quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

O que Publicam os Jornais de Hoje

04 de dezembro de 2008

O Globo

Manchete: Governo prepara medidas contra onda de demissões
Numa tentativa de evitar os efeitos de demissões nas empresas, o governo está preparando medidas para manter a economia aquecida. Uma das opções é reduzir Impostos sobre lucro e produção das companhias. Outra alternativa é baixar alíquota de Imposto sobre Operações Financeiras (I0F) em financiamentos de alguns produtos com venda parcelada. O governo está mirando 20 setores com maior risco de desaceleração. Poderá também aumentar de cinco para 10 o número de parcelas do seguro-desemprego, Pelo menos 121.500 trabalhadores de vários setores devem entrar em férias coletivas neste fim de ano. A Vale vai demitir 1.300. ( págs. 1 e 27)

Petrobras: Lula usa argumento da oposição
Mesmo afirmando discordar das críticas da oposição, o presidente Lula reconheceu que o empréstimo da Petrobras com a Caixa Econômica não é o ideal. "Vamos ser francos: acho que a Petrobras é tão poderosa que ela ir à Caixa pegar dinheiro, obviamente, vai tirar dinheiro de uma pequena empresa." (págs. 1 e 28)

STF alivia devedores em atraso
Pessoas que têm dívidas em atraso com bancos e empresas e se recusam a entregar o bem prometido como garantia não poderão mais ser presas. A decisão é do STF. A medida não vale, no entanto, para quem atrasar pensão alimentícia. (págs. 1 e 30)

Para dirigir na estrada, um ano de carteira
O Senado aprovou ontem projeto que proíbe motoristas com menos de um ano de habilitação de dirigir em estradas. Quem desrespeitar a norma pode ficar sem a carteira definitiva, mas o Denatran acha difícil fiscalizar. A proposta vai agora para a Câmara. (págs. 1 e 11)

Políticos de Paes terão 26% do orçamento
Das 18 secretarias anunciadas por Eduardo Paes, oito serão chefiadas por indicados por PT, PTB, PP, PMN,.PCdoB, partidos que apoiaram sua candidatura, e PMDB. Eles vão administrar R$ 3,2 bilhões - 26% do orçamento previsto para 2009. (págs. 1 e 14)

Equador terá o mesmo advogado dos vizinhos
O governo do Equador contratou, para questionar a dívida de US$ 554 milhões com o Brasil, um escritório de advocacia americano que também trabalha para Venezuela e Bolívia. Os dois vizinhos já se disseram dispostos a seguir o calote equatoriano. (págs. 1 e 31)

Febre: 65 pessoas tiveram contato
O Ministério da Saúde Identificou 65 pessoas que tiveram contato com o empresário sul-africano que morreu de uma febre hemorrágica, na terça-feira, no Rio. Ainda não se sabe que vírus matou o homem, de 53 anos. Segundo o ministério, ninguém apresentou sintomas até agora. O empresário estava acompanhado de outro sul-africano. O corpo será cremado por segurança. (págs. 1 e 36)

Guerra no Leme depois da paz no Dona Marta
Um dia depois de a polícia anunciar que expulsou traficantes do Morro Dona Marta, em Botafogo, o clima ficou ainda mais tenso nas favelas,do Chapéu Mangueira e Babilônia, no Leme. Lá, o tráfico mandou fechar o comércio e paralisar vans e mototáxis. (págs. 1 e 12)

Dólar sobe 6,7% e fecha a R$ 2,475 (pág.1 e 29)

País perdeu em novembro mais de US$ 7 bi (págs. 1 e 29)

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Folha de S. Paulo

Para governo e indústria, desemprego vai crescer
No mesmo dia em que a Vale anunciou a demissão de 1.300 funcionário em todo o mundo, o governo federal e a indústria fizeram previsões pessimistas para a economia no inicio de 2009. Conhecido pelo discurso otimista, o ministro Carlos Lupi (Trabalho) prevê alta do desemprego no primeiro trimestre do ano que vem. Em entrevista a Julianna Sofia , ele disse que só a queda no juro atenuaria a crise. “O primeiro trimestre será brabo. Já estamos fazendo o que pode ser feito. Mas só a redução dos juros pode mudar o quadro, mais por efeito psicológico”, afirmou Lupi, para quem a criação recorde de vagas deste ano não se repetirá em 2009. A Abimaq, que reúne os fabricantes de máquinas e equipamentos, prevê uma “carnificina`` no empregos depois das festas de fim de ano, segundo seu vice-presidente, Carlos Pastoriza. Em outubro, o nível de atividade do setor caiu 10,3% . As associação cobra do governo ações para ``compensar``a crise como postergação do pagamento de tributos, juro menor a medidas para que os bancos privados voltem a ofertar crédito. Na Vale, além dos 1300 demitidos (20% deles em Minas), 5.550 dos 62.000 funcionários ficarão em férias coletivas até fevereiro. Segundo a companhia, os cortes são uma ``adaptação´´ à demanda menor, ( Págs. 1 e Dinheiro )


Dilma sinaliza queda no preço dos combustíveis
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) sinalizou redução no preço da gasolina e do diesel. Segundo ela, que preside o conselho de administração da Petrobras, o preço poderá cair nas refinarias devido à queda na cotação do barril de petróleo no mercado internacional. “Vai haver, acredito, a partir do momento em que se estabilize o preço, acomodação para baixo”, disse Dilma, em audiência na Câmara. A última redução de preços ocorreu em 2003. A estatal não se manifestou. (Págs. 1 e B7)

Conselho da Câmara rejeita pedido para cassar Paulinho
Com o apoio do PT, dos partidos da base e da oposição, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, foi absolvido pelo Conselho de Ètica da Câmara, que rejeitou por 10 votos a 4 o relatório no qual o deputado Paulo Piau (PMDB – MG) pedia a cassação de seu mandato. Baseado em investigações da Policia Federal, o relator acusou Paulinho de envolvimento em desvio de dinheiro do BNDES. O deputado ainda é alvo de dois inquéritos no Supremo. (Págs. 1 e A 4 )

Stephanes propõe anistia por plantio em área preservada (Págs 1 e A13)

Petrobras cancelou programa que repassaria verbas para o esporte em 2009. (Págs. 1 e D4)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Câmara livra Paulinho e PF indicia mulher do deputado
O Conselho de Ética da Câmara derrubou ontem parecer que acusava o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (PDT-SP), de se beneficiar de desvio de verbas do BNDES. No mesmo caso, porém, a mulher de Paulinho, Elza Pereira, foi indiciada pela Polícia Federal sob acusação de lavagem de dinheiro, relata o repórter Fausto Macedo. Na Câmara, o deputado escapou da cassaçâo por 10 a 4. "O conselho fez justiça", festejou Paulinho. Dois inquéritos contra o deputado ainda correm no STF, o que trata do desvio do BNDES e outro sobre irregularidades no uso de recursos do FAT destinados à Força Sindical. (págs. 1, A4 e A6)

Governo vai afastar Incra dos processos na Amazônia
Está pronto o texto de medida provisória que afasta o Incra da legalização de terras na Amazônia. De acordo com o texto, essa tarefa ficará a cargo de um novo órgão, a Agência Executiva de Regularização Fundiária da Amazônia (Aerfa). (págs. 1 e A9)

Brasil vive a maior fuga de dólares em dez anos
O Brasil registrou em novembro a maior fuga de dólares em quase uma década. Deixaram o País US$ 7,159 bilhões, na mais intensa saída de dinheiro desde janeiro de 1999. A cotação do dólar subiu ontem 3,51%, fechando em R$ 2,475. (págs. 1 e B7)

A força de Paulinho
Dora Kramer-Paulinho Pereira foi absolvido no Conselho de Ética porque ninguém quer briga não com o deputado, mas com o presidente da Força Sindical. (págs. 1 e A6)

Vale demite 1.300 e põe outros 5.500 em férias
A Vale demitiu 1.300 funcionários e pôs 5.500 em férias coletivas. A maior parte dos cortes se dará em Minas. Na sede da mineradora, no Rio, departamentos inteiros serão fechados. Para analistas, a ação indica redução de produção maior do que os 9,5% anunciados - o embarque de minério em Vitória, que já foi de 8 milhões de toneladas/ mês, deve ser de 1 milhão mi dezembro. (págs. 1, B1 e B3)

Hispânico chefiará comércio dos EUA
O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, anunciou ontem o primeiro integrante hispânico de seu governo, o governador do Novo México, Bill Rlchardson. Ele será secretário do Comércio. Richardson é admirador do programa energético brasileiro, informa a correspondente Patricia Campos Mello, e se diz um democrata favorável ao livre comércio, "espécie em extinção" em seu partido. (págs. 1, A11 e A12)

Em SC, 25 comunidades somem com as enchentes
Pelo menos 25 comunidades destruídas pelas inundações em Santa Catarina não serão reerguidas, informa o enviado Rodrigo Brancatelli. Elas estavam instaladas em áreas condenadas pela Defesa Civil pelo alto risco de desmoronamento. (págs. 1, C1 e C3)

O direito de saber
O projeto da lei de Acesso à Informação que o governo deverá encaminhar ao Congresso é arejado e atualizado. (págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil

Manchete: Rio perde corrida contra a dengue
As últimas duas semanas registraram no estado uma alternância de sol e chuva que compôs o ambiente ideal para a proliferação da dengue: o maior volume pluviométrico em sete anos, intercalado com calor de até 35 graus. Os níveis de infestação do mosquito que transmite a doença já são preocupantes em várias regiões, em especial na Zona Norte do Rio. Mas o combate nessas áreas, que deveria ter-se iniciado esta semana, foi adiado devido a problemas na empresa responsável pela entrega de 4 mil kits com larvicidas. Pior: os 620 militares convocados pelo governo federal para atuar contra a dengue nem sequer estão treinados. Parte deles iniciará o treinamento somente na próxima segunda-feira. (págs. 1 e A15)

Confissão histórica de tortura
O tenente da reserva José Vargas Jiménez confessou ter torturado ativistas do PcdoB para arrancar confissões que levaram os militares a aniquilar a Guerrilha do Araguaia. É o primeiro comandante de grupos de combate a admitir oficialmente o que as Forças Armadas negaram por 35 anos. ( Págs. 1 e A6)

Homem de Chan na Infraero
Convidado para presidir a Infraero, Guilherme Lagger foi braço direito do empresário Lap Chan, envolvido em disputa pela VarigLog, revela o Informe JB. Agora, o fundo Matlin Patterson, de Chan, pode voltar a se interessar pela privatização de aeroportos brasileiros. (págs. 1 e A4)

Crise força Vale a demitir 1.300
Maior mineradora do país, a Vale informou que demitiu cerca de 1.300 funcionários e dará férias coletivas a 5.500 entre dezembro e fevereiro. As medidas foram tomadas após a redução das vendas de minério de ferro, decorrente da crise financeira internacional, o que já havia obrigado a empresa a diminuir a produção. As demissões se concentram principalmente em minas Gerais. A queda na indústria já faz as entidades empresariais cobrarem do banco Central corte nos juros. (págs. 1, A19 e A20)

Agrotóxico muda perfil populacional
O impacto da exposição a agrotóxicos na saúde reprodutiva em cidades essencialmente agrícolas pode estar mudando o perfil populacional no Paraná. A Fiocruz detectou queda no nascimento de meninos – influência da concentração hormonal dos pais. (págs. 1, A2 e A3)

Arenavírus teria matado sul-africano
A morte do engenheiro sul-africano pode ter sido provocada pelo contato com o arenavírus, agente letal que provoca febre hemorrágica. Amostras de sangue estão sendo analisadas na Fiocruz, enquanto 50 pessoas que tiveram contato com a vítima serão monitoradas pelo Ministério da Saúde. (págs. 1 e A15)

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Correio Braziliense

Manchete: Tiroteio e morte no meio da W3
O fim da tarde de ontem foi aterrorizante na 504 Norte, uma das quadras mais movimentadas da W3, com várias agências bancárias. Três homens armados atacaram um carro-forte e mataram um dos seguranças. Iniciou-se a perseguição policial, que contou até com helicóptero e atiradores de elite.
Onze homens foram detidos até as 23h, mas acabaram liberados por falta de provas. De janeiro a outubro, a Secretaria de Segurança registrou aumento de ocorrências em 12 tipos de crime, como assalto a ônibus e a postos de combustíveis. (págs. 1, 33 E 34)

Vale demite, dólar sobe e Lula cobra corte de juros
Maior exportadora do país, mineradora Vale do Rio Doce demite 1,3 mil funcionários e dá férias coletivas a outros 5,5 mil. Num dia de novo solavanco no dólar — fechou a R$ 2,47 —, presidente Lula chama ministros e cobra corte nos juros e para deter onda de demissões.(págs. 1, 18 A 23)

Cassação nada. Pizza com cerveja na Câmara
Conselho de Ética absolve deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), acusado pela Polícia Federal de desviar dinheiro do BNDES. Deputado comemorou resultado da votação tomando cerveja em frente ao Congresso, em meio à manifestação das centrais sindicais. (págs. 1, 2 E 3)

Calote
Brasil vai falar grosso se Equador não pagar dívida com o BNDES (págs. 1 e 28)

Empréstimo para compra de imóveis bate recorde
De janeiro a novembro, a Caixa Econômica Federal concedeu R$ 700 milhões em crédito imobiliário no Distrito Federal. O número é 64% maior que o registrado nesse mesmo período do ano passado e supera a média nacional em nada menos que 60%. (págs. 1 e 24)

Cigarro à vontade
MP quer saber por que fiscalização da lei que proíbe fumo foi afrouxada.
Bares e casas noturnas lideram denúncias. (págs. 1 e 36)

Corrida para o PAS
68 mil estudantes fazem provas neste fim de semana, na disputa por
uma vaga na Universidade de Brasília. (págs. 1 e 35)

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Valor Econômico

Manchete: Caixa desiste do projeto de comprar construtoras
O governo desistiu de promover a reestruturação do setor de construção imobiliária por meio da Caixa Econô­mica Federal, que iria comprar partici­pações acionárias e estimular fusões e aquisições de empresas· que enfren­tam dificuldades financeiras. A orien­tação, agora, é que o socorro seja feito exclusivamente por meio da oferta de linhas de capital de giro.
Em outubro, o banco ganhou pode­res para liderar a reorganização do se­tor, por meio da edição da Medida Pro­visória nº 443, que permitia a criação da CaixaPar, uma empresa de participa­ções que atuaria no ramo imobiliário.
Os empresários da construção re­chaçaram a iniciativa, sustentando que ela daria à CEF o controle de todas as etapas da cadeia produtiva, desde o financiamento até a construção. O banco federal resolveu, então, comu­nicar aos empresários que não usará a CaixaPar para comprar o controle acionário de construtoras.
“Consideramos positiva a sinaliza­ção da Caixa", disse o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão. De acordo com o empresário, a CEF vai apenas fornecer capital de gi­ro, por meio de uma linha crédito de R$ 3 bilhões com dinheiro da caderneta de poupança.
O texto da medida provisória, atualmente em análise no Congresso nacional, já foi modificado para estabelecer que a Caixa só poderá participar de empreendimentos imobiliários por meio da constituição de Sociedades de Propósito Específico (SPEs). Também poderá comprar pequenas participações por meio de seu banco de investimento, cuja autorização para criação foi dada pela mesma MP.
Algumas empresas de construção civil enfrentam problemas financeiros em Virtude da crise internacional e do excesso de imobilização em investi­mentos. Elas venderam ações na bolsa e aplicaram o dinheiro na compra de terrenos, com a expectativa de mais tarde levantar capital de giro para bancar as construções. Mas a crise em­perrou o mercado de crédito. O gover­no queria fortalecê-Ias, por meio de fusões e aquisições, para preservar empregos, investimentos e evitar im­pactos negativos no mercado de crédi­to imobiliário. (págs. 1 e C1)




BC sinaliza manutenção da Selic
Diante das incertezas sobre qual será o impacto da desvalorização do câmbio e da desaceleração da economia sobre a inflação de 2009, o Banco Central dá sinais de que manterá os juros inalterados em 13,75% ao ano na reunião da próxima semana do Comitê de Política Monetária (Copom). O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do BC, Henrique Meirelles, tiveram um encontro ontem e, em seguida, foram conversar com o presidente Lula, no Palácio do Planalto.

