair a participação das pessoas físicas, que detêm 5% do capital, serão oferecidos transporte gratuito, refeição, apresentação dos produtos e um debate com os principais executivos. (págs. 1 e D4)

Valor Investe
As empresas que ficam esquecidas por falta de governança
Bolsa volátil e dúvidas sobre juros exigem cautela do investidor (pág. 1)

Agonia e glória na crise
Um ano e meio após a quebra do Lehman Brothers, a história da crise deixou claro que os setores ligados ao mercado interno importaram melhor a turbulência, enquanto os mais dependentes do mercado externo ainda enfrentam dificuldades. (págs. 1, A4, A6 e A7)

PCs superam a crise
Consumo das classes populares e demanda reprimida no setor corporativo devolvem a produção de microcomputadores aos níveis pré-crise. Vendas no primeiro trimestre cresceram 33% sobre igual período de 2009. (págs. 1 e B3)

Contraofensiva
Indústria brasileira de brinquedos reage às importações chinesas e projeta crescimento de 10% neste ano, depois da alta de 8% nas vendas registrada em 2009. (págs. 1 e B4)

Universalização do conforto
Com 1,3 mil lojas espalhadas pelo país, a fabricante de colchões Ortobom profissionaliza a área de franquias e prepara a abertura de mais 246 unidade neste ano, com atenção especial para o Norte e Nordeste, diz Rubens Dias filho. (págs. 1 e B5)

Corrida em duas rodas
Passada a crise, a recuperação do mercado de motocicletas a partir do fim do ano passado animou a Taurus a acelerar as obras de sua segunda fábrica de capacetes, na Bahia. A unidade deve ficar pronta em junho. (págs. 1 e B12)

Efeito Meirelles
Permanência de Henrique Meirelles à frente do Banco Central
“preserva a credibilidade" da autoridade monetária e reforça apostas em alta da Selic em 0,5 ponto no fim do mês. (págs. 1 e C2)

Suíça mira latino-americanos
A Suíça quer atrair bancos do Brasil para se instalarem no país no segmento de "asset management". A intenção é abocanhar ao menos US$ 150 bilhões hoje depositados em Miami. (págs. 1 e C3)

Fé no minério de ferro
As ações preferenciais da Vale voltaram a liderar as recomendações da Carteira Valor para este mês, indicadas por seis das dez corretoras participantes. Mesmo com valorização de 11,47% em março, os analistas acreditam que ainda há espaço para novas altas. (págs. 1 e D3)

Ideias
Maria R. Soares e Fabiano Santos: a encruzilhada da oposição no debate da política externa. (págs. 1 e A12)

Ideias
Patrick Messerlin: países ricos devem liderar pelo exemplo. (págs. 1 e A13)

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Estado de Minas

Manchete: BH campeã em violência no trânsito (pág. 1)

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Jornal do Commercio

Manchete: Sport garante o 1º lugar (pág. 1)

Menina de 9 anos é estuprada e assassinada (pág. 1)

Mais duas mortes são relacionadas às pulseirinhas do sexo (pág. 1)

Colégio de Cardeais defende Bento XVI na festa de Páscoa (pág. 1)

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domingo, 4 de abril de 2010

O que Publicam os Principais Jornais e Revistas do País

O Globo

Manchete: Teste mostra falta de eficiência dos Correios
Só 36% das cartas enviadas pelo Globo são entregues dentro do prazo

Um teste feito pelo Globo revelou o que cada vez mais pessoas vêm constatando em suas caixas de correio no Rio: a correspondência tem atrasado, quando chega. De 25 cartas enviadas para endereços na Região Metropolitana na manhã do dia 25 de março, apenas nove (36%) foram entregues dentro do prazo previsto pelos Correios - ou seja, no dia seguinte à postagem. Na quinta-feira passada, uma semana após o envio, sete cartas (28%) ainda não tinham sido recebidas. Enquanto isso, nos Correios, não param de chegar reclamações por convites entregues depois da data da festa, contas recebidas após o vencimento, encomendas atrasadas e cartas que não chegam ou vão para o endereçõ errado. Os Correios, que já foram um símbolo de eficiência no país, admitem que enfrentam problemas com a frota de aviões. A empresa diz estranhar o fato de as sete cartas terem levado mais de uma semana para chegar ao destino. (págs. 1 e 16)

Pacote de bondades pode custar R$ 30 bi
Em ano eleitoral, a Câmara dos Deputados tem uma fila de propostas a serem votadas que, se aprovadas, poderão representar um aumento de R$ 30 bilhões nas contas públicas. O saco de bondades vai da redução da jornada de trabalho a um aumento maior das aposentadorias. (págs. 1 e 3)

Sem três diretores, Anac está parada
Três anos após o caos aéreo, a Anac não pode tomar decisões importantes por falta de quórum. Dos cinco cargos de comando, três diretorias de áreas estratégicas (regulação, operações e infraestrutura aeroportuária) estão vagas. A indicação dos nomes está parada na Casa Civil. (págs. 1 e 27)

Dilma cita Lula 96 vezes e Serra fala 4 de FH
Nos discursos que fez em março, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, citou o presidente Lula 96 vezes, enquanto o seu rival tucano, José Serra, mencionou o ex-presidente Fernando Henrique apenas quatro. Marina Silva (PV) priorizou críticas ao PAC. (págs. 1 e 4)

Joaquim Levy
O disciplinado

Secretário de Fazenda diz que o Estado do Rio obteve o grau de investimento com transparência e disciplina fiscal. (págs. 1 e 29)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Em ano de crise, alta do real garante lucro de empresas
Desvalorização do dólar compensou a redução das margens de ganho das companhias, aponta estudo

Estudo de consultoria mostra que em 2009, apesar da queda de 0,2% no PIB brasileiro, um grupo de empresas manteve seus ganhos e vendas no mesmo nível de 2008. A principal ajuda veio do câmbio favorável, que suavizou a redução nas margens de lucro e a dificuldade no repasse da alta de custos. No levantamento, as vendas de 233 empresas com ações em Bolsa somaram R$ 603 bilhões em 2009, 2,6% acima da mediana do valor registrado em 2008. O estudo atualiza os balanços pelo IPCA (inflação oficial) e exclui bancos, Petrobras e Vale, que distorceriam a análise por ter tamanho maior. Segundo analistas, o aperto das margens de lucro e as vendas estagnadas fizeram o resultado operacional dessas empresas cair 16,4%; o recuo, porém, foi compensado pelo ganho financeiro com a desvalorização do dólar. Já as empresas exportadoras venderam menos e com preços menores. (págs. 1 e B1)

'Aloprado' do PT torna-se fazendeiro no sul da Bahia
Apontado em 2006 pela Polícia Federal como o homem da mala de dinheiro que seria usada na compra de um dossiê contra tucanos, no "escândalo dos aloprados", Hamilton Lacerda se tornou fazendeiro na Bahia, informam Hudson Corrêa e Leonardo Souza. O ex-assessor do senador Aloizio Mercadante (PT-SP), que ganhava R$ 5.000 mensais, agora tem negócios de R$ 1,5 milhão e sociedade com ex-assessor de Antonio Palocci. (págs. 1 e A4)

Sem aliados, Marina Silva evoca Davi e Dom Quixote
Resignada com a falta de aliados e o pouco tempo que terá na TV, a senadora Marina Silva (PV-AC) evoca metáforas bíblicas, como o confronto entre Davi e Golias, e a história de Dom Quixote na corrida presidencial. Em conversas informais, a pré-candidata deixa claro que vê a petista Dilma Rousseff - e não o tucano José Serra, que lidera a disputa, segundo o Datafolha - como o "gigante a ser batido nas urnas", relata Bernardo Mello Franco. (págs. 1 e A9)

Milionário de Angola entra na aviação brasileira
Um dos homens mais ricos de Angola, o ex-ministro de Obras Públicas general Higino Carneiro adquiriu parte da empresa de aviação Puma Air, do Pará, e pretende, até junho, operar a rota Brasil-Angola com aeronave alugada da Gol/Varig. Como a lei limita em 20% a participação de estrangeiros no setor, o general uniu uma de suas empresas, a Angola Air, com o empresário Gleison Gambogi de Souza, da área editorial. (págs. 1 e B8)

Vinicius Torres Freire
Governo federal fez dívida para pôr mais capital em banco público. (págs. 1 e B4)

Editoriais
Leia "A lista infame", acerca de relatório da Anistia Internacional, e "Oitava economia", sobre o país. (págs. 1 e A2)

Ilustrada
'Marca' Lula só perde para Senna em lista de famosos. (págs. 1 e E9)