Nas duas reuniões, ficou claro que o governo não tem uma avaliação conclusiva sobre o nível da atividade econômica de outubro para cá. Não se sabe se a desaceleração é forte e prosseguirá, ou se os últimos dados da produção industrial representam o pior momento da crise e não se repetirão nos próximos meses. A visão dominante, hoje, é que a desaceleração não é profunda, o consumo doméstico não despencou, a inflação ainda está elevada e, em 2009, o crescimento será da ordem de 3%.

“Se chegarmos a um momento em que as perspectivas para a inflação, de fato, melhorarem, a política de metas vai poder reagir a isso”, comentou uma alta fonte da área econômica do governo. (págs. 1 e C3)

Déficit faz dólar chegar a R$ 2,475
O mercado de câmbio registrou dé­ficit de USS 7,159 bilhões em novembro. É o pior resultado desde o déficit de U5$ 8,587 bilhões de janeiro de 1999, quando o real sofreu maxides­valorização e foi adotado o regime de câmbio flutuante. Só na última sema­na do mês saíram US$ 4,626 bilhões. O período de outubro a novembro é o segundo pior bimestre na série estatística divulgada pelo Banco Central, que começa em 1982, com saídas acumu­ladas em US$ 11,345 bilhões.
Os dados do fluxo cambial alimenta­ram a alta do dólar ontem, de 3,46%, para R$ 2,475, maior preço desde ju­nho de 2OO5. Desde o piso de R$ 1,559 de 1º de agosto, o dólar já subiu 58,76%. O Banco Central fez dois leilões de venda direta de dólar e o programado leilão de créditos à exportação, no valor de US$ 1,957 bilhão. (págs. 1 e C2)

Espírito Santo já olha para o pós-crise
Primeiro governador a rever, para baixo, o orçamento de 2009, em função da perspectiva de queda da arrecadação tributária, Paulo Hartung (PMDB) acredita que, com as finanças controladas, poderá conduzir o Estado do Espírito Santo de maneira organizada em meio à crise financeira internacional. “Estamos olhando para o pós-crise”. A intenção é se preparar para novo ciclo de expansão quando terminar o período de turbulência. O governador reconhece a vulnerabilidade da economia capixaba, alicerçada em mineração e siderurgia, comércio exterior e celulose, mas vê boas perspectivas na área de petróleo e gás.

A recente descoberta de novas reservas no Parque das Baleias, no litoral sul do Estado, elevou a projeção da Petrobras para cerca de 3,5 bilhões de barris de óleo equivalente (petróleo mais gás). Localizada a 77 quilômetros de Anchieta, a província petrolífera deverá atrair fornecedores e prestadores de serviços para o local, que já abriga a Samarco Mineração. O pólo de Anchieta tem outro projeto ambicioso: a Companhia Siderúrgica Vitória, joint venture entre a Baosteel, maior siderúrgica da China, e a Vale. (pág. 1 e Valor Estados)

Nova oferta pela Aracruz é preparada
O grupo Votorantim deve fazer em breve uma nova oferta pata comprar a participação de 28% da família Lorentzen e seus sócios na Arapar. Executivos liga­dos à Arapar dizem que uma proposta pode ser encaminhada até o dia 19. Pessoas ligadas ao Votorantim asseguram que o grupo mantém o interesse e fará nova oferta, mas só depois de renegocia­do o pagamento da dívida de USS 2,1 bilhões da Aracruz causada pelas perdas com derivativos de câmbio. O Votorantim quer um desconto no valor de R$ 2,7 bilhões oferecido no início de agosto. Os sócios na Arapar têm sinalizado mais dis­posição para aceitar um alongamento no prazo de pagamento. Na sexta-feira, os conselheiros que representavam a Arapar na Aracruz renunciaram.(págs. 1 e B1)

Espumante nacional avança
Donos de mais de 70% do merca­do brasileiro, os espumantes nacionais deverão chegar a até 85% neste ano, graças à alta do dólar. As ven­das domésticas deverão chegar ao recorde de 13,5 milhões de litros, ante 11,8 milhões em 2007. (págs. 1 e B3)

Prêmio Eco 2008
Banco Real, Japacanim Ecoturismo e RL Sistemas de Higiene foram os vencedores do Prêmio Eco 2008 na categoria Gestão Empresarial para a Sustentabilidade, concedido pela Câmara Americana de Comércio (Amcham) em parceria com o Valor. (págs. 1 e B4)

Vale demite 1,3 mil
A Vale do Rio Doce anunciou ontem a demissão de 1,3 mil empregados, equivalente a 2,1% do quadro total no mundo. A maior parte dos cortes (76%) foi realizada nas áreas de mineração (minério de ferro) em Minas Gerais e na Estrada de Ferro Vitória a Minas. (págs. 1 e B11)

São Martinho no topo
A usina São Martinho, de Pradópolis (SP), encerrou a moagem de cana da safra 2008/09 como a maior unidade produtora do mundo. A moagem foi finalizada na terça-feira, com um volume processado de 8,004 milhões de toneladas, 18% mais que no ciclo passado. (págs. 1 e B13)

Idéias
Fabio Giambiagi: Se a realidade da Argentina era sombria na bonança, agora ela é especialmente preocupante. (págs. 1 e A13)

Aeroporto pequeno deve ser privatizado
A privatização de pequenos aeroportos está na rota dos governos de São Paulo, Rio e Minas Gerais para contornar o prejuízo das operações e viabilizar investimentos, mas o plano esbarra exatamente na dificuldade de torná-los lucrativos. Em outubro, o governo de Minas publicou uma chamada de manifestação de interesse para a privatização do aeroporto da Zona da Mata. O governo de São Paulo pretende conceder a operação de 31 aeroportos via Parceria Público-Privada, agrupando-os por regiões. (págs. 1 e A3)

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Gazeta Mercantil

Manchete: Construtora paga mais para vender recebíveis
O crédito bancário mais caro e escasso e o mercado de capitais praticamente inoperante para captações destacam a securitização de recebíveis como a “última fronteira” para as incorporadoras de imóveis tocarem seus planos de negócios. As cinco maiores empresas do setor com ações negociadas em bolsa — Cyrela Brazil Realty, Gafisa, Rossi Residencial, Tecnisa e Brascan Residential Properties — detêm nada menos que R$ 11,7 bilhões em recebíveis, que podem se transformar em caixa com a venda da carteira para companhias de securitização. Entretanto, essa alternativa também ficou mais cara. Segundo Glauber Santos, diretor da securitizadora RB Capital, os recebíveis antes adquiridos por uma rentabilização anual de IGP-M mais 11% de juros agora chegam a 15% ao ano, mais o índice inflacionário. “O cenário de pressão de liquidez é perverso e as empresas buscam alternativas”, diz Santos, que viu aumentar a lista de empresas oferecendo carteiras de recebíveis. Para Fernando Cruz, diretor da Brazilian Securities, trata-se de um ajuste do mercado — já que a ampla oferta de financiamento imobiliário vinha dos bancos, cujo funding é a poupança, que oferece taxas competitivas. “A crise de liquidez gera um potencial enorme de crescimento do mercado de securitização”, completa Fernando Brasileiro, presidente da Cibrasec. Neste cenário, a venda dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), títulos emitidos pelas securitizadoras com lastro nos créditos de venda ou aluguel de imóvel, também é viabilizada com prêmio de liquidez. O investidor só compra se tiver melhores rendimentos. Essa oscilação de taxas do mercado leva as incorporadoras a manter políticas flexíveis de repasse. No caso da Tecnisa, não houve venda de recebíveis em 2007, mas deve somar R$ 80 milhões neste ano, diz Leonardo Paranaguá, diretor de relações com investidores. (págs. 1 e B1)

Dilma reforça PAC para mitigar a crise mundial
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou ontem que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) será mantido e reforçado, apesar das turbulências na economia mundial. Ela disse que os recursos previstos no orçamento do PAC terão aumento de 26%, para R$ 636,3 bilhões, que serão aplicados até 2010. Segundo a ministra, os maiores aportes serão feitos nos setores de petróleo, gás, ferrovias e eletricidade. De acordo com Dilma, boa parte dos investimentos previstos para o segmento de petróleo será focada na área do pré-sal. “O Brasil passará a ser exportador de petróleo (com o pré-sal). A economia mundial voltará a crescer e precisaremos da riqueza real, que é o petróleo”, comentou. Dilma voltou a afirmar que os investimentos no PAC são prioridade para enfrentar a crise financeira. “A situação não é de corte de investimentos, e sim de custeio”, justificou. (págs. 1 e C7)

Falta um plano energético, critica Hubner
O ex-ministro de Minas e Energia Nelson Hubner criticou a falta de planejamento de longo prazo no setor elétrico brasileiro e afirmou que o País precisa se preparar para atender ao crescimento da demanda por energia.

“Hoje, o mundo inveja a matriz energética brasileira. O ideal seria que o setor pudesse ser totalmente baseado em energia renovável”, disse. (págs. 1 e C6)

Petrobras vai captar US$ 1 bilhão
A Petrobras busca no mercado internacional soma superior a US$ 1 bilhão, informa o diretor financeiro, Almir Barbassa. Segundo o diretor Guilherme Estrella, os aportes previstos até 2013 serão mantidos. (págs. 1, A4 E B5)

Irregularidades em Jirau
Problemas começaram com resultado do leilão (págs. 1 e A9)

Mendes se sente atingido com decisão contra Dantas
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, enviou ontem representação ao procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, a fim de que “tome as medidas necessárias” relativas a fatos relatados pelo juiz Fausto De Sanctis, na sentença condenatória do banqueiro Daniel Dantas a dez anos de prisão.
Segundo a assessoria de Mendes, ele se sentiu diretamente atingido em trechos da sentença de 300 páginas na qual o juiz afirma que o coronel da reserva do Exército Sérgio de Souza Cirillo — supostamente ligado ao grupo de Dantas — foi nomeado assessor principal do gabinete do secretário de Segurança do Supremo, em 30 de julho, três meses depois de deflagrada a Operação Satiagraha.
Ontem, o ministro da Justiça, Tarso Genro, disse que a condenação de Dantas é um sinal da independência do Judiciário num País onde as pessoas não estão acostumadas a ver “figurões” condenados. (págs. 1 e A9)

Indústria imobiliária cancela R$ 7 bi em projetos
O mercado imobiliário deixará de injetar na economia nacional, até o fim do ano, mais de R$ 7 bilhões em negócios com novos imóveis residenciais cujos lançamentos foram suspensos ou adiados. As incorporadoras estão revisando também suas metas para 2009.
Mesmo assim, o setor nacional de construção civil deverá fechar 2008 com crescimento de 10% sobre o ano passado e, para 2009, a expectativa é de crescer até 4,5%, segundo Sérgio Watanabe, presidente do Sinduscon-SP. Na capital paulista, o número de casas e apartamentos lançados no ano poderá terminar com uma queda de 10% sobre 2007, segundo estimativas do Secovi-SP. (págs. 1 , C3 E D3)

Socorro às montadoras divide opiniões no País
Enquanto o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider, defende o estímulo do governo ao setor, especialistas afirmam que a indústria automotiva não tem mais a importância de outros tempos. “Não guardaram dinheiro e agora estão com o chapéu na mão”, afirma o ex-presidente da Anfavea na primeira metade dos anos 90, Luiz Adelar Scheuer.
Para Schneider, “toda forma de restabelecer o ritmo de vendas de veículos é bem-vinda”. A indústria, nos últimos meses, apresenta queda nas vendas e, hoje, a Anfavea deve anunciar uma revisão para baixo das projeções para este ano. O novo número deverá ficar em 2,8 milhões veículos. Para Wolfgang Sauer, ex-presidente da Volkswagen, o mercado brasileiro ainda tem muita força: “É por isso que os principais fabricantes mundiais estão aqui”. André Beer, também ex-presidente da Anfavea, diz que o Brasil tem condições de superar a crise e não sofrerá como outros países. (págs. 1 e C8)

Exportação cai e Vale demite
A Companhia Vale do Rio Doce demitiu ontem 1,3 mil funcionários devido à redução na demanda por minério de ferro. Outros 5,5 mil funcionários entrarão em férias coletivas. As exportações brasileiras do minério caíram 33% em novembro. (págs. 1 e C1)

Foco nos países emergentes
A crise parece ter contribuído para que o Brasil e outros países emergentes recebam um número maior de profissionais expatriados vindos dos EUA e da Europa em busca de oportunidades. (págs. 1 e INVESTNEWS.COM.BR)

Opinião
RODRIGO DA ROCHA LOURES - É o momento de uma nova atitude. Defendemos um corte substantivo na taxa Selic para injetar novos recursos na economia real. (págs. 1 e A3)

Opinião
DURVAL GUIMARÃES - O governo mineiro decidiu remunerar os agricultores
pela proteção das florestas, o que funciona melhor que a ação da polícia. (págs. 1 e A3)

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Estado de Minas

Manchete: Moradores de BH se rebelam contra IPTU
Associações de bairros se movimentam para barrar projeto que aumenta o imposto das moradias das classes média e alta. Líderes de 120 delas vão entrar com representações no Ministério Público e na Câmara Municipal. Outras 25 entidades, da Região Centro-Sul, se reúnem hoje para discutir medidas contra o reajuste, previsto para 2010.(págs. 1, 23 e 24)

Fora das BRs
Senado aprova projeto que proíbe motoristas com menos de um ano de habilitação de dirigir nas estradas federais. O texto segue para a Câmara. (pág. 1)

Ministério Público investiga fraudes no Dnit
Procuradoria da República vai apurar o desvio de equipamentos e empregados do departamento para obra no Parque de Exposições de Carmo de Minas e a reforma, sem licitação, no prédio da autarquia em BH. A denúncia foi feita pelo Estado de Minas. (pág. 1)

Fluxo cambial
Fuga de dólares é recorde e cotação chega a R$ 2,47. (pág. 1)

Vinte mil servidores estaduais terão aumento de 5% (págs. 1 e 7)

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Jornal do Commercio

Manchete: A BR do abandono
Descaso do poder público faz do trecho da BR-101 entre Igarassu e Jaboatão, o contorno urbano do Grande Recife, uma via de degradação e perigo. Precariedade não é de hoje, mas ganhou evidência com acidentes provocados pelo desgaste.(pág.1)

Senado aprova projeto que tira motorista iniciante das rodovias (pág. 1)

Mobilização gigante contra produto pirata (pág. 1)

Dólar sobe 3,47% e atinge maior cotação desde junho de 2005 (pág. 1)

O que Publicam os Jornais de Hoje

03 de dezembro de 2008

O Globo

Manchete: Dantas é condenado a dez anos de prisão por suborno
O banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity, foi condenado ontem a dez anos de prisão em regime fechado, além de pagamento de R$ 13,4 milhões (danos ao Estado e multa), por tentativa de subornar um delegado da PF. Também foram condenados Humberto Braz, ex-presidente da Brasil Telecom, e Hugo Chicaroni, acusados de negociar o suborno de US$ 1 milhão do delegado Victor Hugo, para que os nomes de Dantas e de seus parentes fossem excluídos das investigações da Operação Satiagraha. O juiz Fausto De Sanctis condenou Dantas por corrupção ativa, afirmando que ele despreza as instituições públicas e reza pela cartilha do “vale-tudo”. A defesa alegou que o processo é fraudado, pediu a suspeição de De Sanctis e recorreu ao Tribunal Ragional Federal, em São Paulo, pedindo a nulidade da sentença. (págs. 1, 3 a 8)

Indústria cai e PIB no trimestre pode ser negativo
A crise fez a indústria do país cair 1,7% em outubro e o PIB pode ficar negativo neste trimestre. Para Lula, os juros estão muito acima do bom senso. (págs. 1, 21 e 22, Elio Gaspari e editorial “Lei inoportuna”)


Sob suspeita, Paulinho marcha em Brasília
O deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, lidera marcha de centrais sindicais a Brasília hoje, quando o Conselho de Ética da Câmara retomará o julgamento do pedido de cassação de seu mandato. (págs. 1 e 11)

Vírus misterioso mata no Rio
Um empresário sul-africano de 53 anos morreu ontem na Casa de Saúde São José vítima de uma febre hemorrágica desconhecida. O sul-africano foi internado no sábado. O Ministério da Saúde enviou amostras para testes na Fiocruz e alertou autoridades sanitárias de países vizinhos. O corpo está num caixão lacrado e será repatriado. (págs. 1 e 30)

Uma favela sem tráfico. Até quando?
Há anos dominada por traficantes, a favela do Morro Dona Marta, em Botafogo, no coração da Zona Sul, está há 13 dias livre de bandidos. Numa mudança de estratégia das forças de segurança, o morro foi ocupado de forma permanente pela PM, com cerca de 50 homens. E eles não vão sair. O primeiro resultado é visível: o número de roubos e furtos nas ruas de Botafogo, próximo ao acesso do Dona Marta, despencou neste período, caindo de 16 crimes para zero, segundo o comandante do 2º BPM (Botafogo), tenente-coronel Gileade Albuquerque. A Polícia Federal confirma que todas as "bocas-de-fumo" da favela estão fechadas. Pela primeira vez em anos, repórteres do GLOBO subiram o morro sem a presença ostensiva de traficantes armados. O desafio agora é manter este quadro. (págs. 1, 12 e editorial "Ocupação real")

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Folha de S. Paulo

Juiz condena Dantas por corrupção
O juiz Fausto De Sanctis, da 6º Vara Criminal Federal de São Paulo, condenou o banqueiro Daniel Dantas, dono do Oppotunitty, a dez anos de prisão em regime fechado e ao pagamento de R$ 13,42 milhões a título de “multa e reparação” por corrupção ativa. O banqueiro pode recorrer em liberdade. A prisão e a perda definitiva do valor só ocorrerão depois de as cortes superiores (Tribunal Regional Federal, Supremo Tribunal Federal) confirmaram a sentença. Não existe prazo para essa conclusão.

Dantas é acusado de tentar subornar um policial para que excluísse seu nome de uma investigação. O juiz condenou também o ex-presidente da Brasil Telecom Humberto Braz e o professor Hugo Chicaroni, interlocutores do banqueiro, a sete anos de prisão cada um. Em carta, o advogado de Dantas, Nélio Machado disse que a sentença é “absolutamente nula”: Não houve o crime, a defesa foi cerceada,as provas são fraudadas e o magistrado impediu a perícia”. Os advogados do banqueiro, de Braz e de Chicaroni vão recorrer. (págs. 1, A4 e A7)

Produção da indústria cai 1,7% e sinaliza recuo do PIB
A produção industrial brasileira caiu 1,7% em outubro, sinalizando recuo do PIB no quarto trimestre. A queda, a maior desde novembro de 2007, supera a expansão de 1,5% ocorrida em setembro. Em relação a outubro de 2007, houve alta de 0,8%. Para o IBGE, as empresas reagiram ao cenário de crise em outubro e ajustaram sua produção. Segundo economistas, a incerteza afetou os investimentos. Ao todo, 118 indústrias (de 3.700 pesquisadas) paralisaram sua produção em outubro. (págs. 1 e B1)

Serviços de call center mantidos pelo governo mostram falhas
Atendimento demora no Procon e em agências que fiscalizam a nova lei; órgãos não têm de cumpri-la, mas devem dar exemplo, dizem especialistas. (págs. 1 e C6)

Dólar sobe 3,1% e atinge 2º maior cotação do ano
Com o Banco Central fora do mercado de câmbio nos últimos dois dias, o dólar subiu 3,1% ante o real e fechou a R$ 2,392, segunda maior cotação do ano. Para analistas, a alta foi especulativa, com investidores à espera de novas intervenções. O dólar se valorizou 54% desde seu piso, alcançando no início de agosto, quando estava ao redor de R$ 1,55. No mês, a alta é de 3,33%. (págs. 1 e B10)

Dinheiro
Congresso aprova MP com benefícios para 93 mil servidores. (págs.1 e B7)

Editoriais
Leia “Queda brusca”, acerca de produção industrial; e “Patrimônio inacessível”, sobre terras indígenas. (págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Crise mundial faz produção da indústria cair 1,7%
A crise internacional fez a atividade da indústria brasileira cair 1,7% em outubro, na comparação com setembro. Em relação a outubro do ano passado, houve avanço de 0,8%, mas foi o pior resultado em quase dois anos. "O mês de outubro marca a entrada da indústria no novo cenário econômico mundial", disse Silvio Sales, coordenador do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo levantamento. Os fabricantes de bens duráveis, como veículos e eletrodomésticos, foram os que mais sentiram os efeitos da crise. Não foi afetado, porém, o ritmo da indústria de bens de capital - máquinas e equipamentos usados pelas próprias fábricas. Dados do Ministério do Desenvolvimento mostram que a alta do dólar fez as empresas brasileiras reduzir as importações. Em novembro, a compra de bens de capital no exterior caiu 12,3%, em relação a outubro. Já a aquisição de matérias-primas recuou 11,4%. (págs. 1 e B1 a B3)

A revolução do aeroporto: Cai premiê da Tailândia
Após oito dias de protestos que fecharam os principais aeroportos de Bangcoc e "ilharam" 300 mil estrangeiros, manifestantes festejam a queda do governo tailandês. (págs. 1 e A12)

7,5 mil devem ser demitidos nas autopeças
O setor de autopeças prevê 7,5 mil demissões até o fim do ano, diante da queda dos negócios. O governo paulista planeja mecanismo para evitar cortes em empresas em dificuldade. (págs. 1 e B4)

Pastore já vê sinais de recessão
O PIB do Brasil poderá ter recessão técnica (dois trimestres seguidos de queda) em 2009, estima o economista Affonso Celso Pastore. Ele descarta expansão de 4%, como quer o governo. (págs. 1 e B8)

30% desistem de viajar para Santa Catarina
A tragédia das inundações afetou o turismo em Santa Catarina. Agências de viagens suspenderam a venda de pacotes para o Estado - e cerca de 30% dos que tinham sido vendidos para o final de ano foram cancelados pelos compradores. Hotéis e restaurantes estimam queda de até 50% no faturamento. (págs. 1, C1, C3 e C4)

Brasil ameaça rever crédito a vizinhos da América do Sul
O Brasil vai rever a política de empréstimos do BNDES a parceiros sul-americanos que contestem sua dívida com o País, como fez o Equador. "Espero que esses países tenham outras fontes de crédito", disse o chanceler Celso Amorim. (págs. 1 e Al4)

200 mil planos de saúde têm reajuste vetado
A Justiça suspendeu aumento de 8,76% aplicado a cerca de 200 mil planos da Bradesco Saúde assinados até 1º de janeiro de 1999. A devolução dos valores pagos terá de esperar até o julgamento do recurso. (págs. 1 e A16)

A indústria em ritmo de crise
A crise internacional chegou à indústria brasileira. O quadro seria menos preocupante se o governo houvesse reconhecido mais cedo o risco de contágio e tomado prontamente medidas preventivas. (págs. 1 e A3)

Dantas é condenado a dez anos de prisão
O juiz Fausto De Sanctis condenou o banqueiro Daniel Dantas a dez anos de prisão e a multa de R$12 milhões. A sentença se refere a processo em que o dono do Grupo Opportunity é acusado de tentar subornar um delegado da Polícia Federal. Foram punidos com penas menores Humberto Braz, ex-presidente da Brasil Telecom, e Hugo Chicaroni, lobista da empresa. Os três condenados vão recorrer em liberdade.(págs. 1, A4 e A6)

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Jornal do Brasil

Manchete: Justiça condena, mas não prende
O banqueiro Daniel Dantas, dono do Grupo Opportunity, foi condenado a 10 anos de prisão. A decisão é do juiz federal Fausto Martin de Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo - o mesmo que decretou a prisão do banqueiro, por duas vezes, em julho deste ano. Também foram condenados, a sete anos, dois funcionários de Daniel Dantas, acusados de tentarem subornar um delegado da Polícia Federal para excluir o nome do banqueiro das investigações da Operação Satiagraha. Os réus poderão recorrer da decisão em liberdade, uma vez que o juiz não expediu mandados de prisão. (pág. 1 e País, págs. A6 e A7)

Crise afeta indústrias do Brasil
Um mês depois da forte eclosão da crise financeira mundial, mais da metade dos segmentos da indústria brasileira já reduziu a produção. A queda da atividade industrial foi de 1,7% em outubro, segundo pesquisa do IBGE. (pág. 1 e Economia, pág. A18)

Diversidade é fator que agrega o Bric
A diversidade do modo de produção do Bric - Brasil, Rússia, Índia e China - é um fator agregador de suas relações comerciais. A análise foi feita ontem, durante seminário promovido pelo JB e pela Gazeta Mercantil. (pág. 1 e Tema do dia, págs. A2 e A3)

Doença deixa o Rio em alerta
A morte de um sul-africano com sintomas de febre hemorrágica deixou o Rio em alerta. O caixão teve que ser lacrado, porque ainda não se sabe a causa da doença. Mês passado, a África do Sul registrou um novo vírus, transmitido por contato direto, que leva à morte. (pág. 1 e Cidade, pág. A15)

Solução caseira
Fiocruz estuda a unha-de-gato contra a dengue. (pág. 1 e Vida, Saúde & Ciência, pág. A24)

Oportunidade
Boa parte das vagas é de empresa do BB. (págs. 1 e E6)

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Correio Braziliense

Manchete: Daniel Dantas condenado a dez anos de prisão
Justiça Federal julga banqueiro culpado por tentativa de suborno a delegado da PF. Ele vai recorrer em liberdade. (págs. 1 e 3)

Políticos têm recaída por ambulância
Emendas parlamentares destinadas a “unidades móveis de saúde”, que haviam desabado após o escândalo dos sanguessugas, voltam a fazer sucesso. Para o Orçamento de 2009, elas somam R$ 10 bilhões, quase três vezes a quantia incluída nas despesas do governo neste ano. (pags. 1 e 4)

Decreto beneficia Petrobras. (págs. 1 e 5)

Aprovado reajuste a servidores. (págs. 1 e 13)

Preço do frango vai cair 10%. (págs. 1 e 14)

Eles queriam pelo menos o sucatão
Brasileiros retidos no aeroporto de Bangcoc espinafram governo e Itamaraty por tê-los deixado ao deus-dará durante a crise política do país asiático. Sítio da oposição acabou ontem, com a destituição do premiê e o banimento da política, por cinco anos, dos dirigentes do Partido do Poder do Povo. (págs. 1 e 19)

Servidora do DF terá licença de seis meses
A Câmara Legislativa aprovou o projeto de lei que amplia para 180 dias a licença-maternidade no Governo do Distrito Federal. A medida também vale para mães de crianças adotadas com menos de um ano de idade. A proposta deve ser sancionada nos próximos dias pelo governador Arruda e vai beneficiar cerca de 800 funcionárias públicas por ano. (págs. 1 e 8)

Meu Brasil negro
Nádia Rodrigues, professora do Centro de Ensino nº 8 de Taguatinga, recebe hoje um prêmio do MEC por estimular os alunos de 8 anos a valorizarem a importância do negro na cultura nacional. Durante as aulas, as crianças estudaram temas como identidade negra e aprenderam até a fazer máscaras africanas. Nádia obteve resultados marcantes. Estudantes que antes sentiam vergonha da cor da pele passaram a ter orgulho. (págs. 1 e 26)

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Valor Econômico

Manchete: Escassez de capital de giro amplia saques em fundos
O setor de fundos completou em novembro o oitavo mês seguido de resgates líquidos. Nesse período, houve saque recorde de R$ 88 bilhões, segundo a Anbid. Só no mês passado saíram mais de R$ 4 bilhões, embora parte desse valor seja explicada pelo “come-cotas” - Imposto de Renda recolhido no mês passado.

Grande parte desse dinheiro migrou para Certificados de Depósito Bancários (CDBs), que pagam taxas atraentes mesmo para aplicações menores. Levantamento do Valor Data mostra que os CDBs captaram R$ 189 bilhões de abril a novembro.

A onda mais recente de saques, no entanto, se explica também pelo comportamento de pequenos e médios empresários, que resgataram recursos de aplicações pessoais para capitalizar a empresa. Até grandes companhias lançam mão desse recurso, segundo gestores, porque as linhas de financiamento secaram. Um desses gestores disse ao Valor que uma empresa que fatura R$ 300 milhões por ano e que antes captava recursos pagando cerca de 104% do CDI (14% ao ano), agora teve o custo elevado para 130% do CDI (17,5% ao ano). Nessas condições, o empresário preferiu tirar o dinheiro da conta pessoal e colocá-la na empresa.

Outro gestor confirma esse movimento e relata o caso do dono de uma empresa que abriu o capital durante a onda de lPOs dos últimos dois anos. A empresa agora precisa de caixa, o custo de captação está muito alto e o investidor resolveu resgatar R$ 450 milhões aplicados em um fundo conservador.

“O setor de fundos terá de se reinventar e criar alternativas para concorrer com os CDBs”, diz Aquiles Mosca, estrategista da Asset Management do Banco Real. Mesmo o investidor de varejo tem hoje acesso a CDBs com taxas que antes eram impensáveis. Em alguns bancos, com R$ 1 mil o aplicador consegue uma taxa de 100% do CDI após dois anos. Para os clientes que têm valores expressivos, alguns bancos de primeira linha chegam a oferecer CDBs com taxas de 103% ou 104% do CDI, com liquidez diária. (págs. 1 e D1)

Trading belga quer comprar usinas no país
Com faturamento em torno de US$ 1 bilhão e a companhia francesa EDF Energies Nouvelles entre seus acionistas, a trading belga Alcotra, especializada em etanol, prepara-se para investir no Brasil. A empresa vê oportunidade de bons negócios em meio à crise de usinas sucroalcooleiras. "Temos consciência de que o momento é agora. Em três meses, olhamos cerca de 30 empresas. Selecionamos cinco usinas nas quais estamos dispostos a levar o negócio adiante", disse ao Valor François Legleye, CEO da Alcotra.

Os acionistas devem fazer aportes de US$ 400 milhões no primeiro momento, valor que não inclui a dívida das empresas que venha a comprar. A Alcotra negocia cerca de 2 bilhões de litros de álcool por ano, metade no Brasil. Suas exportações de álcool a partir do país respondem por cerca de 25% dos embarques brasileiros. (págs. 1 e B12)

Economia desacelera com rapidez
A expressiva queda de 1,7% na produção industrial de outubro em relação a setembro e as primeiras informações sobre a atividade de novembro aumentaram o risco de que o país passe por uma recessão na virada do ano. Ontem mesmo, alguns analistas refizeram as projeções para o PIB do quarto trimestre incorporando uma previsão de queda de até 0,5% na comparação com o terceiro trimestre, na série com ajuste sazonal. Se as estimativas se confirmarem, será a primeira queda no PIB desde o terceiro trimestre de 2005, quando ele caiu 0,68%.