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O Estado de S. Paulo

Receita fecha cerco a manobras fiscais
Fisco questiona fusões bilionárias na Justiça e mobiliza 400 auditores para impedir que empresas fabriquem prejuízos a fim de pagar menos impostos

A Receita Federal abriu guerra contra o planejamento feito pelas empresas para pagar menos impostos e contesta na Justiça a legalidade de série de negócios bilionários feitos nos últimos anos, informa a repórter Adriana Fernandes. O Fisco criou duas delegacias especiais de fiscalização de operações de planejamento tributário, em São Paulo e Rio, e vai formar equipes de auditores especiais nas 10 superintendências regionais do País. Ao todo, serão cerca de 400 auditores fiscais, com apoio da inteligência da Receita, à caça de operações suspeitas. Levantamento mostra que, nos últimos cinco anos - período de retomada do crescimento da economia -, 42% das maiores empresas do País, responsáveis por cerca de 80% da arrecadação federal, apresentaram prejuízo fiscal. Para a Receita, boa parte desse prejuízo, que pode ser abatido do lucro da empresas, foi formada com base em operações simuladas. (pág. 1, Economia e págs. B1 e B3)

Ação provoca queixas
Advogados especializados afirmam que a Receita faz "terrorismo tributário" e pode atrapalhar o desenvolvimento do País. (pág. 1, Economia e pág. B1)

Em 14 anos, SP terá mais idosos do que crianças
Em 2024, São Paulo deverá ter mais idosos do que crianças pela primeira vez. È o que mostra uma projeção da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) elaborada com exclusividade para o Estado. O contingente da terceira idade no Estado deverá ser de 2,2 milhões e o de crianças, de 2,13 milhões. Nos últimos dez anos, o número de paulistanos com 60 anos ou mais cresceu 35%, e chegou a 1,3 milhão. (pág. 1, Cidades e pág. C1)

Reflexões de um 'presidente acidental'
A convite do Aliás, Fernando Henrique Cardoso debateu com o sociólogo José de Souza Martins, o filósofo Renato Janine Ribeiro e o cientista político Renato Lessa. Ele diz que chamá-lo de neoliberal é xingamento. Que falta crítica teórica à esquerda no poder. Que Dilma precisa ler Descartes, e Serra, entender de candomblé. E que, em plena democracia, a união de setores do Estado, setores empresariais e fundos de pensão é um golpe de poder no Brasil. (pág. 1 e Aliás/Debate)

Um velho comunista no comando de São Paulo
O ex-comunista Alberto Goldman (PSDB), de 72 anos, assume o governo de São Paulo com a intenção de não cometer erros, para ajudar a candidatura de José Serra (PSDB) à Presidência. "Tudo que for feito corretamente vai reverter em benefício dele", afirmou a Christiane Samarco e Julia Duailibi. Ele pretende imprimir um estilo de governo diverso do de Serra, a começar pela pontualidade. "Sou pontual doentiamente. Deve ser uma doença, algo que eu mesmo não me dou conta", disse Goldman. (pág. 1, Nacional e pág. A8)


Serra começa a viajar pelo País na próxima semana. (págs. 1, Nacional e pág. A4)


Dilma abandona o figurino de dama de ferro. (págs. 1, Nacional e pág. A6)

Colômbia pós-Uribe põe segurança em segundo plano
A Colômbia se prepara para escolher, em maio, o sucessor do presidente Álvaro Uribe. A segurança, que dominou a agenda política do país nas últimas décadas, tornou-se tema eleitoral secundário, informa Gustavo Chacra, enviado especial. (pág. 1, Internacional e págs. A13 a A15)


Usina vira símbolo da corrupção no DF. (pág. 1, Nacional e pág. A12)

Affonso Celso Pastore
Reflexos da crise europeia - Teremos de nos acostumar com crescimentos econômicos europeus pífios nos próximos anos. Felizmente, existem no mundo os emergentes. (pág. 1, Economia e pág. B11)

Dora Kramer
Gente insolente - Os tucanos agora resolveram tratar Fernando Henrique como o cunhado que dá vexame. (págs. 1, Nacional e pág. A7)

Notas & Informações
A conferência da educação - Mais uma vez uma conferência nacional foi utilizada com propósitos corporativos. (págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil

Manchete: "Acabou a impunidade"
Para o novo ministro da Justiça, mensalão do DEM é o fim de uma era

Recém-empossado como ministro da Justiça, o carioca Luiz Paulo Barreto acredita que o escândalo de corrupção que implodiu o governo de Brasília é exemplar, pois transmite o sinal de que o Brasil tem buscado punir os corruptos com maturidade, e em um ambiente político democrático. "Fica o sinal de que há um caminho para punir. Acabou a época da impunidade", diz, em entrevista ao JB. (pág. 1, Tema do dia e págs. A2 e A3)

'Selo verde' já atrai o consumidor
Os consumidores brasileiros vêm atribuindo mais valor a empresas ambientalmente responsáveis, como já ocorre em países desenvolvidos. A mudança de comportamento, entretanto, ainda não se reflete na hora da compra. (pág. 1, Economia e pág. A13)

Cidadania
A iniciativa do Jornal do Brasil de examinar a evolução patrimonial de candidatos a postos majoritários é demonstração de que se pode exercer a cidadania, independentemente dos controles oficiais. Certa vez, assisti à palestra do presidente Clinton, por ocsião de sua estada no Brasil, a convite do presidente Fernando Henrique, em que respondeu a um dos participantes que a força da democracia americana reside não só na estabilidade de suas instituições, mas também no controle que a sociedade exerce sobre o governo através de suas ONGs especializadas. Todos os políticos têm receio de que essas formas de organização da sociedade para o exercício da cidadania - e não, como infelizmente ocorre no Brasil, para dar apoio a partidos políticos e correntes ideológicas que lutam pela conquista do poder - possam vir a causar problemas eleitorais, se os candidatos os tiverem. O respeito, todavia, de que se tomaram merecedoras adveio do fato de não estarem filiadas a organizações políticas, atuando exclusivamente em prol do interesse nacional e da defesa da cidadania. Convenço-me de que a iniciativa do JB está nesta linha. (pág. 1, Continua na pág. A11)

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Correio Braziliense

Manchete: Minha casa, Minha vida eleva preço de imóveis
O programa do governo federal destinado a facilitar o acesso à moradia pela população de baixa renda aqueceu tanto o mercado imobiliário que uma casa em Planaltina de Goiás praticamente dobrou de preço. Em Santa Maria, um apartamento de dois quartos custa quase R$ 100 mil. Empresários do setor defendem que o poder público doe terrenos para combater o encarecimento dos imóveis. (págs. 1 e 34)

Bolsa de Valores - Governo sob suspeita de especulação
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) investiga a participação de funcionários do Executivo e de diretores de estatais em operações atípicas no mercado financeiro. Com acesso a informações privilegiadas, eles estariam beneficiando investidores. Até um ministro terá que se explicar. (págs. 1 e 12)

O pensamento econômico de Dilma e Serra
Candidato tucano à Presidência da República defende um Estado ativo, que estimule o crescimento por meio do corte de gastos públicos e juros mais baixos. Para a representante do PT, o país precisa de um governo indutor, com foco social e projetos consistentes de investimento em infraestrutura. (págs. 1, 14 e 15)

Saneamento no Brasil ainda é obra de ficção
Apenas 23,1% da população rural do país têm acesso a esgotamento sanitário. O índice é menor do que o registrado em nações africanas, como a Nigéria, ou em regiões de guerra. Enquanto isso, projetos do governo para resolver o problema estão em ritmo lento. (págs. 1 e 10)

Um impasse em gestação
Aumento da licença-maternidade de 120 para 180 dias é aprovado por 82% das mulheres, mas 60% têm medo de a medida reduzir as contratações no setor privado. Empresários confirmam possíveis restrições. (págs. 1 e Trabalho & Formação Profissional, Capa, págs. 2 e 3)

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Veja

O insuportável peso de voar
Com passagens baratas, jatos modernos e mais destinos, viajar de avião no Brasil ainda é um martírio por causa do acanhamento dos aeroportos


Entrevista – Aécio Neves – “Tenho orgulho de ser político” – O tucano Aécio Neves confirma que concorrerá ao Senado, aponta as maiores fragilidades do discurso petista e diz que é vital recuperar a dignidade da atividade política. (págs. 17, 20 e 21)

O tucano alça voo – A seis meses da eleição que definirá o próximo presidente da República, José Serra, líder nas pesquisas, deixa o governo de São Paulo para se dedicar à campanha em tempo integral. (págs. 56 e 57)