Alguns economistas também já estimam uma segunda queda do PIB trimestral no início de 2009, o que caracterizaria a recessão. A última vez que o país passou por dois trimestres consecutivos de retração na economia foi no inicio de 2003. Para 2009, as previsões são de uma alta do PIB entre 2% e 3%. (págs. 1 e A3)

Cassação de Cunha Lima realça o desgaste político da família
Na noite em que a Justiça determinou que o governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB), ficaria no cargo até que os recursos contra sua cassação fossem julgados, a festa da comemoração atravessou a noite em sua cidade natal, Campina Grande, que mantém rivalidades históricas com a capital, João Pessoa. Mas os fogos não foram suficientes para esconder que a família Cunha lima sofre um desgaste em seu berço político.

Agora, a cassação do mandato do governador pelo Tribunal Superior Eleitoral - decisão da qual ele recorre - coloca à prova a fidelidade de seus conterrâneos. O clã governou Campina Grande por cerca de 20 anos. Mas nas eleições de 2004, por uma diferença de 791 votos, foi eleito Veneziano Vital do Rego (PMDB), conhecido como Cabeludo, aliado do maior adversário político de Cássio, o senador José Maranhão. Em 2008, os campinenses optaram por reeleger Veneziana, derrotando mais uma vez o candidato do governador. (págs. 1 e A14)

GM pede ajuda de US$ 18 bi e Ford teme recessão longa
A General Motors e a Ford apresentaram ontem planos para sua recuperação ao Congresso americano que sugerem que a GM está em condição muito pior do que sua concorrente.

A companhia solicitou US$ 18 bilhões em empréstimos federais - US$ 6 bilhões a mais do que havia dito necessitar algumas semanas atrás - e acrescentou uma injeção imediata de US$ 4 bilhões para evitar um colapso até o fim do ano.

A Ford disse que não precisa imediatamente de recursos federais, mas pediu uma linha de crédito de US$ 9 bilhões para o caso de a recessão ser mais prolonga da e profunda do que o esperado. A empresa estimou que sairá do vermelho em 2011 e acrescentou que irá acelerar o desenvolvimento de novos veículos híbridos e movidos a eletricidade, reduzir o número de revendedores e modificar suas fábricas para produzir carros pequenos nos EUA. A venda de veículos novos caiu 35% em novembro e as da GM, 41%. (págs. 1 e B8)

Inflação desacelera
A inflação ao consumidor na cidade de São Paulo, medida pelo IPC/Fipe, diminuiu em novembro para 0,39%. Em outubro, a taxa ficou em 0,50%. A maior contribuição para a desaceleração veio dos custos com o grupo habitação. Alimentos subiram de 0,37% para 0,60%. (págs. 1 e A4)

Dantas é condenado a dez anos
A Justiça Federal de São Paulo condenou ontem o banqueiro Daniel Dantas a dez anos de prisão e ao pagamento de multa de R$ 12 milhões pelo crime de corrupção ativa. Também foram condenados, a penas menores, Humberto Braz e Hugo Chicaroni. (págs. 1 e A8)

Financiamento de plataformas
O BNDES voltará a financiar plataformas da Petrobras em 2009. Dois empréstimos, no valor total de US$ 1 bilhão, deverão ser aprovados até o fim do ano. As últimas liberações para esses projetos foram feitas em 2007. (págs. 1 e B1)

Demissões nas autopeças
A indústria de autopeças deve cortar pelo menos oito mil postos de trabalho até o fim do mês, segundo Paulo Butori, presidente do Sindipeças. Ainda assim, o setor deverá encerrar o ano com 223,7 mil trabalhadores, um aumento de 3,2% sobre o ano passado. (págs. 1 e B8)

Energia ameaçada
A Cibe Participações, sociedade entre Bertin e Equipav, pediu dilação de prazo, por 90 dias, para depositar R$ 75 milhões em garantia das obras de seis térmicas leiloadas pela Aneel. A empre­sa alega que não houve condições de mercado para obter a apólice. (págs. 1 e B9)

Auxílio à cana no Nordeste
Em reunião com governadores do Nordeste, a ministra Dilma Rousseff anunciou que o governo dará subsídio de R$ 5 por tonelada de cana, até o teto de R$ 50 mil, aos produtores da região na safra 2008/09, que estão descapitalizados para a compra de insumos. (págs. 1 e B12)

Fundo de índices
O mercado de fundos de índices, que no Brasil tinha como único representante o Papéis Índice Brasil Bovespa (PIBB), ganha novos produtos na bolsa: de ações de baixa capitalização (“small caps”), de grande capitalização e um terceiro que replica o lbovespa. (págs. 1 e D2)

Idéias
Martin Wolf: Países com superávits precisam acomodar os ajustes necessários dos países com déficits. (págs. 1 e Al3)

Idéias
José Luís Fiori: O fantasma das rebe­liões ronda o mundo. (págs. 1 e Al3)

Idéias
Cristiano Romero: Consumidores e empresas dão mostras de que vivem agora a fase do pânico. (págs. 1 e A2)

Idéias
Rosângela Bittar: Gilberto Carvalho deverá presidir o PT. (págs. 1 e A8)

Índia rejeita concessões nas reuniões que tentarão concluir a Rodada Doha. (págs. 1 e A2)

StatoilHydro prevê uma produção de 100 mil barris por dia na Bacia de Campos, diz Camargo. (págs. 1 e B7)

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Gazeta Mercantil

Manchete: Justiça condena Dantas a dez anos de prisão
O banqueiro Daniel Dantas, dono do Grupo Opportunity, foi condenado ontem a 10 anos de prisão pelo crime de corrupção ativa. A decisão é do juiz federal Fausto Martin de Sanctis, da Sexta Vara Criminal Federal - o mesmo que decretou a prisão de Dantas, por duas vezes, em julho deste ano. Além do banqueiro, o ex-presidente da Brasil Telecom, Humberto José da Rocha Braz, e Hugo Chicaroni também foram condenados a sete anos cada um. Dantas terá de pagar ainda R$ 1,4 milhão de multa; Chicaroni, R$ 292 mil; e Braz, R$ 877 mil. Os três podem recorrer em liberdade.

O procurador Rodrigo De Grandis afirmou que o Ministério Público ficou satisfeito com a decisão da Justiça, mas que poderá recorrer para aumentar as penas de Dantas e de Braz. O advogado Nélio Machado, que defende o banqueiro, já entrou com recurso para anular o julgamento. (págs. 1 e A11)

Construção terá R$ 3 bi do FGTS
O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou uma linha de crédito de R$ 3 bilhões para o setor da construção civil. Os recursos definidos pelo Conselho ficaram abaixo do total de R$ 12 bilhões da proposta apresentada pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi, e centrais sindicais.

Segundo o ministro Lupi, até outubro os empregos na indústria da construção civil cresceram cerca de 20%, com a abertura de 303 mil vagas formais. (págs. 1 e A8)

IBGE
Produção industrial cai 1,7% em novembro. (págs. 1 e A4)

Crédito imobiliário
Caixa prevê expansão de até 20% em 2009, diz Hereda. (págs. 1 e B3)

Indústria de autopeças prevê um 2009 difícil
O ano de 2009 será difícil, prevê o presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), Paulo Butori. Pesquisa da entidade com 95 empresas de autopeças revelou que 46% vão reduzir investimentos programados para 2009, 48% vão manter aportes e apenas 6% aumentarão os recursos.

Butori afirma que é preciso ter muita calma e equilíbrio para não tomar decisões precipitadas “nem ficar apenas olhando a tempestade pela janela”.

Como conseqüência da crise econômica mundial, que atingiu também o setor automotivo brasileiro, o Sindipeças prevê que a indústria de autopeças deverá encerrar dezembro com 223,7 mil trabalhadores, 8.200 menos que em setembro.

Já a General Motors, que enfrenta uma das piores crises de sua história nos Estados Unidos, confirmou investimentos previstos para a região LAAM (América Latina, África e Oriente Médio). A presidente para a região, Maureen Kenpston-Darkes, disse que as operações na área são amplamente financiáveis e apresentam receitas sólidas. “Acreditamos que essa situação se manterá.” (págs. 1, C1 e C2)

Setubal diz que empresas sabiam dos riscos
O presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, rebateu a alegação de que as companhias não foram informadas sobre os riscos que corriam com os chamados derivativos cambiais exóticos. “As empresas sabiam muito bem o que estavam fazendo”, afirmou.

Em encontro com a imprensa, Setubal antecipou que o modelo de independência do Itaú BBA em relação às demais áreas da nova instituição será mantido após a fusão com o Unibanco. O banco prevê aumento nas operações de fusões e aquisições, afirmou o executivo. (págs. 1 e B1)

Diversidade é fator que agrega o Bric
A diversidade do modo de produção dos países do Bric - Brasil, Rússia, Índia e China - é um fator agregador de suas relações comerciais. A análise foi feita ontem, durante seminário promovido pelo JB e pela Gazeta Mercantil no Rio de Janeiro.

O diretor do Departamento de Organismos Internacionais do Ministério das Relações Exteriores, ministro Carlos Sérgio Duarte, ressaltou que, em 2035, o Produto Interno Bruto (PIB) do Bric deverá ultrapassar o do G7 (grupo dos sete países mais ricos do mundo). (págs. 1 e A12)

Huawei fatura US$ 1 bi no país
A chinesa Huawei faturou US$ 1 bilhão este ano e vendeu 1 milhão de modems de terceira geração (3G). A empresa prevê expansão em 2009, mas reconhece que depende de as operadoras celulares investirem. (págs. 1 e C8)

Laptops para professores
O Estado de São Paulo deve realizar neste mês a licitação de 84 mil laptops, que serão financiados, para professores. A Secretaria da Educação garante que o programa não será alterado, apesar da alta do dólar. (págs. 1 e C8)

Repintura de carros deve crescer
Com a turbulência financeira, a tendência é que muitos setores da economia desacelerem. Porém, no sentido oposto, o segmento de repintura automotiva prevê expansão em 2009. (págs. 1 e INVESTNEWS.COM.BR)

Opinião
Augusto Nunes: Por unanimidade, o Tribunal de Justiça absolveu o promotor homicida e condenou a imprensa pelo crime de “cobertura facciosa”. (págs. 1 e A10)

Opinião
Antonio Penteado Mendonça: Com a desaceleração da economia e o desemprego
previsto em 2009, crescerá a demanda de serviços públicos, como educação e saúde. (págs. 1 e A3)

Entrevista: Merial investe nos mercados emergentes
O presidente da Merial Saúde Animal, Alfredo Ihde, diz que a multinacional já rebaixou as projeções de vendas para 2009, mas garantiu que os investimentos serão mantidos, em especial os direcionados aos países emergentes, como Brasil,Índia e China. A fatia brasileira do faturamento, de R$ 316 milhões em 2007,deve crescer 8% este ano. (págs. 1 e B11)

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Estado de Minas

Manchete: As mudanças que farão o IPTU ficar mais caro em BH (pág.1)

Governo reduz juro para quem ganha até R$ 2 mil (pág.1)

Banqueiro é condenado a 10 anos de prisão (pág.1)

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Jornal do Commercio

Manchete: Mais um arrastão apavora motoristas (pág.1)

Lula promete manter investimentos para o Nordeste (pág.1)

Daniel Dantas pega 10 anos de cadeia em regime fechado (pág.1)

Ministério Público quer indisponibilizar bens de João Paulo (pág.1)

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

O que Publicam os Jornais de Hoje

02 de dezembro de 2008

O Globo

Manchete: Paes vai cancelar atos de Cesar no fim do mandato
Assim que tomar posse, o prefeito eleito, Eduardo Paes, editará um decreto suspendendo por tempo indeterminado as medidas tomadas por Cesar Maia no fim do mandato. O futuro secretário-chefe da Casa Civil, Pedro Paulo Carvalho, anunciou que uma das primeiras medidas a serem revistas será a licitação de R$ 10 milhões, aberta ontem: após 16 anos no comando da cidade, Cesar anunciará no dia 30 de dezembro o nome da empresa que será encarregada de fazer um plano diretor contra enchentes no Rio. A equipe de Paes também cancelará os benefícios concedidos por Cesar - em agosto passado - que permitem aos servidores receber em dinheiro a licença-prêmio para comprar a casa própria, quitar dívidas bancárias ou pagar despesas médicas. Também será cancelada a contratação de 400 professores. (págs. 1, 14 e 15)

Na Fazenda, um nome de Gabeira
Para o estratégico cargo de secretária da Fazenda de seu governo, o prefeito eleito Eduardo Paes foi beber das águas do adversário que derrotou. A economista Eduarda La Rocque, apresentada ontem, também ocuparia a função se Fernando Gabeira vencesse, levada pelo ex-presidente do BC, Armínio Fraga. Doutora em Economia pela PUC, trabalha no banco BBM e é considerada uma técnica competente. (págs. 1 e 16)

Brasil crescerá menos de 3%, prevê mercado
Economistas do mercado já apostam que o Brasil crescerá menos de 3% no ano que vem, apesar de, oficialmente, o governo continuar trabalhando com previsão de 4%. As chuvas em Santa Catarina não permitirão alcançar a meta de exportação do ano. (págs. 1 e 25)

Mudança na Infraero facilita privatização
O governo federal espera que a troca de comando na Infraero - com a saída de Sérgio Gaudenzi - abra caminho para o projeto de privatização dos aeroportos garantindo investimentos. Gaudenzi deve ser substituído por Guilherme Lagger, mais técnico. (págs. 1 e 27)

Chuva em Campos deixa 8 mil sem casa
As chuvas em Campos deixaram oito mil desabrigados e desalojados. Ontem, 50 famílias tiveram de abandonar suas casas e abandonar suas casas e ocuparam parte da BR-101, com móveis, fogões e geladeiras. Em Santa Catarina, o número de mortos subiu para 116, após a localização de dois corpos em Luiz Alves, entre eles o de uma criança de 7 anos. Os desaparecidos passaram de 19 para 31. (págs. 1, 9 a 13 e 21)

Teste reprova 'call center' das empresas
No primeiro dia de vigência das novas regras dos call centers, 40% dos atendimentos aos consumidores em 27 empresas não foram satisfatórios. O teste foi feito pelo Instituto Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC) a pedido do GLOBO. (págs. 1 e 26)

Estados Unidos mergulham na recessão
Oficialmente, os Estados Unidos entraram em recessão em dezembro de 2007 e este já é o ciclo mais longo de retração desde 1982, época do segundo choque mundial do petróleo. A constatação é do National Bureau of Economic Research (NBER), um grupo privado de economistas que determina a duração dos ciclos econômicos nos EUA. Um dos fatores decisivos foi a eliminação de 1,2 milhão de vagas nos primeiros dez meses deste ano. Com isso, o presidente do Fed (o banco central americano), Ben Bernanke, anunciou que pode fazer novo corte na taxa de juros, hoje em 1% ao ano. A desaceleração americana derrubou os mercados. O Índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, caiu 7,7%. A Bovespa caiu 5%. (págs. 1 e 23)

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Folha de S. Paulo

Manchete: EUA têm a primeira recessão desde 2001
A economia norte-americana está oficialmente em recessão. A confirmação partiu do Escritório Nacional de Pesquisa Econômica (NBRE, em inglês) dos EUA, uma ONG que define os períodos recessivos no país. Segundo o órgão a atual recessão, iniciada há um ano, é a primeira depois do ataque terrorista de 2001 e uma das mais longas desde a Grande Depressão. O NBER aponta o desemprego atual como fator determinante para que o início fosse definido em dezembro de 2007.

A taxa está em 6,5%. De janeiro a outubro de 2008, os EUA perderam 1,2 milhão de postos de trabalho. Na definição mais comum, há recessão quando o PIB recua por dois trimestres seguidos. Para a NBER, esse é só um dos fatores, assim como desemprego e produção industrial. Em novembro, a indústria caiu ao menor nível desde 1982. O anúncio oficial da recessão fez a Bolsa de Nova York desabar 7,7%, com efeito negativo em todo o mundo. A Bovespa caiu 5,07%. (págs. 1 e B1)

Brasil exportará menos que a meta
O governo admitiu pela primeira vez que o Brasil não vai cumprir a meta de exportar US$ 202 bilhões neste ano e previu dificuldades maiores para 2009. Em novembro, as exportações caíram 12,5% ante outubro, as importações 16,5%. A crise global e as cheias em Santa Catarina são vistas como as responsáveis pela queda. O superávit comercial no ano está em US$ 22,4 bilhões, resultado 38,6% inferior ao de 2007. (Págs. 1 e B4)


Venda de veículos caiu 25% em novembro ante o mesmo mês do ano passado. (págs. 1 e B8)

No primeiro dia, empresas não cumprem lei dos call centers
No primeiro dia de vigência das novas regras para os call centers, grandes empresas já as descumpriram. Pela lei, os clientes que ligam têm de ser atendidos em no máximo um minuto. Em alguns casos, porém, o atendimento demorou 11 vezes mais. Segundo Roberto Pfeiffer, do Procon-SP, já há elementos para multar quem não cumprir a regra. Ele vê o setor de telefonia fixa como um dos mais problemáticos. Empresas como a Telefônica atribuíram os problemas ao volume maior de ligações com a vigência da lei. (Págs. 1 e C1).


Porto de Itajaí pode ficar mais um mês sem receber navios
A paralisação das atividades no porto Itajaí, em razão das cheias em Santa Catarina, pode durar mais um mês. Ele gera um prejuízo diário de US$ 35 milhões para a economia da cidade. O porto, parado desde o dia 21, precisa de um trabalho de desassoreamento (limpeza de acúmulo de terra e outros detritos) que deve durar de 15 a 30 dias, período em que o complexo pode voltar a receber navios. Segundo a estimativa inicial da prefeitura de Itajaí, a reconstrução deverá custar R$ 320 milhões. (págs. 1 e C4 e C6)

Editoriais
Leia “Metas para o clima”, sobre limite de desmatamento: e “Segredo sem fim”, acerca de acesso a dados públicos. (págs. 1 e A2)

Coluna: Vinicius Torres Freire - Dado industrial sinaliza futuro péssimo
O número mais relevante de ontem nos EUA foi indicador de que a crise talvez dure outro não: ISM industrial, que dá a tendência de produção nas fábricas, obtido a partir da opinião de encarregados de compras. O índice foi a 36,2% em novembro, o pior desde 1982, final de recessão feia. O ISM também é um bom indicador antecedente: daquilo que vai acontecer adiante na economia, o que parece péssimo. (Págs. 1 e B4)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: EUA admitem estar em recessão há um ano
O Escritório Nacional de Pesquisa Econômica dos Estados Unidos anunciou ontem que, oficialmente, o país está em recessão desde dezembro de 2007. Trata-se do mais longo período de retração da economia desde 1981. Os EUA têm a fórmula própria para definir recessão. Na maior parte dos países, considera-se que dois trimestres consecutivos de encolhimento caracterizam recessão. Nos EUA, são levados em conta vários indicadores econômicos, entre eles o emprego e o desempenho de setores como o imobiliário. Esse cálculo é feito pelo Escritório Nacional (NBER, na sigla em inglês), entidade privada criada em 1920 e composta por economistas renomados. Passaram pelo NBER 16 dos 31 americanos ganhadores do Prêmio Nobel da Economia. O anúncio da recessão americana derrubou as bolsas de valores pelo mundo. A de Nova York teve queda de 7,70% e a Bovespa, de 5,07%. (págs. 1, B1, B3 e B4)

Notas e Informações - Empreguismo estatal
O presidente Lula não pode se queixar das estatais, pelo menos num ponto: quase todas têm contribuído para expandir o emprego, embora de maneira nem sempre eficiente. (págs. 1 e A3)

Meta do clima depende de queda brusca no desmate
O governo lançou o Plano Nacional de Mudanças Climáticas, cuja meta principal é a redução do desmatamento. Para cumprir o plano, o desmatamento da Amazônia terá de ser, em 2009, o menor da história - abaixo de 9.200 km². Em 20 anos de monitoramento, ele nunca foi inferior a 11.000 km². (págs. 1 e A16)

Expectativa de vida sobe para 72,57 anos no País
O brasileiro ganhou três meses e 14 dias em sua expectativa de vida, em média, entre 2006 e 2007, mostra pesquisa do IBGE. Agora, estima-se que o brasileiro nascido no ano passado possa viver 72,57 anos. O índice é usado no cálculo do fator previdenciário do INSS. (págs. 1 e A17)

SAC ainda deixa cliente pendurado no telefone
As novas regras para o serviço de atendimento ao consumidor (SAC) por telefone entraram em vigor ontem com falhas em várias empresas. O Estado testou o SAC de 25 companhias de setores regulados pelo governo. Em 16 casos, houve descumprimento de pelo menos uma das novas determinações. (págs. 1 e B12)

Defesa Civil subestima número de vítimas
O total de desaparecidos após as enchentes que devastaram o Vale do Itajaí é mais do que o dobro da estimativa oficial da Defesa Civil de Santa Catarina. Pelo menos 84 pessoas estão desaparecidas em seis municípios, segundo informações das prefeituras e dos bombeiros. Pelas estatísticas oficiais, o número é de 31. O Centro de Operações da Defesa Civil admite dificuldades. "Pode levar semanas para sabermos exatamente quantos são os desaparecidos", disse o subtenente Edemilson Irineu Corrêa. (págs. 1, C1 e C4 a C6)

Venda de veículos no Brasil recua 25,7%
A indústria automobilística brasileira vendeu 177,8 mil unidades em novembro, o pior desempenho mensal desde fevereiro de 2007. Mesmo com os R$ 8 bilhões dos bancos oficiais para o crédito, o volume vendido foi 25,7% menor que o de outubro, que já fora 11% inferior ao de setembro. Os números incluem caminhões e ônibus. Ontem, a Volvo anunciou suas primeiras demissões em razão da crise. (págs. 1 e B11)

Com Hillary, Obama anuncia 'nova era'
O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, anunciou que Hillary Clinton - com quem travou ácida disputa pela indicação democrata à Casa Branca - será sua secretária de Estado. Ele prometeu "uma nova aurora para a liderança americana" no mundo, renovando as atuais alianças e forjando novas. Hillary disse que fará uma "diplomacia vigorosa", para que os EUA tenham "mais parceiros e menos adversários". O atual secretário da Defesa, Robert Gates, ficará no cargo. (págs. 1, A12 e A13)

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Jornal do Brasil

Manchete: Recessão abala os EUA
Os sinais já apareciam: desaceleração da produção, salários estagnados e perda de empregos. Mas só ontem o grupo National Bureau of Economic Research soou o alarme: os EUA estão, sim, em recessão desde dezembro do ano passado. A notícia fez a bolsa americana Dow Jones despencar 7,7%. Apesar do abalo no mercado, os investidores, adaptados a quedas recordes, mantiveram-se calmos. Outro indício de que o cenário está mudando é a volta da venda a prazo, incomum nos EUA. E Paul Krugman analisa: a expansão fiscal forte vai reforçar as perspectivas de longo prazo da economia. (pág. 1 e Tema do dia, págs. A2 a A4)

Desabrigados no Rio já são 10 mil
As chuvas que continuam castigando o Rio, principalmente o Norte do estado, já fizeram, entre desabrigados e desalojados, mais de 10 mil vítimas - sendo três mortos. Já em Santa Catarina, o grande volume de chuvas comprometeu o cronograma das obras em rodovias e ferrovias do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) no estado. Só em outubro, os trabalhos pararam por 29 dias por falta de condições de terraplanagem, de acordo com o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes. (pág. 1, País, págs. A5 e A6 e Cidade, pág. A12)

Mais tempo de vida. E de trabalho
Com o aumento da expectativa de vida do brasileiro para pouco mais de 72 anos, divulgado ontem pelo IBGE, também aumentará seu tempo de trabalho. É o que manda a Lei 9.876, de 1999, que vincula a idade ao fator previdenciário de aposentadoria. (pág. 1 e Economia, pág. A17)

Call center: falta adaptação
As novas regras para atendimento em call center entraram em vigor ontem, mas poucas empresas se adaptaram. O setor que menos se adequou foi o de transporte terrestre: só 30%. A telefonia, conhecida vilã dos consumidores, ajustou 70%. (pág. 1 e Economia, pág. A19)

Plano ambiental mais ousado
O governo lançou ontem o Plano Nacional sobre Mudança do Clima, que traça objetivos ousados para o país. Até 2017, o desatamento da Amazônia deve cair 72%. Segundo o ministro Carlos Minc, as metas são três vezes maiores do que as de Kyoto. (pág. 1 e País, pág. A7)

Hillary herda guerra ao terror
O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, confirmou Hillary Clinton, sua ex-rival na campanha, como secretária de Estado, cargo hoje ocupado por Condoleezza Rice. Caberá à mulher de Bill Clinton a tarefa de organizar o cronograma da retirada das tropas do Iraque e mudar para o Afeganistão o foco da guerra contra o terror, além de lidar com o Irã e suas ameaças contra os EUA e Israel. (pág. 1 e Internacional, pág. A20)

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Correio Braziliense

Manchete: Temporada de golpes na internet
O período de compras no fim do ano esconde armadilhas. Especialistas alertam para o risco de e-mails com mensagens de boas-festas, confirmação de compras por lojas virtuais e até avisos de bancos. O perigo também está nos sites de relacionamento. Polícia de Brasília investiga homem que se apresenta como jornalista chileno. Ele seduz as mulheres, passa a morar com elas e some após cometer furto. (págs. 1, 23 e 24)

Secretário de Lula na mira
Ministério Público abre ação para investigar atos do chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, antes da Operação Satiagraha. (págs. 1 e 3)

Trambique na universidade
TCU audita 460 convênios federais nas áreas de ensino superior e pesquisa, e flagra dezenas de irregularidades com dinheiro público. (pág. 1 e Tema do Dia 2)

600 vagas para agente penitenciário
Ministério da Justiça promove concurso, oferecendo salário de R$ 3,2 mil, para aumentar a vigilância sobre criminosos de alta periculosidade nos presídios federais de Mossoró, Porto Velho, Catanduva e Campo Grande. Candidatos devem ter nível médio de escolaridade. (págs. 1 e 15)

Obama aposta as fichas em Hillary
Presidente eleito diz que ex-adversária tem, como futura secretária de Estado,uma “tremenda força” para defender interesses dos EUA. (págs. 1 e 20)

Risco de mais deslizamentos
Massa fria ameniza chuvas em Santa Catarina, mas situação ainda é de alerta. Número de mortos sobe para 116, segundo a Defesa Civil. (págs. 1 e 9)

3G, a banda larga na palma da mão
Correio testa serviço de internet pelo celular oferecido pelas operadoras Claro, Vivo e TIM. (pág. 1 e Informática)

Se não morreu de raiva, tecle 1
Empresas não cumprem novas regras para serviços de call center.(págs. 1 e 16)

Contra a Aids
Dentro de uma bolha instalada na Praça dos Três Poderes, os atores Suzana Vieira e Rômulo Augusto protestam contra o preconceito em relação à doença. Ministro promete melhorar atendimento em 2009. (págs. 1 e 11)

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Valor Econômico

Manchete: Crise dos derivativos muda governança nas empresas
As companhias passaram a aplicar ferramentas de controle de risco e estão reformando estatutos para deixar claras as atribuições de diretores e conselheiros nos negócios. O episódio dos derivativos - contratos alavancados que trouxeram perdas a empresas abertas e fechadas - deixou lições mesmo para quem não teve prejuízo.

Há uma tendência de as companhias incorporarem à sua rotina uma gestão mais cuidadosa dos riscos. Na visão de Haroldo Levy, coordenador da Associação dos Analistas e Profissionais de investimentos no Mercado de Capitais (Apimec), as empresas industriais e de serviços darão mais importância a essa questão, a exemplo do que já fazem os bancos. A avaliação de riscos deverá ser incorporada à administração do negócio, como parte dele. “No Brasil, as companhias não tinham essa cultura”.

O conselho de administração da JBS-Friboi, por exemplo, foi direto ao ponto. Ainda no fim de outubro, os conselheiros incluíram na pauta da próxima assembléia geral a modificação do estatuto para prever “de forma expressa e categórica” a proibição de a companhia ou qualquer de suas subsidiárias firmar contratos de venda de opções. O conselho aprovou ainda a criação de comitês de auditoria, finanças e gestão de pessoas.

A Metalfrio Solutions deixou claro que o diretor financeiro deve “utilizar alternativas de financiamento seguras e apropriadas” e a Fertilizantes Heringer criou uma diretoria de controladoria. Para o ex-presidente da CVM Luiz Leonardo Cantidiano, as iniciativas são conseqüência dos últimos acontecimentos do mercado brasileiro. “É um bom sinal. São medidas preventivas adequadas”.

O assunto também mereceu atenção da Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil. Operações financeiras e remuneração de executivos são os dois temas que a fundação pretende discutir nos próximos meses com os participantes do mercado. O debate deve resultar em novos capítulos do código de melhores práticas de governança corporativa do fundo de pensão. (págs. 1 e D3)

Mais distante acordo do BB e Votorantim
A venda de participação minoritária no Banco Votorantim ao Banco do Brasil, praticamente fechada há 15 dias, tem hoje 50% de chance de não ocorrer, diz uma fonte que acompanha as negociações. Não há acordo sobre preço nem divisão de poder. O BB entende que o Votorantim vale R$ 10 bilhões e os Ermírio de Moraes não concordam. A família quer ter voto de minerva no conselho de administração e o BB não aceita. As conversas prosseguem, mas em clima menos favorável do que em meados de novembro, quando o BB chegou a concordar com o preço de R$ 14 bilhões. Faltava só fechar o acordo de acionistas. E aí as coisas começaram a dar errado. (págs. 1 e C7)

Shell avalia sociedade com a Cosan
A gigante do petróleo Shell avalia uma participação minoritária na usina que o grupo Cosan, um dos maiores produtores de açúcar e álcool do mundo, está construindo em Jataí, no sudoeste de Goiás. As negociações ainda são preliminares. A usina de Jataí, com investimento estimado em torno de US$ 200 milhões, deverá entrar em operação a partir da próxima safra (2009/10) e moer no primeiro ano cerca de 500 mil toneladas de cana. Sua capacidade total é para 3,3 milhões de toneladas. A possível parceria entre as duas empresas começou a ganhar força durante as negociações sobre a divisão de combustíveis de aviação que pertence à Esso, agora controlada pela Cosan. Shell e Cosan não comentaram o assunto. (págs. 1 e B12)

Cortes de energia tumultuam a Argentina
Quarteirões inteiros sem luz por três, quatro dias, comerciantes que perdem as mercadorias, protestos, trânsito fechado e panelaços. Os blecautes voltaram a tumultuar a vida dos argentinos na semana passada, após forte onda de calor. O problema não é de falta de energia, mas de manutenção e investimentos na rede de distribuição.