Prateleira eleitoral – Dilma Rousseff deixa o governo para ser a candidata petista à Presidência e passa, a partir de agora, a enfrentar os problemas reais de uma campanha – inclusive afastando-se de companheiros indesejáveis. (págs. 58 e 59)

Então vocês se encontraram?... – O tesoureiro do PT confirma reunião com operador do mensalão, mas não revela o teor da conversa. O operador já disse que o tema era propina. (pág. 60)

Entre o céu e o inferno – O número de brasileiros que viajam de avião dobrou nos últimos cinco anos. A notícia só não é melhor porque os viajantes são submetidos a momentos infernais nos superlotados aeroportos do Brasil. (págs;. 68 a 77)

A riqueza em jogo – A montanha de dinheiro proveniente dos royalties do pré-sal é alvo de uma discussão que, até este momento, passou ao largo da objetividade que o assunto requer. (págs. 90 e 91)

Maílson da Nóbrega – Lula foi o culpado – “O governo não tinha estratégia para neutralizar o apetite dos parlamentares. Lula preferiu ignorar a história. Guiou-se pela ideologia estatizante e por objetivos eleitorais.” (pág. 92)

Pecados pouco originais – Com vagas ociosas e ingerências indevidas, as novas federais nascem com os mesmos problemas do caro e ineficiente ensino superior público brasileiro. (págs. 102 a 104)

Diogo Mainardi – Boletim de Ocorrência – “A soldada Erika Canavezi tem dois filhos. Cuida deles sozinha. Seu soldo: 2.000 reais. Em catorze anos de trabalho na PM, ela nunca havia sido agredida. Isso só ocorreu agora porque os pelegos da Apeoesp decidiram sabotar as medidas de Serra”. (pág. 123)

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Época

Gordura vicia?
Um novo estudo compara o fast-food a drogas como heroína e cocaína


Dilma x Serra
Por que essa deve ser a disputa mais acirrada em duas décadas

As trapaças da Bolsa
A onda de golpes milionários contra os pequenso acionistas


Saíram juntos. E devem correr cabeça a cabeça - Nos atos em que deixaram seus cargos, Serra e Dilma apontaram suas estratégias para uma campanha dura. (págs. 38 a 40)

Nossa Política - Fernando Abrucio - Os quatro rounds da eleição presidencial - O primeiro round terminou e mostrou uma eleição polarizada entre Dilma e Serra. (pág. 41)

O que Serra tem para mostrar - Um balanço das principais ações do candidato tucano nas quatro áreas mais importantes de sua administração, em São Paulo. (págs. 42 a 45)

O que Dilma tem para mostrar - Lula lançou o PAC 2, com o PAC 1 ainda pelo meio. O programa será estrela da campanha de Dilma, mas tem resultados menos vistosos do que o governo alardeia. (págs. 46 a 49)

As trapaças na Bolsa de Valores - Os investidores inescrupulosos não estão só em Wall Street. No Brasil, a CVM investiga os golpes milionários contra os pequenos acionistas. (págs. 53 a 58)

Nossa Economia - Paulo Guedes - O dinheiro do pré-sal tem de ir aonde o povo está - Concentrar recursos na União é uma herança da ditadura. Descentralizar é a exigência democrática. (pág. 59)

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ISTOÉ

O custo de viver
Um mergulho profundo nos altos preços da saúde no Brasil a partir da luta de uma família que já gastou mais de R$ 600 mil no tratamento do filho doente

O voo solo de Dilma
Sem poder mais contar com Lula ao seu lado para fazer a campanha, a ex-ministra monta agenda que busca ampliar sua identificação com o presidente. (págs. 36 a 38)

O sono de um discurso - Durante a fala de Dilma sobre o PAC 2, os ministros e até o presidente dão sinais de que o tom da candidata é cansativo. (págs. 40 e 41)

Ministério de cabos eleitorais - Substitutos dos titulares que deixam as pastas têm como principal missão ajudar seus antecessores nas campanhas. (pág. 42)

"Sou candidato ao governo de São Paulo" - Paulo Skaf deixa a presidência da Fiesp para disputar a eleição e seu maior desafio é conquistar aliados para o PSB. (págs. 46 a 48)

Leonardo Attuch - Nós e eles - A polarização eleitoral pode ajudar mais a oposição do que o próprio PT. (pág. 48)

Carona eleitoral - Em toda campanha os candidatos nanicos aparecem para negociar apoios ou fazer fama para outras disputas futuras. (pág. 49)

Quanto vale uma vida? - A história da família que já desembolsou mais de R$ 600 mil para tratar o filho mostra como é caro cuidar da saúde no Brasil. (págs. 76 a 83)

Ambiente sustentável - Enquanto houver lucro, há esperança - Enquanto celebridades atraem os holofotes, empresários apresentam saídas para o planeta no Fórum Internacional de Sustentabilidade. (págs. 89 a 91)

Ricardo Amorim - Última Palavra - Sem medo de ser feliz - Por que poucos brasileiros conseguem acreditar que a economia do Brasil é hoje uma das mais sólidas do mundo? (pág. 106)


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ISTOÉ Dinheiro

O mineiro que cresce quieto
Ricardo Nunes começou vendendo mexericas nas ruas de Divinópolis, MG, e foi dono de uma loja de bichos de pelúcia até entrar no comércio de eletrodomésticos. Hoje, 20 anos depois, une-se à Insinuante e conquista a vice-liderança do varejo brasileiro. Saiba como ele construiu essa história de empreendedorismo

Exclusivo
- James Cameron, o cineasta de Avatar, diz como quer parar Belo Monte


Entrevista – Alexandre Di Miceli, coordenador do Centro de Governança Corporativa – “O papel do BNDES precisa ser revisto”. (págs. 28 a 30)

É de dar sono – O governo lança o PAC 2 antes de terminar o primeiro. Reflexo de uma campanha em que tanto Dilma Rousseff quanto José Serra lançam obras inacabadas. (págs. 32 a 34)

Qual é o rumo do governo Lula? – Com a debandada dos ministros, o presidente terá uma equipe improvisada para tirar obras do papel. Mas a permanência de Meirelles indica que sua maior preocupação é com a inflação. (págs. 36 e 37)

Uma usina na mira de Cameron – O cineasta que filmou Avatar quer impedir a construção da usina de Belo Monte, uma obra de R$ 30 bilhões na Amazônia. E falou com exclusividade à DINHEIRO sobre sua nova cruzada. (págs. 38 a 40)

Seguro para multidões – Caixa entra no ramo da saúde e agita a concorrência de um setor que investe na popularização e pode dobrar de tamanho em cinco anos, para 7% do PIB. (págs. 84 a 86)

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CartaCapital

Velhos e pobres?
Segundo vários estudos, esta é a perspectiva do Brasil a partir de 2030. Mas há chances únicas de revertê-la

Brasil dinâmico
- A revolução do microcrédito abre a série


Meu bigode, minha vida – Não bastassem os problemas familiares, Sarney quase fica sem sua marca registrada. (págs. 8 e 9)

Rosa dos Ventos – Mauricio Dias – A ousada aventura de Serra – Excetuada a vantagem que ainda tem nas pesquisas, o tucano enfrentará quadro adverso. (págs. 10 e 11)

Editorial – Mino Carta – Battisti e a esquerda – Atrevemo-nos a uma pesquisa junto a autoridades variadas do PT: ninguém aprova o refúgio do ex-terrorista. (pág. 12)

Encruzilhada demográfica – Sociedade – Nas próximas duas décadas, os fatores populacionais favorecem o Brasil. Depois... (págs. 18 a 23)

Democracia agrária – Miguel Carter – Professor da American University afirma que o MST arejou o campo brasileiro e diz que a distribuição de terras ainda gera desenvolvimento. (págs. 24 a 26)

Sextante – Antonio Delfim Netto – Novos negócios chineses – O Brasil e a China estão no mundo, são parceiros comerciais e precisam se entender para produzir resultados razoavelmente simétricos, um equilíbrio entre custos e benefícios para ambos. (pág. 27)

Cascata de diplomas – Educação – Como um sistema aprovado pelo MEC transformou-se em uma fraude. (págs. 32 e 33)

O corporativismo não dá folga – Judiciário – Por que a proposta de redução das férias incomoda tanto os juízes. (págs. 34 e 35)

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EXAME

Em busca da liderança perdida
As estratégias do Bradesco para voltar a brigar pelo posto de maior banco privado do Brasil


Brasil, o país dos concursos públicos

Especial
Já vivemos um apagão de mão de obra qualificada. Como as empresas lidam com isso


Em busca da liderança perdida – Por mais que seus executivos neguem, perder o posto de líder entre os bancos privados foi um trauma para o Bradesco. Nos bastidores, o banco se prepara para brigar pelo primeiro lugar. (págs. 20 a 30)