Perto das eleições presidenciais de outubro, o governo mandou cortar a energia das indústrias para não interromper o consumo das residências - atitude tida como “eleitoreira” pelos críticos e a oposição. Este ano, sem eleições e com a economia em desaquecimento, o governo aparentemente mudou a estratégia. As indústrias não sofreram restrições. Em compensação, as residências sofrem com os apagões e tiveram um reajuste de 18% no gás encanado. (págs. 1 e A11)

Idéias
Delfim Netto: Sistema financeiro é hígido e não há razões objetivas para decretar a morte do crédito interno. (págs. 1 e A2)

Idéias
Raymundo Costa: Emendas sobre reeleição voltam a ser examinadas. (págs. 1 e A6)

Idéias
Marcelo Neri: Característica decisiva do sucesso de programas de crédito é o retorno para os agentes envolvidos. (págs. 1 e A13)

Crescimento menor em 2009
O mercado financeiro reviu, para pior, suas previsões para a economia brasileira em 2009. O crescimento do PIB deve ficar em 2,8%. A estimativa da inflação, medida pelo IPCA, subiu de 5,20% para 5,25% e os juros básicos (Selic) deverão encerrar 2009 em 13,5%. (pág. 1)

TV digital quer incentivos
Os fabricantes de televisores e de conversores para TV digital vão reivindicar incentivos tributários para impulsionar as vendas. Um ano depois de iniciadas as transmissões, em todo o país há somente 645 mil telespectadores que utilizam o sistema. (págs. 1 e B3)

Revendas de veículos vão atrás de obras
Enquanto nos grandes centros urbanos só se fala na crise que derrubou as vendas de automóveis - a queda foi de 25% de outubro para novembro -, em muitas regiões do país a expansão da rede de concessionários não parou. Em Porto Velho, o ritmo das usinas do Madeira, que terão canteiros de obras com 8,5 mil pessoas daqui a um ano, estimula os empreendedores. Isac Portela, há 20 anos no setor, com revendas Ford e Peugeot, vai inaugurar a primeira loja Citroën da região na próxima semana. Com experiência de 32 anos nesse tipo de trabalho, o diretor de desenvolvimento de rede da Citroën, Domingos Boragina, diz que “nesse ramo é preciso saber trabalhar na crise”. Principalmente para as marcas mais novas, que precisam expandir sua rede pelo país. (págs. 1 e B8)

Demissões na Volvo
A Volvo demitiu ontem 430 empregados da fábrica de caminhões em Curitiba (PR), sendo 250 temporários e 180 efetivos. Na semana passada,já havia dispensado 102 empregados da unidade de equipamentos de construção, em Pederneiras (SP). (págs. 1 e B9)

Apostas internas
Com os mercados de commodities duramente atingidos pela crise internacional, as ações relacionadas à atividade econômica interna ganharam destaque nas recomendações da Carteira Valor para este mês. Em novembro, a carteira teve ganho de 6,61% ante a queda de 1,77% do Ibovespa. (págs. 1 e D1)

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Gazeta Mercantil

Manchete: Demanda reduzida eleva o estoque de aço
A queda nas vendas de aço elevou os estoques das distribuidoras em 6,9% em outubro, na comparação com setembro, para 882,6 mil toneladas, segundo informações do Instituto Nacional de Distribuidores de Aço (Inda). A alta é, em parte, resultado do menor volume de produtos siderúrgicos comercializados por essas empresas, que processam principalmente aços planos destinados à indústria automotiva e de bens de capital. As vendas caíram 15% no segmento de distribuição - que é responsável por 33% de todo aço plano comercializado no País -, para 285 mil toneladas. Para novembro, a estimativa preliminar é de nova queda, de 8%, para 260 mil toneladas. Mas os estoques devem cair, informou o presidente do Inda, Christiano da Cunha Freire, uma vez que as distribuidoras fizeram compras menores, já prevendo demanda inferior.

Nem a injeção de crédito de R$ 8 bilhões do governo nos bancos das montadoras foi suficiente para conter a queda na comercialização de veículos. Os emplacamentos de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus foram de 177,9 mil unidades em novembro, os mais baixos desde abril de 2007. O volume corresponde a uma queda de 26% na comparação com os emplacamentos de outubro.

A venda de máquinas agrícolas também dá sinais de arrefecimento, tanto que algumas fábricas já determinaram férias coletivas para ajustar a produção. Ontem, a unidade da Case IH em Piracicaba, onde são produzidas colheitadeiras, informou que 200 das 240 pessoas que trabalham na empresa entrarão em férias. Em Montenegro (RS), a John Deere ampliou de 20 dias para 30 dias as férias coletivas. (págs. 1, B11, C3 e C7)

Semana de conciliação beneficia 10 mil em SP
Começou ontem, e vai até sexta-feira, a Semana Nacional de Conciliação, que deve beneficiar cerca de 10 mil pessoas só na capital paulista. Além de São Paulo, o mutirão ocorre em Florianópolis, Fortaleza, Belém e Brasília. “É um momento histórico. O Judiciário e a sociedade se unem a fim de buscar soluções para a crise numérica de processos pendentes”, afirmou o ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão responsável pela realização das conciliações.

Pela primeira vez, São Paulo reúne no mesmo lugar (estádio do Pacaembu) o mutirão das Justiças Federal, Estadual e Trabalhista, que juntas levaram 25 mil processos para acordos. Em todo o País, são 100 mil processos passíveis de conciliação. (págs. 1 e A10)

Pressão das estatais restringe oferta de crédito
A oferta de crédito no mercado interno enfrenta uma pressão adicional pela disputa do mercado com empresas estatais, como a Petrobras. Para Paulo Godoy, da Abdib, é essencial criar fontes alternativas para equilibrar este embate. O ministro Guido Mantega, da Fazenda, classifica o acesso ao mercado por parte da estatal um fato normal. Para o ministro, o mercado está fazendo “tempestade em copo d’água”. (págs. 1 e A6)

Balança comercial
Superávit mensal soma US$ 1,6 bilhão. (págs. 1 e A4)

Investidor perde R$ 870 milhões com alta taxa de administração
Os clientes dos principais bancos de varejo do País perdem aproximadamente R$ 870 milhões ao ano ao aplicarem em fundos de investimento com taxas de administração elevadas. A estimativa faz parte de estudo realizado pela empresa de assessoria financeira FinancialCare, obtido pela Gazeta Mercantil.

Com a taxa básica de juros atualmente em 13,75%, praticamente nenhum fundo DI ou renda fixa com taxa superior a 4% ao ano é competitivo em relação à poupança no prazo de um ano, segundo Leonardo Calixto, sócio-diretor da FinancialCare. Apesar da rentabilidade inferior, esses fundos reúnem hoje mais de 1 milhão de cotistas. (págs. 1 e B1)

EUA estão em recessão desde 2007
A economia dos Estados Unidos está oficialmente em recessão desde o final de 2007, afirmou o National Bureau of Economic Research (NBER). A evidência de uma retração se fez sentir durante meses: produção reduzida, salários estagnados e centenas de milhares de demissões. Mas o NBER, entidade sem partido, responsável por esses registros nos livros de História, esperou até este momento para se pronunciar. O comunicado dos membros do Business Cycle Dating Committe do NBER – derrubou as bolsas mundiais ontem. “Uma recessão tem início quando a economia alcança um pico de atividade e termina quando a mesma chega a seu nível mais baixo”, diz o comunicado. O grupo observou que muitos indicadores que compõem o Produto Interno Bruto (PIB), como o consumo, declinaram profundamente nos meses recentes.

O anúncio foi feito no momento em que o mercado de ações recuou profundamente, seu primeiro declínio em cinco pregões. O Ibovespa caiu mais de 5%. O Dow Jones, da Bolsa de Nova York, recuou 7,70%, seguindo a tendência dos pregões na Europa e na Ásia.

É a primeira recessão oficial desde 2001, quando a economia foi afetada após o estouro da bolha da tecnologia. O período de expansão durou 73 meses, de novembro de 2001 a dezembro de 2007. (págs. 1, A12, B2 e B5)

Bric vai resgatar o mundo, prevê economista
Para Jim O’Neill, economista do Goldman Sachs Group que em 2001 cunhou a
denominação Bric com as iniciais dessas quatro grandes economias emergentes
(Brasil, Rússia, Índia e China), o crescimento rápido esperado pelos investidores nesses países vai sobreviver à crise. “O consumidor do Bric vai resgatar o mundo”, disse. (págs. 1 e A12)

Vivo e TIM podem se unir em 2009
Os grupos não oficializam, mas há indícios de uma possível fusão entre TIM e Vivo em 2009, em decorrência de a Telefónica vir a controlar a subsidiária brasileira da Telecom Italia. (págs. 1 e C2)

Empresas não cumprem Lei do SAC
Pesquisa da Fundação Procon mostra que setores como transporte coletivo e telefonia fixa ainda não conseguiram se adequar à nova Lei do SAC, em vigor desde ontem. (págs. 1 e C1)

Opinião
Paul Krugman: A expansão fiscal forte, defendida por muitos economistas, vai reforçar as perspectivas de longo prazo da economia. (págs. 1 e A12)

Opinião
Manoel Horacio Francisco da Silva: O Brasil tem condições de vencer a crise e sair fortalecido. Mas, para isso, é preciso que o governo melhore a gestão de suas finanças. (págs. 1 e A3)

Opinião
Ariverson Feltrin: No Brasil, país com a taxa de um carro para cada oito habitantes, ainda não se tem o hábito de jogar carro velho no lixo. (págs. 1 e A3)

Líderes setoriais são rebaixadas a small caps
Companhias que já figuraram entre as estrelas da BM&F Bovespa e ainda se
mantêm como destaques setoriais, caso de Aracruz, Sadia, TAM e Cyrela Brazil Realty, devem compor a nova carteira do índice de small caps, conforme prévia divulgada ontem pela bolsa.

O “rebaixamento” se deve à perda de valor de mercado, principal critério de seleção - só a Aracruz encolheu 80,71% este ano na bolsa. (págs. 1 e B5)

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Estado de Minas

Manchete: Risco de morte entre jovens é menor em Minas
O levantamento Tábuas Completas da Mortalidade, divulgado ontem pelo IBGE, mostra que a probabilidade de morrer para os jovens do sexo masculino entre 20 e 24 anos em Minas é 3,36 vezes maior do que a das mulheres da mesma idade. O índice, o mais baixo do Sudeste, é inferior à média nacional, de 4,20 entre 1991 e 2007. A expectativa de vida do brasileiro subiu de 67 para 72,57 anos, enquanto a do mineiro chegou a 74,62 anos. No período, a taxa de mortalidade infantil no estado recuou para 20,40 óbitos a cada mil nascidos vivos (queda de 42,86%), mas ainda é a maior da região. (pág. 1)

Agora é para valer: EUA estão em recessão
De acordo com órgão oficial, economia vem encolhendo desde dezembro do ano passado. Bolsas americanas desabam e Bovespa cai 5,07%. (pág. 1)

No Brasil, empresas anunciam demissões
Vale corta entre 1.000 e 1.300 empregados. Em Minas, setores mais atingidos pela crise já dispensaram pelo menos 5 mil trabalhadores. (pág. 1)

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Jornal do Commercio

Manchete: Festa da eletrificação abre visita de Lula
Pela última vez em Pernambuco, este ano, presidente comemora o cumprimento das metas do Luz para Todos no Estado (pág. 1)

Expectativa de vida no País subiu 5,6 anos entre 1991 e 2007 (pág.1)

Mobilizações marcam o Dia Mundial de Luta contra a Aids (pág.1)

Contas da prefeitura de Barreiros são bloqueadas por juiz (pág.1)

Greve de advertência deixa população sem metrô por dois dias (pág.1)

Policiamento reforçado para o Natal no Recife (pág.1)

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

O que Publicam os Jornais de Hoje

01 de dezembro de 2008

O Globo

Manchete: Estado paga até R$ 100 mil por imóvel em favelas do Rio.
O governo do Estado do Rio começou a pagar indenizações a moradores das favelas do Alemão, da Rocinha, Cantagalo e Pavão-Pavãozinho, que tiveram as casas desapropriadas por causa das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Os valores, fixados por decreto, são extremamente variáveis, mas, em alguns casos, podem ser semelhantes aos pagos na compra de imóveis da Zona Sul do Rio. (págs. 1 e 8)

Mas de 1.500 famílias terão casas destruídas
Após a tragédia, a prefeitura de Blumenau (SC) começou a colar adesivos nas casas em áreas de risco para advertir os moradores de que não poderão voltar. Pelo menos 1.500 casas estão condenadas e terão de ser destruídas. (págs. 1, 3, 4 e 12)

Senado avalia ameaça de calote ao país
O presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, Heráclito Fortes, convocará reunião extraordinária amanhã para avaliar a ameaça de Equador, Venezuela, Bolívia e Paraguai de não pagarem a dívida com o Brasil. (págs. 1 e 16)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Desalojados pela chuva já são 85 mil em 3 Estados
Antes mesmo da chegada do verão, as chuvas já obrigaram 84.670 pessoas a deixar suas casas em várias partes do país. Ao menos 116 morreram, sendo 114 apenas no Estado mais atingido pelas cheias, Santa Catarina. (págs. 1, C1, C3 e C4)

Brasil pode crescer só 0,5% em 2009, diz ONU
Estudo da ONU prevê que, no pior cenário, com agravamento da crise mundial, o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro cresça apenas 0,5% em 2009 e a economia global sofra recuo de 0,4%. (págs. 1 e B5)

Começa regra de 1 minuto para atendimento em call center
Passam a valer hoje as novas regras federais para os call centers, nos setores de telecomunicações, sistema financeiro, aviação, água, energia elétrica, transporte terrestre e plano de saúde. (págs. 1 e C5)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Forças Armadas montam operação de guerra em SC
A maior operação aérea da Defesa Civil já feita no Brasil foi deflagrada para atender as vítimas das enchentes em Santa Catarina. As Forças Armadas montaram uma estrutura de guerra, que inclui um hospital de campanha, informam os enviados especiais Rodrigo Brancatelli e Júlio Castro. (págs. 1 , C1 a C6)


Começa em janeiro o ‘big brother’ do Fisco
O Sped, programa no qual a Receita Federal já investiu R$ 140 milhões, entrará em vigor em janeiro e, inicialmente, colocará sob maior rigor fiscal cerca de 30 mil empresas que, entre outras obrigações, terão de substituir por arquivos eletrônicos toda a papelada contábil e tributária. (págs. 1 e B10)

Varejo aposta nas classes C e D para repetir Natal de 2007
O comércio aposta nas classes C e D para repetir o faturamento do Natal de 2007. Quase todo o varejo reduziu as projeções de alta de vendas, mas ainda há otimismo nos setores que dependem menos das vendas a prazo, como vestuário e supermercados. Pesquisa revela que a população de baixa renda está preocupada com a crise, mas ainda não sentiu seus efeitos no dia-a-dia. (pág. 1 e B1)

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Jornal do Brasil

Manchete: Lobistas na mira da lei
A ação de lobistas em 80% das ilegalidades flagradas pela Polícia Federal fez a Controladoria-Geral da União (CGU) acelerar a regulamentação da atividade. A medida, segundo o chefe da CGU, Jorge Hage, tem respaldo do presidente do Congresso, senador Garibaldi Alves. “Lobista vai usar crachá no peito”, afirma Hage, cuja mira enquadra também servidores que vendem facilidades às empresas em débito com o fisco. (pág. 1 e País A7)

BNDES vai lançar títulos do pré-sal
A fim de criar mecanismos de financiamento para o setor de petróleo, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) planeja lançar títulos específicos para a camada pré-sal. A intenção é captar, no mercado doméstico, US$ 50 bilhões. Apenas pessoas físicas poderiam comprar os títulos, que seriam usados na exploração das reservas. (págs. 1 e Economia A17)

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Correio Braziliense

Manchete: Quinze concursos, 3.233 vagas
Somente este mês, serão realizadas 15 seleções nacionais e no Distrito Federal, tanto para nível médio quanto para nível superior. Salários chegam a R$ 14.049. (págs. 1 e 9)

Frei Chico quer punição a torturadores
Irmão do presidente Lula defende a anistia apenas em caso de confronto político, e não quando um cidadão detido pelo Estado é torturado: “Isso é banditismo, assassinato”. Depoimento de Frei Chico foi gravado para um documentário sobre a repressão a metalúrgicos e sindicalistas.(págs. 1 e 4)

Deslizamento mata mais dois em SC
Um novo desmoronamento de terras em Luiz Alves, no Vale do Itajaí, matou uma criança e uma mulher na tarde de ontem. Seis pessoas, entre elas dois bombeiros, também foram soterradas, mas escaparam com vida. O total de vítimas chega a 114. Por aqui, o domingo de muitos brasilienses foi dedicado à solidariedade. (págs. 1, 7 e 8)

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Valor Econômico

Manchete: Crise dificulta o crédito a plataformas da Petrobras
A crise financeira internacional impôs dificuldades às empresas que ganharam contratos com a Petrobras para construir e afretar 12 plataformas de perfuração – são 40 programadas para ser entregues até 2017. A turbulência que tomou conta dos mercados a partir de setembro obrigou algumas empresas a adiar para 2009 o fechamento de operações sindicalizadas com os bancos para financiar as obras das sondas encomendadas a estaleiros no exterior. A estimativa inicial era que as 12 plataformas exigiriam investimentos de US$ 8 bilhões e entrariam em operação a partir de 2012. (págs. 1 e B1)

Governo cria ‘lista negra’ de empresas não idôneas
A Controladoria-Geral da União criou uma “lista negra” de empresas que cometeram falhas em contratos com o governo, com desvios de dinheiro público em licitações, e fará a divulgação dos nomes dessas companhias para que não sejam mais contratadas pelo poder público. São mais de mil empresas apenas no Estado de São Paulo. Há 491 empresas inadimplentes com o governo só na Bahia. (págs. 1 e A3)

DEM e PSDB equilibram forças em SP
A formação de equipe do segundo mandato do prefeito eleito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), equiparou forças entre seu partido e o PSDB. Em 2005, na posse do tucano José Serra, com Kassab como vice, o Democratas ocupou duas pastas, enquanto o PSDB ficou com 11. As nomeações feitas pelo prefeito até agora equilibraram o jogo. Cada uma das legendas detêm, por enquanto, sete secretarias. (págs. 1 e A12)

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Gazeta Mercantil

Bancos oficiais avançam na oferta de crédito
Com a elevação do custo dos financiamentos e a retração nas linhas internacionais, os bancos públicos estão aumentando a participação no mercado de crédito. Dessa forma, ampliam sua exposição ao risco, ou seja, à possibilidade de atraso nos pagamentos. Conforme dados do Banco Central, o estoque de operações de crédito do sistema financeiro público cresceu 5,2% no mês de outubro — mais que a média do setor, 2,9% —, saltando dos R$ 394 bilhões registrados ao final de setembro para R$ 414 bilhões no mês seguinte. (págs. 1 e B1)

Serra prorroga cobrança de 50% do ICMS
O governo paulista deverá cobrar somente em fevereiro metade do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) referente a dezembro. O adiamento deverá dar fôlego às empresas do estado, pois sem a mudança o valor total do imposto teria de ser recolhido em janeiro. De acordo com o governador José Serra, que anunciará o benefício oficialmente amanhã, a medida manterá R$ 2 bilhões em circulação na economia do estado. (págs. 1 e A4)

Importadoras de bebidas reagem
As importadoras de bebidas esperam recuperar nestes últimos três meses do ano as perdas com a lei seca, que causaram retração média de 30% nas vendas. As expectativas vão desde apenas nivelar o volume de vendas ao do ano passado até um crescimento nos negócios, com um aumento de 25% sobre 2007. (págs. 1 e C7)

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domingo, 30 de novembro de 2008

O que Publicam os Jornais e Revistas, nesta data

30 de novembro de 2008

O Globo

Manchete: Vizinhos ameaçam o Brasil com calote de US$ 5 bilhões
A decisão dos governos de Venezuela, Bolívia e Paraguai de realizar auditorias em suas dívidas externas, a exemplo do Equador, transformou o Brasil em alvo político e financeiro na América do Sul, revela José Casado. O BNDES acumula mais de US$ 5 bilhões em empréstimos concedidos principalmente a esses quatro países, como parte da política de financiamento estatal às exportações de bens e serviços de engenharia. Após auditoria nos contratos com o Brasil, o governo equatoriano anunciou o calote na dívida com o BNDES, a Venezuela formou uma comissão de auditoria e o Paraguai fez outra. “Isso tudo tem cheiro de desastre”, disse um assessor da Presidência. (págs. 1, 25 e 26)

Governo sabia que Equador preparava calote
O governo brasileiro sabia, há mais de um ano, que Correa preparava o anúncio do calote na dívida. A Receita emprestou uma servidora ao Equador para auditar a dívida. (págs. 1 e 25)

Divisão da UE atrasa reação à crise
Diante da recessão, a Europa está dividida sobre a receita para estimular o crescimento a reagir à crise. Analistas dizem que a desunião, especialmente entre Alemanha e França, põe em xeque a capacidade de a União Européia (UE) ser rápida para enfrentar a crise. (págs. 1 e 30)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Mundo terá o pior trimestre desde 80, prevêem bancos
Relatório elaborado e distribuído entre os 375 maiores bancos de 70 países que integram o Instituto de Finanças Internacionais prevê queda de 3,5% no Produto Interno Bruto dos EUA e de pelo menos 1,5% no crescimento de Europa e Japão no último trimestre deste ano, relata Fernando Canzian. (págs. 1 e B1)

Para preservar investimento no pré-sal, Petrobras corta refinarias
Apesar da crise, o governo crê que a Petrobras poderá manter o plano de investimentos no pré-sal até 2010, mas terá de cortar outros gastos, sobretudo em refinarias, informa Valdo Cruz. (págs. 1 e B5)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Governo libera gastos das estatais para ativar economia
Por ordem do governo, as estatais estão gastando mais para manter o impulso do País em tempos de crise internacional, relata o repórter Sérgio Gobetti. Em outubro de 2007, as empresas federais operavam num ritmo que lhes permitia economizar R$ 20 bilhões em um ano. Por conta do PAC, elas vinham acelerando os gastos e em outubro, com o agravamento da crise, a economia equivalia só a R$ 6,5 bilhões em termos anualizados. (págs. 1 e B1)

Marqueteiro de Lula é investigado pela PF
João Santana, o marqueteiro do presidente Lula, é investigado desde 2006 pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal por movimentações financeiras suspeitas na campanha eleitoral de 2004, informa o repórter Ricardo Brandt. A Procuradoria considera que a empresa de Santana, o PT e uma produtora de vídeo podem ter ocultado dinheiro não-declarado na campanha. A defesa de Santana nega. (págs. 1 e A4)

Serra terá R$ 45 bilhões para investir até 2010
O governo de José Serra (PSDB) vai refazer o orçamento paulista para 2009 a fim de acomodar os recursos da venda da Nossas Caixa ao Banco do Brasil. A mudança ampliará o volume de investimentos dos atuais R$ 18,6 bilhões para R$ 21 bilhões, valor igual ao que o governo federal aplicará no PAC em todo o país no ano. Os dois últimos anos do mandato de Serra terão R$ 45 bilhões. (págs. 1 e A8)

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Jornal do Brasil

Manchete: Fantasma do desemprego
Um espectro ronda o mercado de trabalho brasileiro: o desemprego. Apesar da ação do governo em defesa dos setores que mais empregam, os prognósticos são inquietantes. Com a desaceleração do crescimento, o ritmo da criação de novas vagas perderá fôlego. Comércio e serviços sofrerão menos impactos do que, por exemplo, a indústria e o agronegócio, líderes no ranking do pessimismo. (págs. 1, Economia E3 e E4)

Países do Bric podem influir na solução da crise mundial
O JB e a Gazeta Mercantil realizarão na terça-feira o seminário Bric – As potências emergentes na visão da diplomacia e da mídia. Representantes do Brasil, da Rússia, da Índia e da China discutirão a influência do bloco na economia global e nas saídas para a crise. (págs. 1, Tema do dia A2 a A4)

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Correio Braziliense

Manchete: Décimo terceiro - O que fazer com o dinheiro extra
Pagar dívidas, poupar ou gastar, qual a melhor alternativa para o salário adicional de fim de ano? Com o agravamento da crise, os especialistas aconselham cautela. Quitar as contas é sempre a solução mais indicada. E quem puder deve fazer uma reserva para eventuais emergências. (págs. 1 e 32)

Grita contra sistema que fiscaliza gastos
Prefeitos, parlamentares e até ministro estão insatisfeitos com a implantação do Portal dos Convênios, programa que administra repasses de dinheiro público e evita ação de intermediários. (págs. 1, 2 e 3)

José, suas três mulheres e o Bolsa Família
Em Sítio D’Abadia (GO), a 360 km de Brasília, o aposentado de 71 anos vive com as companheiras e 20 filhos. As três mulheres recebem Bolsa Família. Metade da renda familiar vem do benefício concedido pelo governo. (págs. 1 e 8)

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Valor Econômico

Manchete: Linhas do BC funcionam e exportador quer mais
Os exportadores passaram a depender do Banco Central para obter o crédito de que necessitam para realizar seus negó­cios. Depois de semanas de escassez, o BC irrigou o mercado com US$ 5,5 bilhões em quatro leilões de linhas externas em dólar em um mês. Os bancos brasileiros que repassam essas linhas, no entanto, continuam vivendo em um ambiente de crédito menor e mais caro. Já repassaram as linhas do BC e esperam novos leilões.

"A oferta de crédito externo ainda está longe da normalidade e a atuação da autoridade monetária continua fundamental", diz José Guilherme Lembi de Faria, diretor-executivo do Bradesco.

A demanda se desloca agora para as linhas de vencimento em um ano, pois o exportador não tem mais performance para entregar em linhas mais curtas. O Bradesco tem conseguido rolar cerca de 50% das linhas de crédito ao comércio exterior bilaterais no mercado, mas com prazos mais curtos e juros mais altos. O banco paga cerca de 150 pontos básicos por uma linha de seis meses, o dobro do que pagava antes de 15 de setembro, quando a quebra da Lehman Brothers congelou o mercado de crédito em dólares. Uma empresa de primeira linha não paga menos do 300 pontos básicos, diz Faria.

Os bancos europeus, que captam em euros, também estão reticentes em conceder empréstimos em dólar, dado o alto risco embutido nas transações de swap da moeda americana. Os bancos preferem os leilões de linhas externas em dólar do que as antigas vendas de dólar com compromisso de recompra, por meio das quais o BC vendeu outros US$ 5,2 bilhões na estimativa dos bancos. O motivo é que as operações com obrigação de recompra enxugam a liquidez em reais. Os bancos compram dólar do BC e vendem no mercado futuro, de forma a fugir do risco cambial.

Os números do fluxo cambial do BC mostram o aumento no volume de ACCs contratados. Entre os dias 17 e 21 de novembro, a média diária foi de US$ 228,4 milhões, 17% a mais do que os US$ 195,4 milhões da semana anterior e 236% acima dos US$ 68 milhões da primeira semana do mês. (págs. 1 e C1)

O dia em que liquidaram a democracia
No dia 13 de dezembro, a edição do Ato Institucional nº 5, o AI-5, faz 40 anos. Nesse período, o relógio da história deu uma volta completa. Perseguidos em 1968, brasileiros como o governador José Serra e a ministra Dilma Rousseff estão hoje no poder e são as duas principais alternativas, por enquanto, para a sucessão presidencial de 2010. Do outro lado, militares como o coronel da reserva Carlos Alberto Brilhante Ustra brigam na Justiça para tentar escapar das acusações de crimes contra os direitos humanos.

O AI-5 liquidou com qualquer aparência de democracia: fechou o Congresso, cassou direitos políticos, mandatos parlamentares e, sobretudo, revogou o habeas corpus, a última garantia da oposição contra os abusos e a violência do regime. (págs. 1 e Eu & Fim de Semana)

Atraso em Jirau poderá elevar custo da energia
Liminar concedida na semana passada pela 3ª Vara Federal de Porto Velho suspendeu a licença parcial de instalação concedida pelo Ibama às obras preliminares da usina de Jirau. Com a decisão, o consórcio Energia Sustentável do Brasil (Enersus) corre o risco de perder a janela hidrológica (período seco), retomando os trabalhos apenas em 2009.

A Agência Nacional de Energia Elêtrica (Aneel) já considera "difícil" antecipar em um ano a entrada em funcionamento da usina e trabalha com a possibilidade de leiloar, no próximo ano, em torno de 1.000 megawatts (MW) adicionais de energia para suprir a demanda em 2012.

Essa alternativa representa custo extra de R$ 400 milhões para os consumidores e a queima de 200 mil toneladas de diesel, com impacto na emissão de gases do efeito estufa. "O resultado não é a falta de energia, mas ela será bem mais cara e poluente", diz Kelman.

O Instituto Acende Brasil, que reúne os principais investidores privados no setor elétrico, está preocupado com a piora progressiva da matriz energética nacional. Além disso, diz Cláudio Sales, presidente da entidade, a geração térmica tem custos expressivamente maiores que os das fontes renováveis. Segundo ele, hidrelétricas produzem a R$ 105, em média, por megawatt-hora, valor que sobe para R$ 125 nas pequenas centrais hidrelétricas, R$ 249 nas usinas eólicas e mais de R$ 350 nas termelétricas movidas a óleo diesel.

Para o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, a conta extra poderá subir a R$ 4 bilhões, já que os contratos das usinas térmicas nos leilões de energia são feitos por 15 anos. (págs. 1 e A3)

Indústria ainda resiste à crise
O nível de atividade da indústria paulista cresceu 0,2% entre setembro e outubro e 4,6% sobre o mesmo mês em 2007. O resultado foi impulsionado pela alta do dólar, que favoreceu as exportações, com destaque para o setor automotivo. (págs. 1 e A2)

Commodities em queda
As principais commodities agrícolas encerraram outubro em queda, exceto açúcar e cacau, com preços superiores aos praticados no mesmo mês do ano passado. As cotações do café, suco, algodão, soja, milho e trigo ficaram entre 1,61% e 38,15% mais baixas. (págs. 1 e B11)

Governadores do Norte e Nordeste apóiam a reforma tributária (págs. 1 e A6)

Idéias
Claudia Safatle: para unir a base governista em torno da reforma tributária surge a proposta de anistia fiscal. (págs. 1 e A2)

Confiança no futuro
Com a crise internacional e as incertezas no mercado financeiro, investidores migram para opções conservadoras, como os CDBs. Mas a bolsa ainda atrai muitos, como o cirurgião Ferrer Pardo. "Estamos em um momento de descrença no sistema financeiro. É uma fase passageira". (pág. 1)

Produtores gaúchos como Eisenhardt (foto) diversificam culturas, mas ainda mantêm as apostas no fumo (págs. 1 e B12)

Suape lidera atração de projetos a PE
Projetos avaliados em US$ 15 bilhões sustentam o novo ciclo de crescimento em Pernambuco, que lidera a expansão da Região Nordeste, acima da média nacional. Empreendimentos recém-concluídos ou em fase de implantação devem contribuir para manter o ritmo em 2009. A soma de investimentos públicos e privados resultou na criação de cadeias produtivas ao redor de grandes pólos, capitaneados pelo Porto de Suape, que está recebendo estaleiro, refinaria, moinho e indústrias petroquímicas, com a geração de 25 mil empregos.