Nada como um bom começo – O governo elevou generosamente os salários iniciais das carreiras públicas, atraindo candidatos de bom nível. O país paga caro por isso – mas a qualidade do serviço ao cidadão ainda precisa melhorar muito. (págs. 42 a 45)

É possível fazer mais. A lei não ajuda – As doações de recursos para filantropia no Brasil não acompanham a evolução econômica do país. Um ambiente legal complicado e até punitivo para a doação individual explica em boa medida esse atraso. (págs. 48 a 51)

Vida Real – J.R.Guzzo – Do essencial, ninguém fala – Como garantir o uso do dinheiro na solução de problemas críticos de infraestrutura e na preparação do futuro – essa, sim, é que deveria ser a discussão em torno da riqueza do petróleo. (pág. 52)

A última fronteira do celular – Com um mercado potencial de 11 milhões de consumidores, a Amazônia tornou-se a principal aposta das operadoras de telefonia – o difícil é chegar aos clientes. (págs. 62 a 64)

Carro verde? Só se a Bolívia deixar – As maiores reservas mundiais de lítio, um componente essencial das baterias, estão no país de Evo Morales – e ninguém sabe quando e como elas serão exploradas. (págs. 120 a 122)

A corrida da qualificação – A falta de técnicos para sustentar a expansão da economia lança as empresas numa gincana para contratar e formar profissionais. Só neste ano, será preciso treinar 1,3 milhão a mais do que em 2009 – como fazer isso? (págs. 136 a 141)

Sete perguntas – para Daren B. Peetz – “É certo que haverá uma bolha” – Para a vice-presidente do Bank of New York Mellon, os estrangeiros estão inebriados com a economia brasileira. (pág. 162)

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sábado, 3 de abril de 2010

O que Publicam os Principais Jornais do País, neste sábado

O Globo

Manchete: Internet em celular faz a conta aumentar 20%
Acesso das redes sociais pelo telefone móvel dobra no país

Os 35 milhões de brasileiros que acessam a internet pelo celular estão pagando mais 20% de conta de telefone, constatou a consultoria TNS. Quem gastava R$ 100 está pagando R$ 120, e os que têm um plano mais caro, R$ 300, por exemplo, também viram a conta crescer na mesma proporção e chegar a R$ 360. A despesa, no entanto, não desestimula os consumidores: 70% deles vão comprar aparelhos mais sofisticados este ano, gastando R$ 492 em média. A pesquisa revela ainda que, em apenas um ano, dobrou para 12% o número de pessoas que acessam as redes sociais pelo celular. (págs. 1 e 17)

Aliança de Gabeira e de Cabral em crise
O PV decidiu romper com a candidatura de César Maia ao Senado e excluí-lo da aliança de Fernando Gabeira para o governo do estado. Já na chapa do governador Sérgio Cabral, há uma guerra entre Lindberg (PT) e Picciani (PMDB). (págs. 1 e 3)


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Folha de S. Paulo

Manchete: Criação de emprego nos EUA é a maior em 3 anos
Saldo em março foi de 162 mil vagas, mas desemprego continua estável

O mercado de trabalho norte-americano registrou no mês passado seu melhor desempenho desde março de 2007, com a criação de 162 mil empregos. Do total de contratações, o setor privado foi responsável por 123 mil novas vagas, melhor resultado no país em três anos.

O dado indica recuperação mais sólida após a crise global, que deixou mais de 8 milhões de americanos sem emprego, e sinaliza que a economia está menos dependente da ajuda do governo, o que pode acelerar a decisão do Fed (o BC dos EUA) de aumentar o juro básico.

Todas as grandes indústrias contrataram, mas a alta também foi puxada por postos temporários: em março, foram contratados 48 mil pessoas para trabalhar no censo dos EUA. Mesmo com o bom desempenho no mês, a taxa de desemprego no país ficou estável em 9,7%.

Ao comentar o resultado, o presidente dos EUA, Barack Obama, disse que as medidas tomadas pela Casa Branca estão ajudando o país a superar a recessão. “O que podemos ver é que a pior fase da crise chegou ao fim e teremos dias melhores pela frente”, afirmou. (págs. 1 e B3)

Palanque para Dilma, Rio recebe triplo de verba
Para assegurar um palanque forte à pré-candidata Dilma Rousseff, o governo Lula triplicou os investimentos no Rio, que tem como governador o aliado Sérgio Cabral. O Estado também lidera os investimentos em obras do PAC: recebeu R$ 27 bilhões, contra R$ 9,9 bilhões de São Paulo. (págs. 1 e A4)

Escolas usam apostilas não avaliadas pelo MEC
Ao menos um terço dos colégios particulares brasileiros usa apostilas elaboradas por redes de ensino privado para substituir ou complementar livros, revela Antônio Gois.

Defensores do sistema dizem que esse método poupa parte do trabalho da coordenação pedagógica.

Especialistas afirmam, porém, que o sistema pode tirar a autonomia do professor e, em alguns casos, dar pouca margem para trabalhar conteúdos regionais.

Outro aspecto negativo é que, diferentemente dos livros didáticos, as apostilas não são avaliadas pelo Ministério da Educação. (págs. 1 e C1)

Saúde
Aumenta incidência de diabetes juvenil do tipo 1, revela estudo. (págs. 1 e C7)

Editoriais
Leia “Entre Deus e Darwin”, acerca de pesquisa, e “A escolha de Meirelles”, sobre presidente do BC. (págs. 1 e A2)


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O Estado de S. Paulo

Alckmin busca voto do interior; Mercadante se apóia em Lula
Somente depois da oficialização da candidatura de José Serra à Presidência, no dia 10, é que Geraldo Alckmin (PSDB) vai agir na própria causa, a eleição para o governo de São Paulo. Ele quer viajar pelo interior do Estado para contatar líderes das várias regiões. Já Aloizio Mercadante (PT) pretende colar no presidente Lula e desconstruir a gestão tucana. A ideia é casar o discurso com o de Dilma Rousseff. (págs. 1 e Nacional, A4)

Congresso dos EUA volta a atacar etanol brasileiro
Dois deputados americanos, com o apoio da bancada ruralista do Congresso em Washington, apresentaram um projeto de lei para tentar prorrogar por cinco anos os subsídios aos plantadores de milho e as tarifas à importação de etanol, informa o correspondente em Nova York, Gustavo Chacra. A iniciativa contraria os interesses dos produtores do Brasil que tentam eliminar as barreiras impostas pelos americanos. Segundo os parlamentares, cerca de 112 mil empregos podem ser perdidos e a produção de etanol de milho cairá 38% se a legislação expirar. (págs. 1 e Economia, B1)

De outro mundo
O premiê russo, Vladimir Putin, foi à Venezuela oferecer ajuda para Hugo Chávez desenvolver sua indústria espacial. (págs. 1 e Internacional, A16)

Notas & informações – Estímulo à má gestão
O governo federal desconhece o destino final de boa parte do dinheiro que repassa. (págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil

Manchete: Previ-Rio: cresce pressão por CPI
O movimento pró-CPI do Previ-Rio ganha corpo. Vereadores esperam conseguir as assinaturas já no início da semana para apurar a aplicação irregular de R$ 70 milhões do Previ-Rio – instituto de previdência do município - no fundo Aster Asset Management. O fundo repassou parte da verba para a Casual Dining, dona do restaurante Garcia & Rodrigues, vencedora da licitação do restaurante Rio's, no Aterro. Os controladores do fundo eram os mesmos, na época, da Casual Dining. (págs. 1 e Cidade, A15)


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Correio Braziliense

Leis absurdas - Acredite: o Brasil tem pena de morte!
Um decreto-lei de 1969 prevê o fuzilamento dos condenados por traição, deserção ou covardia durante os períodos de guerra. Sabia, também, que produzir açúcar em casa dá cadeia? Essas são algumas das milhares de leis em vigor consideradas ridículas pelos juristas. (págs. 1 e 8)

Trabalho - Servidor terá que negociar antes da greve
Qualquer paralisação do funcionalismo, a partir de agora, só poderá ser anunciada após uma discussão entre os sindicatos e o governo. Com a regulamentação da convenção internacional que normatiza as greves, os setores público e privado no Brasil terão as mesmas regras. (págs. 1 e 14)


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sexta-feira, 2 de abril de 2010

O que Publicam os Principais Jornais do País, nesta sexta feira

O Globo

Manchete: Irregularidades levam Paes a demitir comando do Previ-Rio
Dinheiro de aposentadorias é aplicado sem autorização em fundo ligado a restaurantes

A descoberta de uma operação irregular e de alto risco no mercado financeiro, usando R$ 70 milhões do fundo destinado ao pagamento de aposentadorias e pensões, levou o prefeito Eduardo Paes a exonerar o presidente do Instituto de Previdência (previ-Rio), Marcelo Carvalho Cordeiro, e o diretor financeiro Luciano Otávio Barbosa FIlho. A maior parte dos recursos - R$ 61 milhões - foi aplicada em títulos da Casual Dinning Participações SI A, uma empresa aberta há menos de um ano e com capital social de apenas R$ 800. Alguns sócios do grupo são donos do restaurante Garcia & Rodrigues e ganharam a licitação da prefeitura para usar o espaço no Aterro onde hoje funciona o Porcão. O município está tentando, na Justiça, resgatar o dinheiro, aplicado sem o aval do conselho de administração do Previ-Rio. A Procuradoria Geral do Rio obteve liminar para que os recursos fiquem em depósito judicial. (págs. 1 e 16)

Bolsa tem o maior nível desde antes da crise
A Bolsa de Valores de São Paulo fechou ontem com alta de 1,09%, nos 71.136 pontos, o nível mais alto desde junho de 2008, antes de estourar a crise global e perto do recorde histórico. O mercado foi puxado por bons indicadores da indústria na China e nos EUA.

No Brasil, a produção industrial cresceu 18,4% em fevereiro. (págs. 1, 23 e 25)

Meirelles sai da política para ficar no BC
Depois do suspense, Henrique Meirelles resolveu abrir mão de sua candidatura e ficar como presidente dó BC, justificando a necessidade de garantir a estabilidade. "Não me vejo daqui a quatro anos disputando eleição", disse. (págs. 1, 23 e Míriam Leitão)

Americanos querem levar Papa a tribunal
O Vaticano prepara estratégia para defender Bento XVI de ação movida por americanos, vítimas de abuso, que o acusam de negligência. A Santa Sé alega que ele tem imunidade, como chefe de Estado. (págs. 1 e 28)

Lula diz que fez revolução na educação
Apesar dos problemas no Enem, da alta taxa de evasão e da baixa qualidade do ensino, o presidente Lula disse que fez "uma pequena revolução" na educação. E atribuiu avanços no setor a greves de professores. (págs. 1 e 3)

Foto legenda: Marina vê Jesus
Marina Silva, pré-candidata do PV à Presidência, cumprimenta o ator Eriberto Leão, que interpreta Jesus no espetáculo da Paixão de Cristo, em Pemambuco. Ela voltou a criticar o PAC, bandeira de sua adversária petista, Dilma Rousseff. (págs. 1 e 12)

Cinco presos por desvio de verba federal
Foram presos em Brasília 5 acusados de desvio de verbas do programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte, de 2005 a 2008. O chefe da quadrilha foi candidato pelo PCdoB. (págs. 1 e 15)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Sem apoio do PMDB, Meirelles desiste de eleição e fica no BC
Intenção era ser vice de Dilma; argumento para o 'fico' é a estabilidade econômica

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, anunciou ontem que não deixará o cargo para disputar eleições. Justificou-se dizendo que sua permanência seria uma forma de contribuir para consolidar a estabilidade econômica. Com isso, ele atende a pedido do presidente Lula e encerra especulações em torno de seu nome - dizia-se que ele podia disputar o Senado ou o governo de Goiás, mas sua intenção era ser vice na chapa de Dilma Rousseff (PT) ao Planalto. No entanto, ele não conseguiu construir no PMDB um caminho para se viabilizar como candidato. Meirelles negou ter sofrido uma derrota política. Ele não quis dizer se apoiaria o nome do presidente do PMDB, Michel Temer, para vice de Dilma: "No momento, estou dedicado à política monetária. O desafio é completar o trabalho já feito e a implementação da estratégia de saída da crise neste ano de eleições". (págs. 1 e Nacional A4)

Vacinação contra gripe suína é prorrogada
O Ministério da Saúde anunciou ontem que, por causa do feriado, vai estender a segunda etapa da campanha de vacinação contra a gripe suína, destinada a grávidas, doentes crônicos e crianças de 6 a 23 meses - até o dia 23. Segundo o cronograma inicial, essa fase da vacinação acabaria hoje. As grávidas podem ser vacinadas até o fim da campanha, em 21 de maio. A terceira etapa, que prevê a vacinação de jovens de 20 a 29 anos, começa na segunda e também segue até o dia 23 deste mês. (págs. 1 e Vida A16)

Superávit comercial no mês é o menor desde 2002
Apesar do recorde mensal de exportações e importações, o saldo da balança comercial brasileira em março foi de US$ 668 milhões, o mais baixo para o mês desde 2002. No trimestre, o saldo é de US$ 895 milhões. O resultado reflete o forte aquecimento da economia doméstica e a taxa de câmbio favorável às importações. (págs. 1 e Economia B4)

70% É a queda do saldo trimestral ante 2009

Vale consegue elevar preço em mais de 100%
A Vale informou ontem que "acordou com a maioria de seus clientes novas condições de precificação para o minério de ferro". No mercado, a informação era de que a mineradora tinha conseguido os reajustes pretendidos, que vão variar de 90% a mais de 100%. A Vale, contudo, não quis informar os valores dos novos contratos. (págs. 1 e Economia B1)

Rodoanel tem falhas, mas passa no teste
O trecho sul do Rodoanel, com 61,4 km de novas pistas, foi liberado ontem às 6h40. O asfalto e a sinalização estão em boas condições, mas faltam placas indicando mais claramente as saídas, e as obras que ainda ocorriam em algumas das alças de acesso confundiam motoristas. Para o vice-governador de São Paulo, Alberto Goldman, a finalização da obra pode levar até dois meses, mas minimizou os problemas: "Já dá para funcionar". (págs. 1 e Cidades C1)

A Marginal de sempre

A nova Marginal do Tietê não passou no teste do primeiro feriado. Na saída do paulistano para a Páscoa, o congestionamento atingiu 36 km e tomou as 11 pistas. (págs. 1 e Cidades C1)

Foto legenda: A rigor. José Freixa e seu Bel Air 1955, o primeiro motorista a rodar sobre o novo trecho do Rodoanel

Steve Myers fala de seu acelerador de partículas (págs. 1 e Vida A17)

Verão teve recorde de mortes por chuvas (págs. 1 e Cidades C3)

Negociador iraniano visita China para evitar sanções (págs. 1 e Internacional A12)

Dora Kramer: Dois na gangorra
Dilma Rousseff poderá continuar sustentando seu discurso apenas na repetição do orgulho de ser aprendiz do mestre Luiz Inácio? (págs. 1 e Nacional A6)

Notas & Informações: Os contrastes na largada
As despedidas de Dilma Rousseff e José Serra mostraram as diferenças entre os candidatos. (págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil

Manchete: Escândalo na prefeitura do Rio
Dinheiro do Previ-Rio beneficiaria os donos do restaurante Garcia & Rodrigues

A aplicação irregular de R$ 70 milhões do Previ-Rio, fundo de previdência dos funcionários municipais, em benefício do grupo Casual Dining, dono do restaurante Garcia & Rodrigues - na licitação que adquiriu o espaço hoje ocupado pelo Porcio Rio's - está na mira da Justiça. O presidente do Previ-Rio, Marcelo Cordeiro, e o diretor financeiro, Luciano Barbosa Filho, foram exonerados, e a Procuradoria-Geral do Município obteve na Justiça o resgate do investimento e bloqueio dos recursos dos réus na ação. (págs. 1 e Cidade A15)

Tradição de comer peixe já começa a perder força
A tradição de consumir peixe no lugar da carne vermelha, na Sexta-feira da Paixão, está se enfraquecendo com o tempo, como comprova a queda no movimento nas vendas do produto nos mercados. (págs. 1 e Tema do dia A2 a A4)

Na hora de voar, tarifa flex guarda armadilhas
Os bilhetes oferecidos como "flexíveis" pelas companhias aéreas, que proporcionariam economia em caso de remarcação pelo cliente, podem sair mais caros que as passagens comuns. (págs. 1 e Economia A17)

A internet em clima de eleição
A campanha mal começou, e os dois candidatos que lideram a corrida à Presidência, José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), já mostraram que a internet, seja em sites ou blogs, será uma importante plataforma para a conquista de eleitores. (págs. 1 e País A7 e A8)

Silicone: veto a marca francesa
Após episódios de rompimento em Portugal e na França, onde é fabricada, uma marca de silicone mamário teve a venda proibida no Brasil pela Anvisa. Cirurgiões que usaram o produto no país devem convocar as pacientes para a realização de e exames. (págs. 1 e Vida, Saúde & Ciência A24)