Para evitar a concentração econômica na região metropolitana, o governo estadual lançou uma política de incentivos fiscais para a instalação de empresas no interior. Já a transposição do Rio São Francisco permitirá o aparecimento de "novas Petrolinas", município que vive da fruticultura irrigada voltada à exportação. (págs. 1 e Valor Estados)


Tribunais dão liminar contra derivativos
A empresa Radicifibras, fabricante de fios e fibras sintéticas de São José Campos (SP), conseguiu liminar no Tribunal de Justiça de São Paulo para suspender pagamentos de uma dívida com o Santander decorrente de contrato de derivativos. A ação questiona os termos do acordo, que trouxe prejuízos à empresa com a disparada do dólar. Até outubro, a companhia havia ganho R$ 35,4 mil e perdido R$ 1,7 milhão. Em um primeiro momento, empresas que sofreram perdas com derivativos sinalizaram a possibilidade de entrar em acordo com os bancos. Embora as negociações continuem, já há diversas companhias que optaram pela via judicial. (págs. 1 e E1)

Estratégias de recuperação
Sadia reduz exposição líquida vendida em dólar, em derivativos, para menos de US$ 1,5 bilhão, rejeita negociações de venda e ocorrência de "insider" e prepara alienação de ativos não essenciais para superar a crise. (págs. 1 e D3)

Idéias
Naércio Menezes Filho: risco de retrocesso educacional é grande. (págs. 1 e A13)

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Gazeta Mercantil

Manchete: Fundos sustentáveis excluem Petrobras
Os fundos de investimento focados em ações de empresas sustentáveis vão desfazer posições na Petrobras a partir de segunda-feira. Estes veículos de investimento prevêem em estatuto a compra de papéis que compõem o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da BM&FBovespa, que excluiu a petrolífera estatal de sua carteira.

O motivo seria o pleito de secretarias do Meio Ambiente e organizações não-governamentais que alegam que a estatal não tomou atitudes favoráveis ao ambiente, como a redução do nível de enxofre no diesel. A bolsa não confirma essa informação e a Petrobras diz que aguarda uma justificativa do conselho do ISE. “Seguimos exatamente o que o estatuto dos fundos sustentáveis define, que é o investimento na carteira do ISE. E, a partir de segunda-feira, a Petrobras estará fora da carteira”, diz Herculano Alves, superintendente-executivo de renda variável da Bradesco Asset Management, cujo patrimônio é cerca de R$ 40 milhões em fundos “verdes”.

HSBC e Caixa seguem o mesmo caminho, enquanto a gestora do Itaú discute a nova carteira em reunião do conselho consultivo do fundo sustentável no próximo dia 4. Os papéis da petrolífera representavam 23% da carteira do ISE, que fica agora concentrada em papéis de bancos (50%). Ontem, a companhia informou em comunicado que pretende captar US$ 4 bilhões ao ano para fazer frente ao seu plano de investimento 2008-2012, que prevê aportes totais de US$ 112,4 bilhões. “As captações fazem parte do curso normal das atividades da companhia, que apresenta hoje baixos níveis de alavancagem financeira.” (págs. 1, B1 E C6)


Inflação - IGP-M desacelera e sobe 0,38% (págs. 1 e A6)
Indústrias de SC pedem prazos maiores para saldar dívidas
A Companhia de Gás de Santa Catarina (SCGás) foi a primeira a atender à lista de pedidos dos industriais catarinenses afetados pelas enchentes, que vai desde a postergação de pagamentos de contas até a criação de linhas de créditos especiais com juros menores e prazos alongados. A empresa informou que vai adiar a data de vencimento das faturas emitidas anteriormente ao acidente, que interrompeu o suprimento do insumo.

Serão postergados também os vencimentos das faturas emitidas até que seja restabelecido o fornecimento. As empresas também pedem adiamentos no pagamento de impostos federais e estaduais. No campo, as maiores perdas ocorreram nas lavouras de arroz e feijão. Levantamento da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) aponta um prejuízo preliminar de R$ 415,5 milhões referentes a perdas em nove culturas. Segundo a Ceasa de Florianópolis, 100% dos produtores de hortaliças foram afetados. (págs. 1, A7 e B12)

Mercado de carros novos reage no Sul e Sudeste
O mercado de automóveis dá sinais de reação após a liberação por parte do governo de R$ 8 bilhões para os bancos das montadoras. O Grupo Viamar, que comercializa veículos Chevrolet, está confiante com a volta dos clientes e aumento das consultas via internet. “Depois da forte retração em outubro, já estamos sentindo que os negócios caminham para normalização”, disse Mauro Cogo, gerente de vendas.

O Grupo Viamar vendeu até outubro 11,31 mil automóveis — 75% modelos populares.O Grupo Servopa, o maior do Sul no segmento de concessionárias de veículos, com as marcas Volkswagen — automóveis, caminhões e ônibus —, Honda — automóveis e motocicletas —, Audi, Peugeot e Hyundai, no Paraná e Rio Grande do Sul, já normalizou vendas nos últimos 15 dias. “O consumidor está voltando”, afirmou o diretor comercial da Servopa, Marco Antônio Rossi. A Sabrico, que revende veículos Volkswagen, informou que a situação está se normalizando e que pretende vender 15,5 mil carros este ano — 19,23% a mais que em 2007. (págs. 1 e C5)

Um Natal com menos celulares
Ao contrário do que indicavam até a semana passada, as operadoras de celulares e o varejo de telefones móveis puseram o pé no freio, reduzindo as encomendas à indústria em 10% a 15% nos últimos dias. Ou seja, a fixação do dólar em R$ 1,90 iniciada pela Nokia e seguida pelas demais fabricantes não foi suficiente para evitar o recuo nas vendas de Natal.

Também não funcionou 100% a perspectiva de que o eletroeletrônico mais caro, como a TV de plasma ou LCD, fosse substituído pelo telefone celular como presente de Natal mais acessível. A Oi informou ter concluído financiamento para compra da Brasil Telecom com uma captação de R$ 2 bilhões em notas promissórias ao custo de CDI mais 3% ao ano, acima, portanto, da captação anterior, de CDI mais 1,60%. (págs, 1, C3 E A4)

CNI defende corte amplo do IOF
O presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, defendeu junto ao Ministério da Fazenda a retirada da alíquota do IOF de todas as operações de crédito. O governo deverá estudar a medida.(págs. 1 e A6)


SAC muda regras a partir do dia 1º
Entram em vigor dia 1º as novas regras do Serviço de Atendimento ao Cliente. Uma delas estabelece o cancelamento do serviço sem transferência de ligação. (págs. 1 e investnews.com.br)

Opinião
Ramez Zaki Odeh Goussous: O apoio do Brasil à Jordânia nas negociações no âmbito do Mercosul favoreceu a ampliação de parcerias entre empresas dos dois países. (págs. 1 e A3)

Opinião
Norberto Staviski: Uma empresa dinamarquesa fez voltar, na reserva ambiental de Morretes (PR), opinus em sua forma original de Floresta Atlântica. (págs. 1 e A2)

Ataques em Mumbai matam 125
Os ataques terroristas em Mumbai iniciados na quarta-feira causaram 125 mortes, informou a polícia indiana. Segundo autoridades, foram libertados 39 reféns. (págs. 1 e A11)


Energia
Sob o comando de Gesner de Oliveira, a Sabesp deve garantir a execução do plano estratégico com o amplo acesso a financiamento, com linhas provenientes desde o FGTS ao Banco Mundial. A empresa avalia a entrada no setor de energia e refuta a possibilidade de privatização. (págs. 1 e B5)

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Veja

A primeira vítima - A tragédia em Santa Catarina
* Luana Eger, de 3 anos, foi a primeira dos mais de 100 mortos pelo dilúvio que desabrigou quase 80000 e impactou 1,5 milhão de pessoas em um dos estados mais ricos do Brasil.

O rosto clandestino da Abin – Veja localizou o espião que, por descuido, revelou a atuação da inteligência oficial em operação secreta. Ex-segurança do presidente Lula, o tenente Antônio Leandro está lotado no Gabinete de Segurança Institucional. (págs. 66 a 71)

Mudança de rumo – O Itamaraty retoma o controle da diplomacia com os países da América do Sul e endurece com o Equador. (pág. 73)

O horror diante dos olhos – As causas, o desespero e os prejuízos do dilúvio que atingiu o coração de Santa Catarina, um dos estados mais prósperos e desenvolvidos do Brasil. (págs. 84 a 98)

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Época

É possível evitar tragédias como esta?
* Uma investigação sobre as causas das enchentes em Santa Catarina – e suas lições para o Brasil.

Câncer infantil
* Um estudo inédito revela como estamos vencendo essa guerra.

É possível evitar uma tragédia dessas? – Uma das piores calamidades dos últimos anos alagou Santa Catarina e comoveu o país. O que fazer para que nossas cidades não fiquem tão vulneráveis. (págs. 43 a 50)

Na mira dos vizinhos – A ameaça de calote do Equador revela que o Brasil se tornou o novo “vilão imperialista” na América Latina. (pág. 60)

Transparência para quê? – O truque virou regra: para esconder os doadores de dinheiro das campanhas, os candidatos dizem que receberam do partido. (pág. 62)

A jovem guarda da Justiça – Uma nova geração de delegados, promotores e juízes está no comando das investigações mais rumorosas do país. (págs. 66 a 69)

É a escola que tem de ser reprovada – A repetência nas primeiras séries brasileiras é uma das mais altas do mundo. Até quando as crianças vão ser punidas pelo descaso com a educação? (págs. 70 a 71)

A nova cara do câncer infantil - Com mais qualidade de vida, ele costuma ser curado em 70% das crianças e adolescentes. Um retrato da doença no Brasil. (págs. 82 a 90)

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ISTOÉ

“Perdi família, casa e emprego”

Tragédia no Sul
* Cidades submersas
* Oitenta mil desabrigados e mais de 100 mortos
* As histórias de quem sobreviveu ao dilúvio

Entrevista – Fernando Haddad – “Professor não tem que fazer voto de pobreza” - O ministro da Educação diz que o País acordou tarde para a agenda educacional e que vai ao STF pelo piso de R$ 950. (págs. 6 a 11)

Chuva, lama e dor – As dramáticas históricas de quem perdeu tudo e sobreviveu ao maior desastre natural de Santa Catarina. (págs. 34 a 42)

A ordem é gastar – Em reunião com o Ministério, Lula apresenta números positivos e exige investimentos – (pág. 46)

Vendedores de armas – Rússia e França acirram disputa pelo mercado de defesa do Brasil e da América do Sul. (pág. 47)

Tucanos em campanha – A exemplo de Serra, Aécio Neves desembarca em vários Estados de olho em 2010. (págs. 50 e 51)

O novo olhar de Dilma – Ministra coloca lentes de contato de última geração e abandona os óculos para enxergar mais longe. (pág. 74)

As lições do sindicalista ex-presidente – Vinte e oito anos depois de liderar uma greve histórica, Lech Walesa se dedica a debater a globalização. (págs. 78 a 80)


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ISTOÉ Dinheiro

O pior já passou?
* Retomada do crédito, indicadores saudáveis no Brasil e novos pacotes de socorro nos EUA e na Europa sugerem que a fase mais aguda da turbulência pode ter ficado para trás

Entrevista – Renato Guerreiro – “Sem a fusão, Oi e BrT serão engolidas” – Nos próximos dias, a Agência Nacional de Telecomunicações deverá avaliar a proposta da aquisição da Brasil Telecom pela Oi, que pretende criar uma empresa nacional capaz de competir com os espanhóis da Telefônica e os mexicanos da Telmex. Na opinião do primeiro presidente da agência, Renato Guerreiro, a fusão das duas empresas fará bem ao País. (págs. 20 a 22)

O pior já passou? – Entrevista: Henrique Meirelles – O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, anuncia a volta do crédito, enfatiza a solidez do sistema bancário nacional e garante que não haverá recessão no Brasil. (págs. 28 a 31)

Abriram o guarda-chuva – Indicadores positivos no Brasil, um pacote de estímulo ao consumo no mercado interno, o resgate de US$ 326 bilhões do Citibank e os novos programas fiscais na Europa sinalizam que a fase mais aguda da crise ficou para trás. (págs. 32 a 37)

Ele tem a chave do cofre – O jovem Tim Geithner é a principal estrela do “time dos sonhos” de Barack Obama, que ainda reúne grandes nomes como Larry Summers e Paul Volcker. (págs. 40 a 42)

O resgate vem dos emergentes – Estudo revela que os Brics já vendem quase tantos carros quanto os EUA e, com o Brasil à frente, podem ser a tábua da salvação das montadoras americanas. (págs. 60 a 62)

A resposta da Fiesp – Diante de uma reforma tributária capenga, os industriais, liderados por Paul Skaf, preparam um projeto mais consistente. (págs. 64 e 65)

Economia alagada – Portos parados, fábricas fechadas, lavouras perdidas, infra-estrutura destruída. Eis o saldo de uma tragédia climática anunciada em Santa Catarina. (págs. 68 a 71)

Calote no BNDES – Decisão do Equador de não honrar dívida com o Brasil abre crise diplomática e preocupa empresários. (pág. 84)

Há ouro negro no fim do arco-íris? – Petróleo em queda derruba ações do setor. Mas já há quem vislumbre um novo período de lucros pela frente. (págs. 86 a 88)

A hora do puxa-puxa – Feitos sob medida para tempos de volatilidade, fundos de arbitragem se destacam em meio à crise. (págs. 90 e 91)

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CartaCapital

Vítima solitária do “Estado Policial”
* Por que há tanta gente contra a permanência de Paulo Lacerda na Abin?

Xenofobia: Crescem as agressões e manifestações racistas na Europa
Lacerda é o alvo - Poder – Por que tanta gente no Congresso Nacional, no governo e no Supremo quer o afastamento definitivo do diretor da Abin? (págs. 21 a 25)

A imaginária via oblíqua – Justiça – Muitos ministros do STF trilham o caminho de descrédito e encastelamento. (págs. 26 e 27)

Saadi nas entrelinhas – Satiagraha – O delegado que substituiu Protógenes só teve olhos para o passado. (págs. 28 a 30)

Abaixo da cintura – Diplomacia – Incomodado com a decisão intempestiva de Rafael Correa, o Brasil endurece as negociações com o Equador. (págs. 34 e 35)

Uma rede solidária – Saúde Pública – Em cinco anos, o número de doadores de medula cresce 18 vezes. (págs. 36 e 37)

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EXAME

Para que servem os analistas?
* E os economistas? E os gurus da economia? A atual crise mundial escancara nossa incompetência em fazer previsões – e a imprudência do mercado em acreditar nelas.

Especial - As estratégias de Michael Dell para transformar sua empresa na fabricante de computadores mais verde do planeta
Para que servem os analistas? – Milhões perderam seu dinheiro seguindo o conselho de economistas, gurus, magos e profetas – ninguém viu o tamanho da crise financeira que abala o mundo. (págs. 20 a 29)

O CFO em xeque – Prejuízos bilionários provocados por apostas cambiais de altíssimo risco colocaram altos executivos da área de finanças na berlinda e trouxeram à tona uma pergunta: eles estavam preparados para a crise? (págs. 32 a 34)

Simples, rápidas e efetivas – Nenhum país vai escapar ileso da crise. Mas o governo brasileiro poderia adotar uma série de medidas que, em pouco tempo, ajudariam a economia a sair mais forte lá na frente. (págs. 38 a 40)

O remédio pode estar errado – As medidas do governo para jogar dinheiro no mercado esbarram num problema complicado – ninguém quer emprestar a ninguém. (págs. 44 a 46)

O etanol virou problema – Prejuízos acumulados, falta de crédito, custos altos, ameaça de falências e de calotes – o setor mais badalado da economia brasileira é a nova vítima da crise financeira mundial. (págs. 54 a 58)

Com fôlego de iniciante – Um dos gigantes da engenharia pesada no país, o grupo Andrade Gutierrez se vale da criação de pequenas empresas como forma de arejar sua estrutura de negócios. (págs. 62 a 64)