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Correio Braziliense

Manchete: O dia do fico de Meirelles
Sem apoio do PMDB e sentindo que o Palácio do Planalto não se empenharia para vê-lo como vice de Dilma Rousseff — posto que deve ficar com o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB/SP) —, Henrique Meirelles optou por permanecer no comando do Banco Central. Ele ainda sonhou com o Senado por Goiás, mas, diante dos avisos de uma eleição difícil, preferiu seguir no governo “visando garantir a tranquilidade e a estabilidade da economia”, como afirmou em entrevista. (págs. 1 e 2)

Golpe nos cofres públicos
Polícia Civil e Ministério Público do DF investigam o suposto desvio de R$ 2 milhões do programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte. Cinco pessoas ligadas à federação e a uma associação de kung fu foram presas na Operação Shaolin. (págs. 1 e 19)

Remédios no Brasil estão entre os mais caros
Apenas os EUA cobram valores mais altos pelos medicamentos, segundo a Anvisa. Os especialistas concluíram que a entrada dos genéricos no mercado reduziu os custos aos consumidores no país. (págs. 1 e 9)

Drogas: LSD embala as festas dos mais ricos
Consumido pela classe média alta em Brasília, o LSD está na mira da polícia. Em um ano, a apreensão do entorpecente dobrou na cidade. Em 2009 foram recolhidos 2.202 microsselos, contra 1.032 em 2008. A droga provoca alucinações e pode levar a convulsões. (págs. 1 e 21)

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Jornal do Commercio

Manchete: Morte e feridos em nova rebelião
Internos da Funase de Abreu e Lima promoveram motim, ontem à noite, e desta vez pelo menos um menor morreu e dois agentes ficaram feridos, sendo um deles em estado grave. (pág. 1)

Abuso causa linchamento em Pombos
Suspeito de estuprar e matar a pauladas garoto de 13 anos foi perseguido por populares e acabou também morto. Foi espancado, baleado e até atropelado. (pág. 1)

Defesa dos Nardoni formaliza pedido de novo julgamento (pág. 1)

Ministério da Saúde prorroga vacinação da gripe A (H1N1) (pág. 1)

Papa silencia sobre pedofilia e prega contra a violência (pág. 1)

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quinta-feira, 1 de abril de 2010

O que Publicam os Principais Jornais do País, nesta quinta feira

O Globo

Manchete: Dilma ataca viúvos da estagnação; e Serra, os cúmplices da corrupção
Petista se despede com 'até breve'; tucano contesta fama de sisudo

Líderes nas pesquisas sobre a disputa pela Presidência, a petista Dilma Rousseff e o tucano José Serra deixaram ontem seus cargos com criticas indiretas ao grupo político adversário. Ao discursar na cerimônia de troca de ministros, Dilma, que deixou a Casa Civil para disputar o Planalto, elogiou o governo Lula e atacou a oposição:
"Aqueles que lamentam, os viúvos do Brasil que crescia pouco, (o Brasil) da estagnação, fingem ignorar que esta mudança é substancial.
Têm medo." Emocionada, ela se despediu dos colegas em tom otimista e deu-lhes um "até breve". Em seu lugar, assumiu Erenice Guerra, a secretária polêmica acusada de elaborar o dossiê sobre gastos com cartão corporativo do governo FH. Serra, que fica no cargo até amanhã, fez um discurso de críticas veladas ao governo federal. Disse que os governos, como as pessoas, têm caráter. E afirmou que sua gestão não cultivou escândalos de corrupção nem roubalheiras:
"Nunca incentivamos o silêncio da cumplicidade e da conivência com o malfeito." (págs. 1 e 3 a 12)

Fora, Aécio já não descarta ser vice

O tucano Aécio Neves deixou o governo de Minas afirmando que seu futuro político está indefinido: "Despeço-me para receber o que o destino me reservar." Seu sucessor, Antonio Anastasia, deu aumento de, 10% aos servidores. (págs. 1 e 9)

Panorama Político

Gabeira desiste de Cesar Maia
Ilimar Franco, página 2

Foto legenda: “Procuro ser sério, mas não sisudo. Realista, não pessimista. Monitor, não centralizador"

Foto legenda: Dilma, com os novos ministros Wagner Rossi e Erenice Guerra: otimismo e alegria

EUA já têm 200 agentes em atuação no Brasil
Os EUA, que já têm 200 agentes do FBI, da DEA (agência de combate ao tráfico) e de outras instituições de segurança atuando no Brasil, poderão aumentar sua presença, por iniciativa do governo brasileiro, que estuda a criação de uma força-tarefa internacional nos moldes da que já existe em Key West (Flórida). A ideia foi apresentada ao chefe do Comando Sul do Pentágono, Douglas Fraser. (págs. 1 e 26)

Alta do aço puxará preços no varejo
Depois da Usiminas, foi a vez de a CSN anunciar que reajustará o preço do aço em 10% a partir de hoje. Especialistas preveem impacto de até 3 pontos na inflação, dependendo do índice. O aço mais caro puxa preços de carros e eletrodomésticos. (págs. 1 e 21)

Pelo 2º mês, inflação ganha de fundos
A inflação bateu os fundos de investimento em renda fixa pelo segundo mês consecutivo. A melhor aplicação em março foi o FGTS Vale. O Banco Central anunciou que prevê inflação de 5,2% este ano, bem acima da meta de 4,5%. (págs. 1, 22 e 23)

Colunas e Artigos: Merval Pereira
BNDES também poderá ser atingido pelas sanções ao Irã (págs. 1 e O País 4)

Colunas e Artigos: Carlos A. Sardenberg
Ter aprovação popular não significa que se faz tudo certo (págs. 1 e 6)

Colunas e Artigos: Verissimo
Os padres pedófilos poderiam culpar os demônios menores (págs. 1 e 7)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Serra critica roubalheira, e Dilma, viúvos da estagnação
Tucano e petista deixaram ontem seus cargos para disputar Presidência

Os pré-candidatos do PT e do PSDB à Presidência, Dilma Rousseff, 62, e José Serra, 68, atacaram as gestões dos adversários nos discursos em que se despediram dos seus cargos (Casa Civil federal e governo paulista).

Na saída do Palácio dos Bandeirantes, Serra afirmou que em seu governo não se cultivou a "roubalheira" nem se incentivou "o silêncio da cumplicidade e da conivência com o malfeito". O tucano não mencionou nominalmente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ou o escândalo do mensalão.

Dilma chamou de "viúvos da estagnação" os opositores à gestão petista e disse que o povo não aceitará "migalhas". "Nós nos orgulhamos de ter participado do governo Lula. Não importa perguntar por que alguns não têm orgulho dos governos de que participaram. Devem ter seus motivos."

Professores grevistas da rede estadual de São Paulo voltaram a bloquear a avenida Paulista e a atacar Serra, no que chamaram de "bota-fora" para o tucano. (págs. 1 e Brasil)

Clóvis Rossi
Campanha tem início com 'scripts' fáceis de antever

A campanha eleitoral começou da forma mais previsível possível. Dilma Rousseff pendurou-se, com direito a lágrimas e tudo, no presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Natural. Já José Serra, também de acordo com um "script" fácil de antever, fugiu do plebiscito. (págs. 1 e A2)

Foto legenda: Beijinho, beijinho, tchau, tchau
José Serra recebe beijo da mulher, Mônica, após discurso em que fez balanço e se despediu do cargo de governador; Dilma Rousseff, que deixou a Casa Civil, cumprimenta a cigana Miriam Stanescon, conselheira da Secretaria da Igualdade Racial (págs. 1 e A10)

China recua e aceita debate sobre novas sanções ao Irã
A China recuou de sua posição inicial e já aceita discutir com as demais potências do Conselho de Segurança das Nações Unidas a possibilidade de impor novas sanções ao Irã, segundo fontes do governo americano.

Dos membros permanentes do CS (EUA, França, Reino Unido, Rússia e China), só os chineses ameaçavam vetar punições aos iranianos por seu programa nuclear, suspeito de ter fins militares - o que Teerã nega. (págs. 1 e A14)

Tchetcheno assume ataque à Rússia; nova ação mata 12
O líder rebelde tchetcheno Doku Umarov assumiu a autoria do atentado ao metrô de Moscou que deixou 39 mortos na segunda-feira.

O recado veio em vídeo publicado na internet horas após um segundo ataque suicida, ainda não reivindicado, matar 12 no Daguestão, perto da fronteira com a Tchetchênia. Umarov chamou o atentado ao metrô de "vingança" pela morte de tchetchenos e disse que ele não será o último. (págs. 1 e A17)

Sem incentivos, carro flex custará até R$ 2.000 mais
Com o fim do último incentivo fiscal, ontem, os preços de veículos flex com motorização entre 1.0 e 2.0 devem subir entre R$ 800 e R$ 2.000, segundo lojistas.

Mesmo com recorde de vendas por causa da redução do IPI, o nível de emprego na indústria não retomou o patamar pré-crise. (págs. 1 e B8)

Restrição de mobilidade afeta 29% da população
Cumprir tarefas cotidianas como tomar banho sozinho, abaixar-se, subir escadas, empurrar uma mesa, levantar objetos pesados ou caminhar por mais de 1 km tem se tornado difícil para cada vez mais brasileiros.

Pesquisa do IBGE, com dados de 2008, mostrou que 29,1% da população acima de 14 anos relatou dificuldades nessas tarefas. Cinco anos antes, eram 26,2%.

Quase 72% dos idosos relataram dificuldades, mas o problema cresce mais entre os mais jovens. (págs. 1, C1 e C6)

Editoriais
Leia "Cidade em crise", acerca da gestão Kassab; e "Cerco às Farc", sobre a libertação de reféns da guerrilha. (págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Dilma prega continuísmo e Serra diz que País 'pode mais'
Na despedida do cargo, os principais pré-candidatos delineiam o eixo da campanha à Presidência

Os dois principais pré-candidatos à Presidência deixaram o cargo e delinearam o eixo da disputa na campanha: enquanto a ex-ministra Dilma Rousseff pregou a continuidade da obra do presidente Lula, o ex-governador José Serra disse que "o Brasil pode mais". A petista atacou o governo de FHC, chamando os tucanos e os demais partidos de oposição de "viúvos da estagnação". Para Dilma, os opositores do governo "não sabem o que oferecer ao povo, que hoje é orgulhoso, tem certeza de que sua vida mudou e não aceita mais migalhas". Segundo a ex-ministra, no governo de Lula "o povo é o centro das nossas atenções". Já o ex-governador evitou críticas a Lula e preferiu enfatizar o que diz ter feito por São Paulo, como a criação de empregos e os investimentos. Serra afirmou que seu governo é "popular" e, numa comparação indireta com a administração petista, sublinhou que fez uma gestão “ética”: “O governo tem de ter honra. Assim falo porque aqui não se cultivam escândalos, malfeitos ou roubalheiras". (págs. 1 e Nacional A4 a A8)

Análise
Dora Kramer
Caberá aos candidatos evitar que as campanhas descambem para o terreno da selvageria. (págs. 1 e Nacional A8)

Foto legenda: "Aqui não se cultivam escândalos, malfeitos ou roubalheiras"
José Serra, pré-candidato do PSDB à Presidência

"Os viúvos do Brasil que crescia pouco têm medo"
Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência

Meirelles adia decisão, mas BC já troca diretorias
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, adiou ontem, mais uma vez, a decisão sobre se deixará ou não o cargo. Mesmo antes de qualquer definição, a diretoria do BC teve mudanças. Mário Mesquita será substituído em Política Econômica por Carlos Hamilton Araújo, de Assuntos Internacionais. A vaga será ocupada por Luiz Awazu Pereira, funcionário do Banco Mundial. (págs. 1 e Nacional A7 e Economia B1)

Análise
Celso Ming
Se resolver ficar, serão dias difíceis à frente do BC

Caso decida permanecer à frente do Banco Central, Henrique Meirelles terá de enfrentar uma conjuntura de disparada da inflação num ambiente de forte turbulência política. (págs. 1 e Economia B2)

Saúde da Família atende 96,5 milhões
A cobertura do Programa Saúde da Família (PSF) do governo federal atingiu 50,9% (96,5 milhões) da população em 2008, revela a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). A região com maior atendimento foi o Nordeste: 36,2 milhões, ou 67,7%, estavam inscritos no PSF, formado por equipes multiprofissionais. (págs. 1 e Vida A17)

Novo ataque na Rússia faz 12 mortos
Um atentado de rebeldes do norte do Cáucaso no Daguestão (Rússia) matou ontem 12 pessoas, das quais 7 policiais. A ação ocorreu dois dias após o duplo atentado que matou 39 pessoas em Moscou, ataque reivindicado pelo jihadista caucasiano Doku Umarov. (págs. 1 e Internacional A14)

China aceita negociar sanções ao Irã
A China, único membro permanente do Conselho de Segurança da ONU reticente sobre novas sanções contra o Irã, aceitou negociar sua adoção, disseram diplomatas americanos. Para o governo dos EUA, as sanções serão aprovadas nas próximas semanas. (págs. 1 e Internacional A12)

Cameron faz campanha contra megausina no PA (págs. 1 e Economia B6)

'Pulseira do sexo' acaba em estupro no Paraná (págs. 1 e Cidades C5)

Base multinacional no Rio deve operar já em 2010 (págs. 1 e Nacional A11)

Veríssimo: Padres pedófilos
Entre acobertamento e omissão, a hierarquia da Igreja tem muito a ver com o crime. (págs. 1 e Caderno 2 D14)

Demétrio Magnoli: Israel contra Israel
Suas opções nacionais se tornam cada vez mais disfuncionais diante dos EUA. (págs. 1 e Espaço Aberto A2)

Notas & Informações: A nova Marginal
A única coisa a lamentar é que as obras não tenham sido feitas antes. (págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil

Manchete: Campanha em clima de duelo
A cerimônia de posse dos novos ministros deu o tom da campanha. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva mandou um recado ao principal rival do PT, o tucano José Serra. "Quem dorme até as 10 horas e busca apoio de formadores de opinião pública terá de pôr o pé no barro para me derrotar", afirmou Lula. De São Paulo, ao sair do governo estadual, Serra reagiu: "Aqui não se cultivam escândalos, malfeitos ou roubalheiras". (págs. 1 e País A5, A6 A8 e A9)

A ameaça persistente das doenças invisíveis
Pesquisa do IBGE e Ministério da Saúde revela que três em cada dez brasileiros sofrem algum tipo de doença crônica, o equivalente a 59,5 milhões de pessoas em todo o país. Do total de casos de doenças crônicas diagnosticados em 2008, 14% eram de hipertensão, e 13,5% de problemas na coluna – conhecidas como doenças invisíveis, que são, além de evitáveis, relacionadas à falta de exercícios físicos e ao sedentarismo. (págs. 1 e Tema do dia A2 a A4)

Feriadão com sol e linha-dura na estrada
Oitocentos agentes da Polícia Rodoviária Federal ocuparão as rodovias do estado até a noite do Domingo de Páscoa. Sob previsão de sol e calor, os motoristas que começaram a deixar a cidade na tarde de ontem poderão enfrentar blitzes e testes com etilômetro. Hoje, às 9h, o cardeal arcebispo do Rio, dom Orani João Tempesta, celebra a Missa da Sagração dos Santos Óleos, na Catedral Metropolitana. (págs. 1 e Cidade A13)

Informe JB
O agora ex-ministro Edison Lobão é contra a Emenda Dornelles sobre os royalties do petróleo. (págs. 1 e A4)

Royalty menor cria risco maior
A perda de receita de royalties do petróleo pelo Rio de Janeiro pode resultar numa observação negativa, pela Standard & Poor’s, para o grau de investimento conferido pela primeira vez a um estado brasileiro. A S&P alerta, ainda, para a "contínua pressão de gastos". (págs. 1 e Economia A18)

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Correio Braziliense

Manchete: Atropelaram o respeito
Truculência dos motoristas se impõe sobre a faixa de pedestre em Brasília

Símbolo de civilidade no trânsito, a faixa de pedestre se apaga lentamente da consciência dos brasilienses. As estatísticas do Detran-DF apontam um crescimento preocupante no número de casos fatais nos pontos de travessia. Os dados referentes ao primeiro semestre de 2009 dão o alerta: seis mortos, quase o total de vítimas registrado em 2008. Nas ruas, exemplos de desrespeito são frequentes. Às 11h de ontem, na região central de Brasília, um carro avançou na pista enquanto uma mulher com duas crianças utilizava a faixa. A infração ocorreu a poucos metros de um policial militar. Às 12h13, graças à interferência de grupos de teatro, formou-se o cenário ideal: os carros aguardavam a passagem do grupo. A partir de maio, a fiscalização promete mais rigor. O motorista flagrado paga multa de R$ 191 e ganha sete pontos na Carteira de Habilitação. Especialistas ouvidos pelo Correio afirmam que campanhas educativas constantes e medidas de engenharia de trânsito são imprescindíveis para manter vivo o respeito à faixa. A capa da edição de 23 de janeiro de 1998, reproduzida abaixo, sinalizava a necessidade de se dar o bom exemplo nas pistas. (págs. 1, 34 e 35)

“Rolo compressor” envolve votação do PDOT (págs. 1 e 29)

Dilma sela seu destino, mas quer tomar conta do BC
Com direito à previsão da cigana Mirian Stanescon de que as mulheres ascenderão ao poder, Dilma Rousseff deixou a Casa Civil para se lançar à Presidência. Mas a ministra pretende manter o comando. Negocia para escolher o sucessor do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que reluta em sair do cargo para disputar o Senado. (págs. 1 e 2 a 8)

Disparada da inflação já assusta
Projeções mostram que os índices do custo de vida vão superar a meta oficial de 4,6% e chegar a 5,2% em 2010. Tendência de alta deve continuar em 2011. (págs. 1, 15 e 16)

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Valor Econômico

Manchete: Arrendamentos dão novo impulso a estaleiros no Rio
Um dos grandes problemas do Estado do Rio, os estaleiros que enfrentam dificuldades para operar a plena carga e atender a demanda crescente por equipamentos da indústria de petróleo e gás, está perto de uma solução. Nos próximos dias deve ser anunciado o arrendamento, com opção de compra, dos estaleiros Mauá e do antigo Ishibrás, por Andrade Gutierrez e Petrobras, respectivamente.

Nos bons tempos, os dois estaleiros tinham milhares de funcionários e figuravam entre os maiores empregadores do Rio. O Mauá chegou a contar com quase cinco mil trabalhadores, segundo estimativas do setor. Hoje tem cerca de 2 mil. Em seu auge, o Ishibrás - que entrou em declínio e não constrói navios há muitos anos - exibia números semelhantes. (págs. 1 e B11)

Petróleo e jogos atraem investidor
Numa conferência em Nova York sobre o Rio, turismo seria o tema principal alguns anos atrás. Agora, o assunto é investimento em infraestrutura. Empresários, investidores, banqueiros e lobistas de vários países, que participaram ontem do "Invest in Rio", seminário promovido em Nova York pelo Valor e "The Wall Street Journal", mostraram interesse em participar de investimentos no Estado, que deverão atingir US$ 90 bilhões para atender às demandas da Copa do Mundo de 2014, da Olimpíada de 2016 e da expansão da indústria petrolífera.

"A falta de investimentos durante anos se tornou agora uma oportunidade", resumiu o diretor de investimentos da Previ, Fábio de Oliveira Moser. O governador do Estado, Sérgio Cabral, chamou a atenção para a necessidade de investimentos na modernização da estrutura aeroportuária para que o Estado possa receber a Copa e a Olimpíada. (págs. 1 e F1 e F14)

Foto legenda: O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, com empresários e investidores no seminário "Invest in Rio", em Nova York

Empresas pagam menos dividendos
Os acionistas receberam menos dividendos em 2009, um ano de crise. Segundo dados dos balanços anuais divulgados em março, o total pago por 250 empresas abertas aos investidores, excluindo a Petrobras do cálculo, caiu de R$ 57,849 bilhões em 2008 para R$ 51,531 bilhões no ano passado, um recuo de 10,92%. Os números refletem o esforço de algumas empresas em segurar os dividendos para reforçar o caixa e enfrentar a crise, que secou as linhas de crédito durante boa parte do ano. Apesar de terem acumulado lucros ao longo de 2008, elas resolveram segurá-los. A Petrobras contrariou a regra ao distribuir R$ 15,4 bilhões, quase o triplo dos R$ 6,2 bilhões de 2008. (págs. 1 e D1)

Crédito para veículos tem forte avanço em março
Com projeções de novo recorde de vendas de automóveis em março - cerca de 330 mil unidades -, os últimos resquícios da crise desapareceram das carteiras de leasing e crédito direto ao consumidor (CDC) no primeiro trimestre. Cálculos feitos pelo Valor Data indicam que os recursos liberados no último mês de vigência da redução do IPI podem ter chegado a R$ 26,6 bilhões, com o total do trimestre rondando os R$ 50 bilhões, quase 40% superior aos R$ 36,5 bilhões do primeiro trimestre de 2009.

O cálculo de R$ 50 bilhões pode ser conservador. "Março foi muito vigoroso, com performance acima da curva normal de crescimento e até melhor do que 2008, antes da quebra do Lehman Brothers", diz Luiz Montenegro, presidente da Anef, associação dos bancos das montadoras. No Banco GMAC, ligado à General Motors, mais de 50% das vendas financiadas no trimestre foram feitas no mês passado, afirma Sérgio Diniz, diretor financeiro. "Foi um mês excepcional em relação a todas as bases de comparação", confirma André Miguel do Nascimento, superintendente de planejamento financeiro da Aymoré Financiamentos, do grupo Santander. (págs. 1 e C1)

Consumo dá sinais de alta nos EUA
Dados recentes do governo sugerem que os gastos do consumidor poderão aumentar a uma taxa de 3% ou mais no primeiro trimestre. Isso representaria um grande salto em comparação ao aumento de 1,6% registrado no quarto trimestre de 2009 e o melhor desempenho desde o começo de 2007.

Os relatos que estão sendo feitos pelas empresas americanas também são reconfortantes. Na Home Depot, o maior grupo varejista de casa e construção dos EUA, os clientes voltaram a comprar balcões de cozinha e armarinhos de banheiro. Na rede de supermercados Kroger, os clientes voltaram a comprar flores e estão escolhendo vinhos melhores. A Starbucks e a Whole Foods Market, populares entre a classe média, também registram crescimento nas vendas. (págs. 1 e A11)

Previsão de safra dos EUA traz pressão de baixa na soja
Dois relatórios divulgados ontem pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) aumentaram a pressão de baixa sobre as cotações internacionais do milho, trigo e soja, as commodities agrícolas de maior liquidez. Eles apontaram estoques americanos em 1º de março maiores do que o esperado e projeções para a área plantada no país na safra 2010/11 que tendem a garantir ofertas confortáveis no segundo semestre do ano.

Ainda que o USDA aponte queda da área plantada de trigo, em parte graças aos estoques elevados, a de milho deverá crescer 3% e a de soja tende a aumentar 1% em relação ao plantio recorde da temporada anterior. (págs. 1 e B14)

MP permite aos Correios ter empresa aérea
A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) poderá ser transformada em sociedade anônima, ter participação acionária em outras empresas e criar sua própria companhia aérea. Tudo isso está previsto em minuta de medida provisória enviada ontem pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, à Casa Civil.

As novidades poderão levar a alterações na contratação de companhias aéreas pelos Correios. Tornando-se uma SA, a ECT poderá ter contratos mais longos e flexíveis com as fornecedoras de serviços aéreos. A MP também propõe que os Correios possam começar a atuar em correio eletrônico, numa tentativa de levar a empresa ao mundo digital. Prevê-se ainda a criação de escritórios fora do país, para que a ECT amplie sua atuação em operações de comércio exterior. (págs. 1 e B4)

EU& fim de semana
Jarbas Passarinho diz que Geisel fez política de Estado de extermínio de adversários

À mesa com o valor, José Simão fala do humor que esculhamba sem rancor (pág. 1)

Alento eleva desemprego
O otimismo com a economia levou a uma maior procura por trabalho em fevereiro, elevando a taxa de desemprego calculada pela Fundação Seade e o Dieese. O índice subiu de 12,6% em janeiro para 13% na média das principais regiões metropolitanas do país. (págs. 1 e A2)

O peso da folha
Os gastos do governo com pessoal poderão chegara 5% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, reduzindo a diferença em relação ao gasto com juros a cerca de 0,5 ponto percentual. Mantida a dinâmica atual, às duas contas deverão empatar em 2011. (págs. 1 e A4)

Recuperação americana
As encomendas à indústria dos Estados Unidos aumentaram 0,6% em fevereiro, a décima alta mensal em 11 meses, e os estoques são os mais altos em um ano. (págs. 1 e A11)

O novo protecionismo chinês
Relatório do governo dos Estados Unidos acusa Pequim de usar regulamentações excessivas para prejudicar a entrada de produtos americanos no mercado chinês. (págs. 1 e A14)

Ideias
Maria Inês Nassif: a recusa em mexer no lixo da repressão praticada pela ditadura cobra seu preço. (págs. 1 e A6)

Ideias
Raquel Balarin: próximo presidente poderia aproveitar os bons ventos para arrumar ainda mais a casa. (págs. 1 e A2)

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Jornal do Commercio

Manchete: PMs aceitam reajuste (pág. 1)

Novo atentado abala Rússia, dois dias após o ataque em Moscou (pág. 1)

Esvaziamento da Chesf também preocupa o meio acadêmico (pág. 1)

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